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Paulo do Vale tende a subir no palanque de Ronaldo Caiado em 2018, não no de Daniel Vilela

De um caiadista: “Paulo do Vale, prefeito eleito de Rio Verde, não é peemedebista. Ele é caiadista. É bom que a cúpula do PMDB saiba disso”.

O recado é simples: em 2018, Paulo do Vale não vai apoiar a candidatura de Daniel Vilela, ou de Maguito Vilela, para governador de Goiás. Vai subir no palanque do senador Ronaldo Caiado, do DEM.

“Chama o Mabel!” É o que sempre vive dizendo o presidente Michel Temer

O peemedebista Michel Temer está sempre convocando o ex-deputado Sandro Mabel, seu auxiliar, para resolver pequenos, médios e grandes problemas. Quando seus operadores não funcionam, o presidente grita: “Chama o Mabel!”.

Até por ser empresário, Sandro Mabel aprendeu a agir rápido e com eficiência. É o que se diz nos corredores do Palácio do Planalto.

Carlão da Fox diz que vai deixar “pepinos” e “abacaxis” da gestão de Miller Assis para o MP

Prefeito eleito de Goianira, Carlão da Fox (PSDB) diz que não vai governar olhando para trás. Mas não terá como não abrir a caixa preta da gestão do prefeito Miller Assis. Só que, no lugar de ficar perdendo tempo com questiúnculas, passará os dados encontrados para o Ministério Público, para a Polícia e, quando for o caso, para a Justiça.

Miller Assis, com a caixa preta aberta, possivelmente responderá a vários processos judiciais, informa a equipe de Carlão da Fox. “Não se tratará de perseguição, e sim de defesa do interesse da sociedade, do interesse público.”

Novos indicados de Marconi Perillo podem surpreender gregos, goianos, troianos e tucanos

O governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, poderá surpreender gregos, troianos, tucanos, pessedistas e pepistas e anunciar nomes novos, do e fora do meio político, para compor seu secretariado.

O tucano-chefe tem dito que quer uma equipe menos burocrática, mais ágil. Porque há quem se escude na tese de que “falta dinheiro para quase tudo” para ficar parado e justificar sua falta de criatividade.

Um recado tem sido claro: não há vacas sagradas no governo. Quer dizer, ninguém é intocável.

Thiago Peixoto é um dos principais interlocutores de Marconi Perillo

O deputado federal Thiago Peixoto (PSD) permanece como um dos principais interlocutores do governador de Goiás, Marconi Perillo, a respeito de temas locais e nacionais.

Em Brasília, segundo seus colegas da Câmara dos Deputados, é um dos políticos mais articulados. “Thiago Peixoto chegou e, rapidamente, passou a participar do alto clero. É um caso raro.”

O motivo? A força das ideias, diria o filósofo anglo-letão Isaiah Berlin.

Brasília aposta que Lula da Silva e Renan Calheiros vão ser presos e condenados

[caption id="attachment_64562" align="alignleft" width="620"]Renan Calheiros e Lula | Foto: José Cruz/ Agência Brasil Renan Calheiros e Lula | Foto: José Cruz/ Agência Brasil[/caption]

Em Brasília só há dois tipos de apostadores. Primeiro, os que garantem que o ex-presidente da República Lula da Silva, do PT, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, do PMDB, serão presos. Segundo, os que discutem as datas das prisões. Numa coisa concordam: as prisões tendem a sair antes do Carnaval de 2017. Para que, exatamente, seja tema dos bailes.

Há um consenso de que Renan Calheiros começa a usar o Senado para tentar intimidar a Justiça. Pode ser um caminho para que sua prisão seja pedida e, por fim, aceita pelo Supremo Tribunal Federal. O senador tem seguindo o mesmo roteiro — improdutivo e perigoso — de Eduardo Cunha. Só é um pouco mais sutil e, quiçá, cínico.

Henrique Meirelles é competente, mas veio burocrata trava ações do governo federal

Michel Temer aprecia seu ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, tanto pela firmeza de propósitos quanto pela lealdade e competência técnica. Mas há quem avalie que o ex-presidente do Banco Central, meio burocrata, às vezes amarra as ações do governo.

Embora seja um homem de mercado, sobretudo da área financeira, Henrique Meirelles tem se comportado, por vezes, como se fosse um acadêmico uspiano, com ar professoral.

Andrey Azeredo pode dormir presidente da Câmara de Goiânia e acabar derrotado

O vereador Wellington Peixoto, do PMDB, está jogando pesadíssimo para se tornar presidente da Câmara Municipal de Goiânia. Felizmente, Clécio Alves e Andrey Azeredo, do mesmo partido, estão jogando pelas regras da legalidade.

Wellington Peixoto não é uma galinha morta como pensam alguns. Ele articula o tempo todo e conta com o apoio do irmão, o deputado Bruno “Cabelinho” Peixoto. Entretanto, Andrey, o favorito, dado o apoio do prefeito eleito Iris Rezende, pode dormir eleito e acabar derrotado.

