Anápolis

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Gomide atrás de parceiros e de um vice

Antônio Gomide está à procura de parceiros para fortalecer seu projeto para outubro. Há vários na “mira”, mas dois em especial: PHS e PDT. É certo que o PHS, de Eduardo Macha­do, recebeu convite para participar da chapa majoritária na vice. O partido, por ser pequeno, ficou lisonjeado com o convite inédito. Porém, não se decidirá antes da convenção, que acontecerá na primeira semana de maio. O motivo é que o convite de Gomide, embora o mais importante, não foi o único. O governador Marconi Perillo também chamou o PHS para seu projeto. O PMDB também. Além disso, muitos dos 120 candidatos, entre deputados estaduais e federais, têm preferência por um ou outro caminho. E, sendo uma sigla democrática, como apontam os membros, qualquer decisão deverá ser tomada para manter a sigla unida.

Lançado 4º Festival de Cinema da cidade

Na terça-feira, 22, serão abertas as inscrições para as mostras Curta Anápolis e Curta Centro-Oeste do 4º Festival de Cinema de Anápolis. Neste ano, serão distribuídos R$ 138.500 entre os vencedores das duas mostras de curtas e nas várias categorias da Mostra Adhemar Gonzaga de Cinema Brasileiro, que reúne três longas-metragens brasileiros de ficção premiados nacional e internacionalmente. Podem ser inscritas para as apresentações competitivas – até o dia 30 – produções nas categorias ficção e documentário. Uma novidade no 4º Anápolis Festival de Cinema é o Prêmio Des­taque Walter Webb, destinado exclusivamente, às produções anapolinas que concorrem na Mostra Curta Anápolis. A premiação, no valor de R$ 10 mil, foi instituída pela prefeitura em homenagem a Webb, que sempre esteve presente no Festival.

“Estou na administração há 5 anos e faço parte desses 91,4% de aprovação”, diz João Gomes

Em continuidade ao trabalho então exercido na administração de Anápolis, o recém-empossado prefeito João Gomes foi ao encontro de sua equipe de trabalho para “acertar os ponteiros” da nova direção municipal

Governador confirma William O’Dwyer na SIC

[caption id="attachment_1815" align="alignleft" width="300"]William O’Dwyer: na SIC após intensas articulações e com apoio de Fieg e Acieg William O’Dwyer: na SIC após intensas articulações e com apoio de Fieg e Acieg[/caption] Após uma semana de muita discussão interna, o governador Marconi Perillo (PSDB) baterá o martelo para oficializar o titular da Se­cre­taria de Indústria e Comércio (SIC). O anúncio virá no início da semana, na segunda ou na terça-feira. Seguindo as previsões, William O’Dwyer, o Bill, é o escolhido. O dono da Anadiesel (con­cessionária Mercedes-Benz) e cônsul honorário da Alemanha em Goiás já havia sido apontado como o favorito ao cargo pelo Jornal Opção. É certo que ele une a classe empresarial e industrial de Anápolis. Ele conta com o apoio da Fede­ração das In­dús­trias do Estado de Goiás (Fieg), da Associação Co­mercial Indus­trial e de Serviços do Estado de Goiás (Acieg), além de outras instituições fortes do ramo. Informações garantem que a demora da nomeação — que deveria ter sido dada na semana passada — se deu pelo fato de outras forças lutarem pela nomeação do também empresário e ex-deputado Frederico Jayme Filho, que é um bom político, mas não tão bom técnico quanto William, segundo apontam os empresários anapolinos e pessoas ligadas ao governador. William, que substituirá o interino Rafael Lousa, deverá ficar na pasta até o fim do mandato do governador, em dezembro.

Há uma chance para PT-PMDB no 1º turno

O presidente estadual do PT e secretário de Comunicação de Anápolis, Ceser Donisete, fala novamente sobre a aliança entre PT e PMDB. Para ele, sempre analisaram o PMDB como tendo duas pré-candidaturas, Friboi e Iris Rezende. E, embora, o PT já tenha seu pré-candidato, Antônio Gomi­de, Ceser diz que ainda tem conversado. “Estive com o Samuel Bel­chior nessas últimas semanas pa­ra continuar os acertos. Mas o PT se resolveu. Sei das dificuldades, afinal política não é matemática e o PMDB não teve condições políticas para se resolver, mas nós tivemos. O Antônio só se descompatibilizou para ser candidato ao governo. Mas continuamos conversando”. Há possibilidade para uma aliança ainda no primeiro turno? “É possível que em junho o nome do Antônio seja o catalizador das forças políticas de Goiás. A chance é essa”.

