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A ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro afirmou nesta quarta-feira, 7, que se sente impotente diante da situação do ex-presidente Jair Bolsonaro, após ele sofrer uma queda dentro da cela durante a madrugada. Segundo ela, houve demora na liberação para atendimento médico, o que motivou críticas a autoridades do sistema de Justiça.
“Se eu pudesse, ficaria ali sentada, mas eu não posso fazer nada”, declarou Michelle. A ex-primeira-dama disse ainda que pede proteção divina para o marido e afirmou que o caso pode se tornar “uma mancha para a instituição” caso algo mais grave aconteça.
Em tom duro, Michelle responsabilizou o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e o procurador-geral da República Paulo Gonet por eventuais consequências à saúde do ex-presidente. “Não é possível que, mais uma vez, vá ter sangue de um inocente nas mãos do excelentíssimo ministro e do governo”, afirmou.
A ex-primeira-dama relatou ainda que Bolsonaro só pode sair da cela para cumprir horários específicos de medicação. Segundo ela, a primeira dose do dia ocorre às 8h, e qualquer outro deslocamento depende de autorização.
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Um vídeo mostra o momento em que um agente de imigração do governo dos Estados Unidos atirou e matou uma mulher durante uma operação em Mineápolis, em Minnesota, nesta quarta-feira, 7.
Segundo as autoridades locais, a mulher que morreu era uma cidadã americana e tinha 37 anos. Ela estava dentro do veículo, cujo qual bateu depois de ser baleada.
O Departamento de Segurança Interna (DHS) afirmou que um dos agentes do ICE atirou após a mulher tentar avançar com o carro contra os oficiais.
A secretária do DHS, Kristi Noem, saiu em defesa dos agentes e classificou a ação da mulher como um ato de "terrorismo doméstico". Ela afirma que os agentes foram atacados enquanto tentavam retirar um veículo que havia ficado preso na neve.
“Esses ataques com veículos são atos de terrorismo doméstico. Estamos trabalhando com o Departamento de Justiça para processá-los dessa forma”, afirmou.
O senador Omar Fateh disse, em uma rede social, que testemunhas informaram que agentes federais impediram um médico de tentar socorrer e reanimar a mulher. Já o prefeito de Minneapolis, Jacob Frey, criticou a atuação dos agentes federais.
Após a morte da mulher, dezenas de manifestantes se reuniram no local e protestaram contra a atuação de agentes federais e locais. Eles gritavam palavras de ordem como "Vergonha! Vergonha!" e "ICE fora de Minnesota", além de usar apitos.
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Segundo o relato, em 2020, durante a pandemia, Antonio trabalhava como motorista de aplicativo em Goiânia

