Cultura

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Ipade 2024 - Felipe Daher
CULTURA
Pirenópolis recebe 5ª edição do Ipadê com intercâmbio cultural Brasil–Chile

Comunidade Educacional de Pirenópolis (COEPi) promove, nesta sexta-feira, 29, e sábado, 30, a quinta edição do Ipadê – Encontro Cerratense de Culturas Populares, em Pirenópolis, a 129 km de Goiânia

leitura obrigatória
7 livros que são ouro puro para o cérebro

De tratados sociológicos a ficções épicas, cada livro aqui apresentado oferece uma experiência transformadora, seja pela densidade teórica, pela beleza literária ou pela brutalidade dos fatos históricos

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Direito e literatura
AGnl realizará sessão magna da saudade em memória do acadêmico Licínio Leal Barbosa

A Sessão Magna da Saudade da Academia Goianiense de Letras realizará será mais que uma homenagem: constituirá um ato de reconhecimento à grandeza de um homem cuja vida foi dedicada à justiça

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cultura
Canto da Primavera passa a incluir festival gastronômico na programação e abre edital para seleção de fornecedores

Canto Gastronômico está marcado para os dias 12 a 14 de setembro, em Pirenópolis. Inscrições são gratuitas e podem ser feitas até 25 de agosto

História que inspira
Atriz de Aparecida de Goiânia é homenageada por formandos da UFG e segue em ascensão artística e acadêmica  

Ludmyla Marques é reconhecida por sua trajetória na Escola de Música e Artes Cênicas da UFG

Oportunidade
Goiânia abre inscrições para projeto que seleciona novos talentos da música sertaneja

Podem participar solos, duplas ou trios, desde que possuam ao menos um vocalista e comprovem residência na capital

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Destaques
Academia Brasileira de Cinema revela lista de filmes que podem representar o Brasil na corrida pelo Oscar 2026

A disputa para representar o Brasil no Oscar 2026 começou oficialmente. Nesta quinta-feira, 14, a Academia Brasileira de Cinema divulgou os filmes inscritos para concorrer à vaga de Melhor Filme Internacional, categoria vencida este ano pelo emocionante drama “Ainda Estou Aqui”.

A seleção nacional é considerada um dos momentos mais aguardados do calendário cinematográfico brasileiro, e a expectativa é alta após a vitória histórica de Walter Salles, que levou o Oscar de Melhor Filme Internacional com sua última produção.

Entre os destaques estão O Agente Secreto, um thriller político que vem ganhando atenção internacional; Homem com H, uma releitura contemporânea da masculinidade brasileira; e O Último Azul, drama poético que conquistou prêmios em festivais europeus.

Com uma seleção diversa e promissora, o Brasil se prepara para mais uma tentativa de conquistar a estatueta dourada. A expectativa é que o escolhido tenha força para repetir o feito de Walter Salles e emocionar o mundo com o talento do cinema nacional.

A seleção passam por duas etapas: 1) a pré-lista com seis títulos será anunciada em 8 de setembro; e a 2) escolha final do representante brasileiro acontece em 15 de setembro. O filme escolhido será o candidato oficial do Brasil na corrida pelo Oscar 2026, representando o país na categoria de Melhor Filme Internacional.

Confira os filmes inscritos:

  • A Melhor Mãe do Mundo
  • A Praia do Fim do Mundo
  • Baby
  • Homem com H
  • Kasa Branca
  • Malu
  • Manas
  • Milton Bituca Nascimento
  • O Agente Secreto
  • O Filho de Mil Homens
  • O Último Azul
  • Oeste Outra Vez
  • Os Enforcados
  • Retrato de um certo oriente
  • Um lobo entre os cisnes
  • Vitória

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Crânios de Lampião e Maria Bonita são reconstruídos após décadas sob guarda da família

Ambos foram mortos em 1938, durante uma emboscada na Gruta de Angico, na divisa entre Sergipe e Alagoas

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Margarida Bonetti
O que a mulher da “Casa Abandonada” fez e por que ela ficou famosa

Com três episódios disponíveis já na estreia, a série promete provocar, emocionar e levantar reflexões sobre os limites da justiça e os segredos que se escondem atrás das fachadas da elite brasileira

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Papel de Casal
Após quase duas décadas, Tony Ramos e Glória Pires retomam parceria em “Se Eu Fosse Você 3” 

Quase duas décadas após o sucesso dos dois primeiros filmes, os personagens Cláudio e Helena estão de volta às telonas. A terceira parte da comédia nacional “Se Eu Fosse Você” inicia suas gravações neste domingo, 3, na capital fluminense, reunindo novamente os consagrados atores Tony Ramos e Glória Pires no papel do casal protagonista. 