Ex-presidente Lula em “entrevista” a blogs a serviço do governo federal: “Vamos pra cima em Goiás”

A cidade paulista de Araçatuba marcou um passo importante, na visão dos petistas, para a candidatura de Antônio Gomide ao governo de Goiás. Durante caravana comandada pelo pré-candidato petista ao governo de SP, Ale­xandre Padilha, o ex-presidente Lula se encontrou com Gomide e declarou: “Você tem credibilidade e respeito. Vamos ganhar em Goiás”. O apoio do líder petista já era comentado nos bastidores, mas essa fala vem em um momento complicado no que diz respeito ao apoio do PMDB — que faz parte do governo federal — à reeleição da presidente Dilma. De um ex-deputado peemedebista: “Como partido, nos sentimos desobrigados a apoiar a presidente Dilma na campanha deste ano. Como o PT lançou candidato próprio, agora pode­mos apoiar a presidente à reeleição, como podemos apoiar outro candidato.”

Três nomes pairam sobre a SIC, mas desta semana a definição não passa

É certo que o governador Marconi Perillo estava esperando pela definição de Antônio Gomide em renunciar à prefeitura de Anápolis ou não para anunciar quem será o novo titular da Secretaria de Indústria e Comércio (SIC)

Candidatura alinhada a terceira via pode alavancar a campanha de Antônio Gomide ao governo

[caption id="attachment_1341" align="alignright" width="620"]Ex-prefeito Antônio Gomide e prefeito João Gomes: dois desafios diferentes. Um deve se sobressair à sombra do antecessor; o outro tentar se tornar um sucessor Ex-prefeito Antônio Gomide e prefeito João Gomes: dois desafios diferentes. Um deve se sobressair à sombra do antecessor; o outro tentar se tornar um sucessor[/caption] A nova postura de Iris Rezende provocará, inevitavelmente, mudanças. O anúncio da pré-candidatura do líder peemedebista, ocorrida no fim da última semana, abre caminho para um cenário pouco abordado até agora: o do PT como terceira via nas eleições de outubro. Sem Iris, Gomide seria o principal adversário do governador Marconi Perillo no pleito ao governo. Com Iris, Gomide se torna um terceiro na polarização já habituada entre os líderes goianos. Pode-se falar que os dois polos não são os líderes e sim seus respectivos partidos –– PSDB e PMDB –– e, assim, mesmo com Júnior Friboi, o PT continuaria como terceira via. Contudo, contra Friboi, Gomide se iguala ou se sobrepõe, uma vez que o empresário é novo duas vezes: neopeemedebista e neopolítico. Nunca disputou um cargo eletivo. Não tem méritos no setor para serem mostrados. O que já não ocorre com Gomide, que –– como gosta bastante de ressaltar –– tem um governo de cinco anos e três meses com mais de 90% de aprovação por parte de uma das cidades mais importantes do Estado. Mas são apenas previsões. Isso depende, primeiro, do resultado das convenções. Iris pode vencer Friboi em junho, como pode também perder. Quem sabe? É certo que Iris tem o apoio de grande parte dos diretórios regionais, mas Friboi tem ao seu lado a maior parte dos deputados tanto estaduais quanto federais, fora o número considerável de prefeitos. Quem vencerá apenas as convenções vão dizer, mas vale uma análise: se Iris vencer e a candidatura de Gomide se tornar uma terceira via, isso atrapalhará a caminhada de Gomide? Nas palavras do deputado federal e irmão de Gomide, Rubens Otoni: “A decisão do PMDB ainda demorará. Não sabemos quem é o candidato e traçaremos nossa estratégia quando soubermos. Se for o Iris e passarmos a representar, de fato, uma terceira via, já sei o que devemos fazer. É só ouvir aquilo que o povo diz por onde passamos: ‘não queremos Marconi nem Iris’.” Isto é, uma candidatura enquadrada fora da polarização pode mais beneficiar Gomide que prejudicá-lo. Mas, como disse antes, são apenas previsões.

Sem mudanças na prefeitura de Anápolis, após a saída de Gomide

Ex-vice, atual prefeito de Anápolis. É assim que João Gomes será tratado daqui em diante. Afinal, tomou posse na sexta-feira, 4

Estranharam a ausência de vereador tucano na posse de João Gomes

Na sessão que marcou a renúncia do agora ex-prefeito Antônio Gomide e transferiu o cargo para o agora ex-vice, João Gomes, estiveram presentes muitas pessoas, mas sentiu-se a ausência de um tucano

