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A decisão foi tomada pela juíza da 119ª Zona Eleitoral de Aparecida de Goiânia, Christiane Gomes Falcão Wayne
O padrinho político de Fred, Gustavo Gayer (PL), foi alvo de operação da Polícia Federal (PF), por suspeita de desvio de verbas parlamentares para financiar negócios particulares
Uma integrante do grupo ficou ferida e foi encaminhada ao Cais com suspeita de perfuração no tímpano
De acordo com a PF, Cavalcante, que era titular formal da Goiás Online, estava permeado por "irregularidades"
O levantamento revelou que 62,1% acreditam que Leandro Vilela (MDB) sairá vencedor na disputa pelo Paço aparecidense
Vale ressaltar que a maconha não foi legalizada no Brasil, permanecendo proibida
Gayer teria utilizado verba pública para favorecer a escola de inglês Gayer e Gayer Idiomas LTDA e a loja de roupas Desfazueli, registrada no nome de seu filho, Gabriel Sander Araujo Gayer
A Corte suspendeu o servidor nesta sexta-feira, 25, e abriu um procedimento administrativo disciplinar para apurar o caso
O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes levantou o sigilo da operação que investiga o deputado federal, Gustavo Gayer (PL-GO) por associação criminosa e desvio de recursos públicos da cota parlamentar. Além do deputado, foram expedidos mandados contra assessores parlamentares dele e outras pessoas e algumas informações ainda continuam sob sigilo.
De acordo com o inquérito policial, as apurações tiveram origem em outra investigação sobre financiamento dos atos antidemocráticos ocorridos em 8 de janeiro de 2023. Duas empresas do parlamentar que teria sido abastecidas com dinheiro público estão no centro da investigação. A PF apura os delitos de associação criminosa, peculato na modalidade desvio e falsificação de documento particular.
Segundo a PF, o grupo teria falsificado as atas de criação de uma OSCIP, Organização da Sociedade Civil de Interesse público, para receber as verbas. Chamou atenção da corporação que o quadro social da OSCIP era formado por crianças de 1 a 9 anos. No pedido, a PF aponta que foram realizadas diversas simulações contratuais para atender a exigência mínima de 10 anos de uma OSCIP. "Este cenário, até o presente estágio probatório, existe indícios da prática de, ao menos, 2 atos diferentes de falsificação de documento particular, 2 atas de reuniões da associação comercial de micros e pequenas empresas de Cidade Ocidental", diz o texto da PF.
O Jornal Opção revelou que em mensagens obtidas do celular de um dos investigados, o amigo do deputado federal, João Paulo Cavalcante, expressava preocupação sobre o uso de verba pública para alugar espaço que abrigava a escola de inglês do filho de Gustavo Gayer.
Nos textos, Cavalcante diz que: "A escola tá sendo paga com recursos públicos e tá sendo usada para um fim totalmente que, tipo num existe né". Ele segue dizendo que Gayer é uma vidraça e que "infelizmente a gente tá errado nesse sentido, a gente tá pregando uma coisa e vivendo outra"
A reportagem tentou contato com o deputado, mas ele não atendeu as ligações nem respondeu aos questionamentos.
Em vídeo publicado na rede social, Gayer disse que "nunca fez nada de errado" e que nunca cometeu crime. Ele disse ainda que "está sendo tratado como criminoso pela nossa Polícia Federal e pelo Alexandre de Moraes".
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