Bastidores
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Nilo Resende[/caption]
Nilo Resende e Sebastião Caroço Monteiro, conselheiros do Tribunal de Contas dos Municípios, vão se aposentar em 2017 — abrindo espaço para Sérgio Cardoso e Leonardo Vilela.
Caroço está contabilizando tempo de trabalho na zona rural para aposentar-se no próximo ano. Segundo um conselheiro, ele não suposta mais ir todos os dias ao TCM.
O governo de Goiás planeja medidas duras para 2017 — mais contenção de gastos, extinção de cargos comissionados e cortes de incentivos fiscais. A Assembleia Legislativa já recebeu informações a respeito.
De um tucano de bico grande e erado: “Lêda Borges deve voltar para a Assembleia Legislativa brevemente. Vai deixar a Secretaria Cidadã”.
A possível ida de Célio Silveira para o primeiro escalão do governo indica que o Entorno não vai manter dois secretários.
De um irista do círculo mais íntimo: “O vereador Clécio Alves (PMDB), como não será presidente da Câmara Municipal de Goiânia, deverá assumir mandato de deputado estadual, logo no início de 2017”.
Peemedebistas estão estranhando a ausência do ex-senador Mauro Miranda no escritório de Iris Rezende.
Paulo Ortegal também esteve sumido, alegou que havia feito uma viagem. Deve ser o secretário particular ou chefe de gabinete do peemedebista na Prefeitura de Goiânia. Ele é chamado de Sr. Organização.
Mauro Miranda e Ortegal são da cota pessoal de Iris Rezende. Há quem aposte que o primeiro pode cuidar da área de turismo da prefeitura.
Um repórter pergunta: “Qual jornalista é hoje mais ligado ao prefeito eleito de Goiânia?”
O peemedebista não pensa meio segundo: “O jornalista mais colado em Iris Rezende Filemon Pereira. Ele e uma filha de Iris, Ana Paula, são carne, unha e cutícula”.
Filemon pode até não ser secretário de Comunicação, mas será, ao menos, assessor de imprensa. Consta que ele já estaria montando uma equipe de jornalistas para assessor o prefeito eleito de Goiânia. Cileide Alves e Eduardo Horácio são cotados para compor a equipe.
Iris Rezende aprecia o que chama de “lealdade” da ex-editora de “O Popular”.
O ex-deputado estadual Samuel Belchior, mesmo livre do caso das pastinhas — teria sido mesmerizado pela musa Luciane Hoepers —, decidiu que não quer secretaria no governo de Iris Rezende.
Samuel Belchior articula bem, inclusive na questão da eleição para presidente da Câmara Municipal de Goiânia, mas teria dito a Iris Rezende que prefere cuidar de seus negócios. Ele é um maiores donos de loteamentos em Goiás. Está milionário e avalia que a política, longe de ajudá-lo, atrapalha.
Iris Rezende, mesmo com Samuel Belchior fugindo, tem insistido para que permaneça ao seu lado, ocupando uma secretaria, mesmo que não seja uma de linha de frente.
Jossivani de Oliveira (ex-conselheiro do TCM), que deve ocupar um cargo de proa na equipe de Iris Rezende, disse a um repórter do Jornal Opção, no Biscoito Pereira, que Dário Campos está definido como secretário de Finanças da gestão de Iris Rezende na Prefeitura de Goiânia.
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Arquivo[/caption]
Com a saída de Paulo Garcia da Prefeitura de Goiânia, os deputados estaduais Humberto Aidar e Luis Cesar Bueno deverão se tornar as principais referências políticas do PT na capital. Os dois são políticos qualificados e éticos. Não pertencem à banda podre do petismo.
Há quem aposte que Paulo Garcia não vai permanecer no PT. Estaria a caminho do PSD, do PSDB ou do PDT.
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Deputado federal Rubens Otoni (PT) | Divulgação[/caption]
Petistas de todo o Estado reclamam que o deputado federal Rubens Otoni (PT) desapareceu do mapa. Àqueles que o questionam, tem afirmado que, com a crise geral do PT, não tem como ficar aparecendo muito. É mais saudável ficar na sombra.
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Foto: Divulgação[/caption]
O DEM caminha, mais uma vez, para o cadafalso. O prefeito de Salvador, ACM Neto, será brutalmente atingido pelas delações da Odebrecht. Na Bahia, já era conhecido como “OAS boy”.
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Foto: Valter Campanato/Agência Brasil[/caption]
O ministro das Relações Exteriores do governo do presidente Michel Temer, José Serra, do PSDB, será letalmente atingido pelas delações premiadas da Odebrecht. Dificilmente terminará 2017 na equipe do peemedebista. Afinal, segundo denúncia, recebeu 23 milhões de reais, depositados num banco da Suíça, da empreiteira.
Apresentado como Santo (talvez da Opus Dei), Geraldo Alckmin, segundo denúncia da Odebrecht, também está enroladíssimo. Recebia dinheiro ilegal da Odebrecht.
De todos os envolvidos com a Odebrecht, Geraldo Alckmin é, de fato, o que mais parece Santo. O apelido dado por alguém da empreiteira é perfeito.
Os executivos disseram, na delação premiada, que a Odebrecht repassava dinheiro para o governador de São Paulo. Mas não se negociava diretamente com o tucano.
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Divulgação[/caption]
A pergunta é: quem vai sobrar para contar a história? Só os Odebrecht, Marcelo e Emilio, sabem. Eles estão dispostos a destruir as elites políticas do país para salvar a empresa.
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Foto: Lula Marques/ Agência PT[/caption]
Apresentaram Henrique Meirelles, quando indicado para o Ministério da Fazenda, como o especialista quase-mágico que revolveria o problema da crise econômica do Brasil. Não resolveu.