João Gomes toma posse como prefeito de Anápolis na sexta-feira, 4

Após se reunir com o presidente nacional do PT, Rui Falcão, o pré-candidato ao governo Antônio Gomide já fala sobre a data em que deixará a prefeitura e transferirá o poder para o - por enquanto - vice de Anápolis, João Gomes. A solenidade ocorrerá na sexta-feira, 4, na Câmara Municipal. No início da semana, havia a informação de que Falcão poderia estar presente no evento que marca a descompatibilização de Gomide. Entretanto, a informação ainda não foi confirmada. Em relação à reunião ocorrida nesta quarta-feira, 2, pelo Twitter, Gomide transcreveu uma fala do presidente nacional do PT: "Não se tem que falar em aval, a candidatura de Gomide está consolidada. Agora é por o pé na estrada". A fala mostra que, independente de decisão por parte do PMDB, o PT lançará Gomide como candidato ao governo.

Em semana de definições, Antônio Gomide pode deixar de ser prefeito

[caption id="attachment_963" align="alignright" width="620"]Antônio Gomide: prefeito mais bem avaliado do País já não deverá estar à frente de Anápolis, mas seguirá o caminho para tentar o governo | Foto: Renan Accioly/Jornal Opção Antônio Gomide: prefeito mais bem avaliado do País já não deverá estar à frente de Anápolis, mas seguirá o caminho para tentar o governo | Foto: Renan Accioly/Jornal Opção[/caption] “Não nasci e não morrerei prefeito.” Essa foi a fala de Antônio Gomide em um dos encontros realizados nos últimos três meses. E ela resume bem o clima desta semana, que é de definições para o PT, sobretudo para ele, que até o sábado, 5, poderá deixar de ser o prefeito de Anápolis e pré-candidato petista ao governo para ser apenas pré-candidato. A pré-convenção do PT estava prevista para ser realizada no sábado, 29, portanto, no fechamento da edição, no dia anterior, não havia como saber ao certo da homologação do nome do anapolino. Con­tudo, estava tudo certo para que isso ocorresse. É certo que dos 350 delegados com direito a voto, grande parte apoia a candidatura de Gomide. A ala do partido que ainda tinha certa resistência ao seu nome é a tendência ligado ao prefeito de Goiânia, Paulo Garcia, que tem reiterado sua posição de apoio a uma composição com o PMDB de Iris Rezende. A coluna falou com Gomide na manhã de sexta-feira, 28, quando ele estava a caminho de inaugurar mais uma escola municipal reformada –– Escola Rosevir Ribeiro de Paiva (veja nota ao lado). Sua voz apresentava a tranquilidade habitual no trato de sua possível candidatura. Ele disse: “Acabei de falar com o [presidente nacional do PT] Rui Falcão, que está em São Paulo. Ele me disse o seguinte: ‘o que o encontro dos delegados confirmar, nós homologaremos’. Então é essa a posição. Não tem nenhum ‘senão’.” O ‘senão’ levantado por Gomide está na fala do diretório nacional do partido quanto a possível aliança, caso Iris Rezende seja definido como pré-candidato do PMDB. Isso porque a carta-branca dada a Gomide veio com a ressalva de que o PT não aglutina com a candidatura de Júnior Friboi, mas o faz com a de Iris. Então, se Iris conseguir o que quer –– ser aclamado o candidato ––, há uma possibilidade de Gomide não ser o cabeça de chapa, tendo que, já descompatibilizado da prefeitura, aceitar ser o vice ou ir ao Senado. Quando questionado sobre isso, Gomide é direto: “Essa fala do PT nacional era válida até a nossa pré-convenção. Ou seja, a partir desta semana, se o PMDB não se decidir, eu sou o candidato do PT, inequivocavelmente.” Com a homologação de Gomi­de como o pré-candidato do partido, o petista deverá se descompatibilizar da Prefeitura de Anápolis até o dia 5, deixando o cargo nas mãos do também petista João Gomes. Nesse intervalo –– uma semana –– Gomide deverá viajar para Brasília para entregar a ata do encontro ao diretório nacional. “Lá haverá a confirmação por parte da direção e diremos que a nossa parte foi feita: viajar pelo Estado, motivar a militância, realizar encontros e viabilizar a candidatura. Ou seja, nossa decisão é a mesma do partido. Temos todas as condições para fazer e faremos. Sairei da prefeitura para ser candidato a governador”, reitera. Pergunto se está ansioso e a resposta é: “De jeito nenhum. Estou animado, tanto é que estou indo inaugurar outra escola. É a quinta reformada apenas nesta gestão, além de três outras que foram construídas. A administração continua. Anápolis está em festa”.