O PMDB irista foi vítima de jogo pesado quando, numa jogada hábil, Armando Vergílio operou a vitória de Deivison Costa par presidente do Legislativo goianiense, há alguns anos.

Candidato a presidente da Câmara de Goiânia estaria oferecendo 100 mil reais colegas

Há notícia de que um postulante a presidente da Câmara Municipal de Goiânia estaria oferecendo até 100 mil reais por voto. Alguns vereadores estariam “comovidos” com a Bolsa Esperteza.

Parece inacreditável, talvez seja fofoca. Porém, se a notícia for verdadeira, é o que se pode chamar de inominável.

Temer e sua equipe tratam o deputado Daniel Vilela com deferência

Auxiliares mais próximos de Michel Temer, sempre que encontram o deputado federal Daniel Vilela, do PMDB, dizem: “Como vai, governador?”

Daniel Vilela é sempre tratado com extrema deferência pelo presidente e por sua equipe.

Um deputado quis saber por que os temeristas tratam o político goiano tão bem e ouviu as seguintes palavras: “O presidente percebe que o futuro, bem próximo, pertence a este jovem”.

Maguito está abrindo espaço para Daniel Vilela. Mas, se ele não emplacar, disputa o governo

[caption id="attachment_77760" align="alignleft" width="620"]maguito-daniel-foto-alexandre-parrode-2 Daniel e o pai, Maguito | Foto: Alexandre Parrode/ Jornal Opção[/caption] As declarações de políticos exigem interpretações. Quando Maguito Vilela sugere que está se aposentando, para abrir espaço para o filho Daniel Vilela, o que ele quer dizer é outra coisa. Não está se aposentando e quer mesmo abrir espaço para o pupilo, mas, se ele não emplacar, volta ao palco e se apresenta como candidato a governador, em 2018.

Alexandre Baldy tem atuação firme em Brasília e se afasta da política populista

[caption id="attachment_79428" align="alignleft" width="620"]Baldy durante entrevista ao Jornal Opção Baldy durante entrevista ao Jornal Opção[/caption]

O deputado federal Alexandre Baldy, político moderno, não vive de salamaleques e tapinhas nas costas de aliados de suas bases eleitorais.

Mas em Brasília é um deputado atuante, participando dos debates e discutindo, com firmeza, os assuntos de interesse do país.

Na CPI do BNDES, o parlamentar goiano, de tão competente e bem informado, ganhou espaço na mídia nacional.

O líder do PTN não é um político populista, o que às vezes incomoda aqueles que estão acostumados com os políticos tradicionais.

PSB quer bancar Marconi Perillo para vice de Geraldo Alckmin

[caption id="attachment_61816" align="alignleft" width="620"]Alckmin e Marconi Perillo | Foto: Eduardo Ferreira Alckmin e Marconi Perillo | Foto: Eduardo Ferreira[/caption]

O PSB de Carlos Siqueira e o PSD de Gilberto Kassab podem bancar Marconi Perillo, do PSDB, para presidente da República. O PSB gostaria de filiá-lo para que se torne vice na possível chapa presidencial do governador Geraldo Alckmin, do PSDB.

Acredita-se que a articulação parta de Geraldo Alckmin, que mantém relacionamento estreito com o PSB de São Paulo.

Marconi Perillo é um dos principais interlocutores de Alckmin, Serra, Aécio e Kassab

Player político nacional, o governador de Goiás, Marconi Perillo, do PSDB, tornou-se um dos principais interlocutores do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, do PSDB, do ministro das Relações Exteriores, José Serra, do PSDB, do senador Aécio Neves, do PSDB, e do presidente do PSD, ministro Gilberto Kassab. No e fora do ninho tucano, é convocado para opinar sobre vários assuntos.

Aécio Neves deve disputar o governo de Minas Gerais. Senão perderá força na política nacional

[caption id="attachment_72386" align="alignleft" width="620"]Os senadores Antonio Anastasia e Aécio Neves conversam durante sessão que decide se a presidenta Dilma irá a julgamento final no processo de impeachment | Foto:  Antonio Cruz/Agência Brasil Os senadores Antonio Anastasia e Aécio Neves: ex-governadores de Minas Gerais| Foto: Antonio Cruz/Agência Brasil[/caption]

O senador Aécio Neves tem dito aos seus pares mais íntimos que ou volta para Minas Gerais, para disputar o governo em 2018, ou Minas se tornará apenas um retrato na parede de seu apartamento carioca.

Aécio Neves, o mineiro mais cariosa de Minas Gerais, está perdendo contato com o eleitorado de seu Estado. Porém, apesar de todos os percalços e lava-jatos, é apontado como gestor eficiente, de ideias arejadas.

Suas chances de se eleger em 2018 são altas, dada a decepção generalizada com o governador Fernando Pimentel. O petista, tudo indica, perderá o mandato e será condenado pela Justiça. Está enroladíssimo.