A nova produção marca o retorno da franquia que conquistou o público brasileiro em 2006 e 2009 com a divertida troca de corpos entre marido e mulher. Agora, em “Se Eu Fosse Você 3”, a história avança no tempo e apresenta uma nova fase da vida de Cláudio e Helena, que acompanham a trajetória da filha Bia (interpretada por Cleo Pires), já adulta e casada com Aquiles (Rafael Infante). 

O elenco também ganha reforços com nomes como Valentina Daniel, Paulo Rocha, Yohama Eshima, Dan Ferreira e Rosi Campos, representando uma nova geração de personagens que prometem renovar o humor e os conflitos familiares da trama. 

Sob direção de Anita Barbosa e com supervisão artística de Daniel Filho, responsável pela direção dos dois primeiros filmes, o longa aposta novamente na fórmula do “se colocar no lugar do outro”, quando um novo fenômeno atinge a família e reacende os desafios da convivência. A data de estreia ainda não foi divulgada. 

Com expectativa alta entre os fãs da franquia, “Se Eu Fosse Você 3” promete manter o tom leve e bem-humorado que consagrou os filmes anteriores, agora com novos dilemas e reviravoltas que atravessam gerações. 

Leia também: A brasilidade em seis ensaios: professor da UFG lança obra sobre o caráter inusitado do Brasil

Formação Nacional
A brasilidade em seis ensaios: professor da UFG lança obra sobre o caráter inusitado do Brasil

O pós-doutor em educação e cultura, e professor da faculdade de educação da UFG, Wilson Paiva, lança, no dia 22 de agosto seu novo livro que reúne seis ensaios que exploram os traços culturais, políticos e educacionais que moldam a brasilidade. O autor propõe uma reflexão sobre como o Brasil e o povo brasileiro foram constituídos de maneira aleatória e contrária às expectativas da Coroa, do Império, da República e de seus intelectuais. A obra busca compreender esse “modo inusitado” de formação nacional, revelando como muitos estadistas e pensadores não conseguiram captar a essência do país.

Escritos ao longo de 15 anos, os ensaios foram inicialmente apresentados em ambientes acadêmicos, como o encontro da Lusophone Studies Association no Canadá. No entanto, ao serem reunidos para publicação, ganharam uma linguagem mais acessível, por vezes poética e irreverente, como destacou a professora Susannah Ferreira, da University of Guelph. Essa escolha estilística torna o livro atraente para qualquer leitor interessado nos dilemas brasileiros, sem perder o rigor intelectual.

Segundo o autor, compreender o Brasil exige romper com os enquadros temáticos “perfeitos” e adotar uma abordagem fenomenológica, inspirada na suspensão eidética de Husserl. O professor aponta que apenas uma leitura integrada entre história, sociologia, antropologia, filosofia e pedagogia pode dar conta das idiossincrasias brasileiras. Ele apresenta o conceito de “ramalhada” como o mais próximo da realidade nacional, em diálogo com pensadores como Gilberto Freyre e Darcy Ribeiro.

Ao longo dos ensaios, o leitor encontrará uma releitura crítica e estética da formação do Brasil, marcada por trechos poéticos, historiográficos e até debochados. A obra não se propõe como uma tese acadêmica, mas como uma tese ensaística que busca entender a brasilidade em sua complexidade. Como resume o autor: “O Brasil e o povo brasileiro desenvolveram uma cultura inusitada, diferente, ‘ramalhada’ e totalmente nova, pela qual se vislumbram riquezas, mas também problemas os quais advêm de uma política e de uma intelectualidade desprezíveis.”

Em entrevista ao Jornal Opção, em formato ping-pong, o docente respondeu perguntas sobre os ensaios:

Raunner — A sua nova obra são ensaios sobre cultura, política e educação: na sua visão qual seria o “espírito” da obra?

O “espírito” presente nos seis ensaios é o caráter da brasilidade e como ela foi constituída. O que chamo de “modo inusitado” é a constituição da terra brasilis e do homo brasilianus de forma totalmente aleatória e às avessas do que se esperava ou do que projetara a Coroa, depois o Império, a República e seus intelectuais. Por isso o título da palestra que será proferida no lançamento leva esse título: “O caráter inusitado da brasilidade”. Ao analisar os traços culturais que nos constituem, assim como nossos estadistas e nossos intelectuais, tento discutir o fato de que muitos deles não entenderam essa brasilidade e muito menos seu caráter inusitado.

Raunner — Você diria que escreveu para um tipo específico de leitor?