Cônsul honorário da Alemanha em Goiás e empresário anapolino, William O’Dwyer pode ser o titular da SIC

[caption id="attachment_960" align="alignleft" width="340"]William O’Dwyer: empresário com boas ligações no exterior,  sobretudo na Europa, deverá fazer bom trabalho na SIC, caso  seja oficializado titular da pasta William O’Dwyer: empresário com boas ligações no exterior,
sobretudo na Europa, deverá fazer bom trabalho na SIC, caso
seja oficializado titular da pasta[/caption] Mesmo três meses após a saída do pré-candidato tucano a deputado federal Alexan­dre Baldy da Secre­taria de Indústria e Comércio (SIC), o governador Marconi Perillo (PSDB) ainda não designou um nome para ser o titular da pasta. A única afirmação que fez nesse sentido foi dar a certeza de que “o” nome da SIC virá de Anápolis, assegurando mais um vez à cidade o cargo, dando continuidade à tradição de anapolinos na pasta. Os motivos para a demora na definição do nome são dois: primeiro que o secretário interino –– que, embora não seja anapolino, tem uma forte ligação com o município –– Rafafel Lousa tem feito um bom trabalho. Tem viajado bastante, inclusive acompanhado o governador em alguns eventos pelo interior. Chegou a soar pelo Palácio Pedro Ludovico de que ele poderia ser efetivado. Porém, a promessa a Anápolis já estava feita e precisa ser cumprida, pois tem também posição estratégica do ponto de vista político, o que leva ao segundo ponto: é certo que o governador estava por esperar uma definição por parte do PT quanto à homologação do prefeito Antônio Gomide como o pré-candidato ao governo do Estado. As últimas pesquisas mostraram o já esperado: Marconi perdeu muitos votos em Anápolis, cidade que historicamente concede votação estrondosa ao tucano. Assim, conceder a Anápolis um cargo de importância como o titular da SIC é uma jogada estratégica. Até o fechamento desta edição, ainda não havia definição quanto ao nome que assumirá a SIC. Sabe-se que o ex-deputado Frederico Jayme Filho foi sondado. E, como adiantado pelo Jornal Opção no início de março, poderia ser indicado o empresário anapolino William O’Dwyer, dono da Anadiesel (concessionária Mercedes-Benz) e cônsul honorário da Alemanha em Goiás. Convite oficial do governador não houve. Porém, é certo que o empresário foi sondado com ligações de pessoas ligadas ao governo, inclusive detentores de cargos de confiança em Anápolis, do ponto de vista industrial. O empresário diz que esperará ser informado oficialmente pelo governador e que se coloca em uma situação de cautela. “É bom esperar por definições concretas para me posicionar”. Mas não disse que não aceitaria.

Vice animado para assumir a prefeitura de Anápolis

Com a descompatibilização de Antônio Gomide (PT), o vice João Gomes assumirá a prefeitura, adiantando seu projeto, que era para 2016. Como não poderia deixar de ser, João Gomes está animado, embora entenda o tamanho da responsabilidade. Ele diz à coluna: “Entendemos que a respossibilidade aumenta e muito, pois fazemos parte de um governo com mais de 90% de aprovação por parte dos anapolinos. Contudo, tenho confiança de que estamos no caminho correto. Temos uma boa equipe e estamos focados em realizar uma boa administração”. Como delegado petista que vota a favor da candidatura de Gomide, ele relata: “É certo que Anápolis sempre emprestou bons nomes para Goiás e agora estamos emprestando o que temos de melhor.”

Quinta escola em dois anos

A entrega de uma escola recém-reformada poderá ter sido umas das últimas ações de Antônio Gomide (PT) como prefeito. Na sexta-feira, 28, o prefeito inaugurou a Escola Municipal Rosevir Ribeiro de Paiva, a quinta entregue apenas nesta gestão. A solenidade oficial marcou, também, o repasse de quatro ônibus à Secretaria de Educação para integrar a frota escolar do município, que passa a contar com 23 ônibus. O vice, João Gomes, também esteve presente. A unidade ganhou cinco salas de aula que se somam às nove já existentes, um laboratório de informática, uma biblioteca e um pátio coberto. Hoje a unidade atende 668 estudantes, nos três turnos, matriculados no Ensino Fundamental. Com a reforma, a escola alcança a marca de 22 escolas reformadas em seis anos, fora a conclusão de outras três que estão em andamento. A Escola Municipal Rosevir Ribeiro de Paiva foi inaugurada no dia 7 de fevereiro de 1966 com o nome de Grupo Escolar Número 2 Zita Duarte e possuía apenas quatro salas de aula. Em 1977 passou a se chamar Escola Municipal de 1º Grau Jardim Gonçalves, mas seu nome foi alterado novamente em 1989, para homenagear um morador da região que prestava serviços à comunidade, passando à denominação atual.