Artigo de Opinião
Conceito de aerotrópole redefine o papel do aeroporto na dinâmica das cidades. Ele deixa de ser apenas um ponto de chegada e partida de voos para se tornar o núcleo de um ecossistema econômico
Para além da análise geopolítica, é o presidente Trum trazendo guerra para o meu quintal
Ronaldo Caiado não é um nome novo na política brasileira, mas é, sem dúvida, o mais preparado para os desafios que nos aguardam
O livro começa com a narrativa da história da Criação por Deus, do início de todas as coisas, do planeta Terra e do ser humano
É necessário que se faça uma pausa em nossos ritmos de vida e começamos a olhar o nosso meio, em nossa volta e apreciarmos com mais atenção o que a natureza nos dá e não pensemos tanto no próximo século, afinal, o futuro a Deus pertence
Goiânia ainda pode ser considerada uma capital verde diante das podas e remoções recentes?
Essa alteração no IR vem para corrigir distorções históricas e privilégios que favorecem os mais ricos no Brasil desde o período colonial
O mercado global de real estate de luxo movimentou US$ 289,6 bilhões em 2023 e deve chegar a US$ 515,3 bilhões até 2032, crescendo a uma taxa anual de 6,5%
Os programas sociais têm servido mais para eternizar que para amenizar os efeitos da desigualdade social
É preciso uma OAB que funcione, que chegue junto, que atue onde a advocacia vive - nas salas de audiência, nos escritórios, nas subseções
Por Aldenir Paraguassú
A escolha de Belém, ex-sede (capital) da Província do Grão-Pará, atual capital do Estado do Pará e segunda cidade em população, da Amazônia brasileira, com o propósito de um protagonismo amazônico na Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima(Conferência das Partes -COP30), já começou a expor e evidenciar males seculares decorrentes de vários fatores dos quais a ausência do Estado (Federação, Governo Federal, ou como queira identificar), é dolorosamente um dos mais significativos.
A história da Amazônia brasileira é marcada pela definição ou não, sempre de fora para dentro, dos preços e valores das suas comodities ambientais e seus benefícios ambientais/climáticos globais como a produção de chuvas e a absorção de carbono da atmosfera, por exemplo.
Essas externalidades negativas, positivas e um determinismo econômico e social às avessas, compõe o cenário quase perfeito para manter o Estado brasileiro à revelia desses interesses e debates.
A desimportância dessa Região/Bioma que é ao mesmo tempo uma das mais antigas e a mais nova a desenhar definitivamente o mapa do Brasil, pós Acre-1.903, registra os piores dados sociais e econômicos do País, que na COP30 em Belém serão expostos inexoravelmente para o mundo.
Sem maiores esforços e ressalvadas as honrosas exceções, não é difícil citar algumas intervenções federais na Região, que estão a merecer de sérias discussões, como é o caso do saneamento (abastecimento de água e esgoto e tratamento sanitário); saúde, educação e habitação.
Também cabe ressaltar a necessária e isenta avaliação da importância atual vis-à-vis a importância passada, de instituições como SUDAM; BASA; SUFRAMA e outros quetais amazônicos.
A pergunta que não cala é COMO PAUTAR UMA NOVA ENGENHARIA, AMIGA DA SUSTENTABILIDADE E MITIGADORA DAS MUDANÇAS CLIMÁTICAS?
Como disse recentemente no encontro Climate Week 2025, a ex-ministra do Meio Ambiente Izabella Teixeira: A questão climática não é de ambientalistas, ela é de desenvolvimento econômico e social.
Aldenir Paraguassú
Arquiteto Urbanista, Ambientalista e Doutor Honoris Causa pela IURJ
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