Os seis ensaios foram escritos ao longo de 15 anos, alguns foram publicados, como o primeiro, que versa sobre a Saudade, foi apresentado em língua inglesa no encontro sobre Lusofonia, organizado pela Lusophone Studies Association, no Canadá, em 2017. O público era, certamente composto de pesquisadores, professores e estudantes. Outros, também publicados em revistas acadêmicas, em formato menor, tiveram também esse público. Porém, ao reescrevê-los, optei por uma linguagem menos formal, menos acadêmica, às vezes poética e às vezes, como disse a Profa. Susannah Ferreira, da University of Guelf (Canadá), “irreverentes”. Nisso o livro se torna acessível a qualquer leitor, principalmente a quem estiver interessado nos problemas brasileiros.

Raunner — Você diria que compreender o Brasil é fugir constantemente de enquadros temáticos “perfeitos”?

Sim, com certeza. Para compreender o Brasil é preciso fazer a verdadeira suspensão eidética, mais ou menos no sentido que Husserl desenvolveu, e adotar uma mirada fenomenológica em busca não da essência, mas da condição da brasilidade. Os quadros “perfeitos”, criados pela Coroa, pelo Império, pelos positivistas e outros intelectuais e estadistas nunca funcionaram na realidade e nem nas formas de leitura dessa realidade. Portanto, quadros conceituais “perfeitos” não dão conta de nossas idiossincrasias, as quais só se explicam com o conjunto desses integrado desses campos do conhecimento. No livro, eu levanto a tese de que o quadro temático que mais se aproxima é o do ramalhagem, cujo conceito está no Segundo Ensaio.

Raunner — O que leitor encontrará em sua obra?

O leitor, qualquer que seja, vai encontrar muita informação histórica, sociológica, antropológica, filosófica e até pedagógica – pois intento fazer um diálogo com a educação ao longo dos ensaios. Além disso, vai encontrar uma releitura do Brasil, de sua constituição, de sua cultura, pela perspectiva que chamo de “ramalhada”, a qual aproxima da visão culturalista de Gilberto Freyre e de Darcy Ribeiro. Por fim, vai encontrar um conjunto de seis textos que se conectam e se desenvolvem por meio de trechos bem poéticos, outros historiográficos, muitos trechos críticos (às vezes até debochados) para que, na liberdade da escrita ensaística, eu conseguisse unir o rigor acadêmico e a leveza literária.

Raunner — Se pudesse resumir a ideia geral em uma frase, qual seria?

O Brasil e o povo brasileiro desenvolveram uma cultura inusitada, diferente, “ramalhada” e totalmente nova, pela qual se vislumbram riquezas, mas também problemas os quais advêm de uma política e de uma intelectualidade desprezíveis.

Raunner — Qual é a proposta central dos ensaios que você escreveu sobre a identidade brasileira?”

Dentre os colegas que fizeram a leitura dos manuscritos, e teceram seus comentários, fiz questão de publicar na contracapa a observação da Profa. Susannah Ferreira, que é uma canadense de origem portuguesa, porque ela conseguiu captar minha tentativa de fazer um “deep dive” na história, na cultura e na identidade do Brasil. E o argumento que tento elaborar, como bem comentando por ela, é exatamente o de que “é preciso entender a história e a identidade brasileiras para forjar o futuro do Brasil”.

Mas entender pela via da suspensão eidética, que comentei antes, sem a qual o fenômeno da brasilidade, sobretudo no seu caráter inusitado, se nos escapa e acabamos presas de ideologias interpretativas que captam apenas parte desse fenômeno, quando o fazem. Não é uma tese acadêmica, mas uma tese estética, especificamente ensaística, que levanto e busco argumentar através desses seis ensaios. Espero que a leitura seja agradável e proveitosa.

Descrição pessoal

Pós-doutor em educação e cultura, pela University of Calgary (Canadá); Pós-doutor em filsofia estética e educação pela Sorbonne Université (França). Doutor em Filosofia da Educação, pela USP; e Mestre em Filosofia Ética e Política, pela UFG. Professor da Faculdade de Educação da UFG; Professor do PPGE. É especialista em Rousseau, com foco na obra Emílio ou da Educação;. É membro da Rousseau Association, nos EUA, da LSA - Lusophone Studies Association, do Canadá, e outras associações e grupos de pesquisa no Brasil e no exterior. Tem experiência na área de Educação, com ênfase em Filosofia Educação, atuando principalmente nos seguintes temas: Teorias educacionais, cultura e educação, educação brasileira, jesuítas, colonização, filosofia política, democracia, Rousseau, filosofia da educação, estética, epistemologia, colonização, políticas públicas, política e escola, projeto pedagógico e gestão educacional. Foi professor visitante na Universidad Autónoma de Madrid (Espanha), na University of Calgary (Canada) e na Sorbonne Université (França).

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