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Picada pela mosca azul da política, Ana Carla pode ser ministra, diretora de banco ou candidata

[caption id="attachment_64855" align="alignright" width="620"]Ana Carla Abrão em entrevista ao Jornal Opção | Foto: Renan Accioly Ana Carla Abrão em entrevista ao Jornal Opção | Foto: Renan Accioly[/caption] Ana Carla Abrão Costa é uma economista brilhante, com a diferença de que, além do conhecimento teórico — é doutora em economia pela Universidade de S. Paulo —, não descurou da prática no mercado público e privado. Depois de uma passagem bem-sucedida pela área bancária, como executiva, aceitou o convite para ser secretária da Fazenda do governo de Goiás. Corajosa e firme, fez, bancada pelo governador Marconi Perillo (PSDB), um ajuste fiscal dos mais rigorosos e eficientes — por isso apontado como modelo para o país por economistas e jornais nacionais, como o “Valor Econômico”. Como resultado de suas ações no ajuste da máquina pública, uma espécie de monstro pantagruélico — devorador de quase todos os recursos financeiros —, Ana Carla ganhou projeção nacional. Se quisesse, poderia ter assumido cargos de diretoria tanto no BNDES quanto no Banco Central. Mas um cargo mais elevado pode estar à sua espera — o de ministra do Planejamento do governo do presidente Michel Temer. Tem inclusive o apoio do tucano-chefe Marconi Perillo. Na verdade, Marconi Perillo prefere mantê-la no seu governo. Ele disse isto ao Jornal Opção na semana passada. A amigos, Ana Carla tem dito que tende a ficar no governo até dezembro deste ano. Se não for para o governo de Temer, volta para São Paulo (tem sido cobrada pelos filhos, que moram lá). Há outra informação: Ana Carla pode iniciar uma carreira política por Goiás, a partir de 2018. Pode disputar mandato de governadora ou, se sua mãe, a senadora Lúcia Vânia (PSB) abrir espaço, disputar mandato de senadora.

Gomide deve ser vice de Daniel Vilela na disputa de 2018. Negociação passa pela Prefeitura de Anápolis

[caption id="attachment_73162" align="alignright" width="620"]Montagem Montagem[/caption] O PMDB havia preparado o empresário e vereador Eli Rosa para ser candidato a prefeito. Mas, devido ao desgaste do PT, o ex-prefeito Antônio Gomide negociou com o presidente do PMDB, deputado federal Daniel Vilela. Eli Rosa tornou-se vice na chapa do prefeito João Gomes, do PT, e Antônio Gomide será vice de Daniel Vilela, se este for candidato a governador em 2018.

Crise na base governista em Pirenópolis: Frederico Jayme não apoia a candidatura de Luiz Armando

[caption id="attachment_46148" align="alignright" width="620"]Frederico Jayme | Foto: Fernando Leite Frederico Jayme | Foto: Fernando Leite[/caption] Há uma grave crise na base política governista em Pire­nópolis. O chefe de gabinete do governador Marconi Perillo, Frederico Jayme, do PSDB, não apoia o candidato do PSD a prefeito, Luiz Armando Pompeu de Pina, que tem como vice o tucano Edmundo Siqueira. “Não apoio a chapa, até por uma questão jurídica, pois Luiz Armando, embora tenha recorrido, permanece cassado. A candidatura dele não foi registrada” [no site do TSE está anotado: “Aguardando julgamento”]. O DEM banca a candidatura de João do Léo. Altamir Men­donça, postulante do PP, conta com o apoio do prefeito Nivaldo Melo. Paulo Daiam disputa pelo PTB. “O quadro político está equilibrado e indefinido, dada a questão jurídica”, frisa Frederico Jayme. “Por enquanto, não estou apoiando ninguém”, sublinha.

Marconi Perillo diz que seu governo vai terminar o ano com dinheiro em caixa

[caption id="attachment_70008" align="alignright" width="620"]marconi feliz Arquivo[/caption] O governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), disse ao Jornal Opção que vai terminar o ano com dinheiro em caixa. É o resultado de um ajuste fiscal rigoroso. A responsabilidade com o uso do dinheiro público tornou o governo saudável em termos financeiros. Ao contrário do governo de Goiás, que está com as contas equilibradas, 11 Estados correm sério risco de deixar de pagar a folha dos servidores em setembro, entrando em colapso em função do descontrole dos gastos públicos.

Magda Mofatto pode apoiar Ronaldo Caiado para o governo para ser apoiada para senadora

Aliados da deputada federal Magda Mofatto (PR) admitem que, para disputar mandato de senadora, em 2018, ela pode aliar-se com o senador Ronaldo Caiado, do DEM, que planeja disputar o governo de Goiás. Sem o apoio do PMDB, que deverá bancar Maguito Vilela ou Daniel Vilela para o governo, Ronaldo Caiado terá de montar outro grupo político. Daí a possibilidade de composição com os deputados Alexandre Baldy (PTN) e Magda Mofatto. Os mofattistas sugerem que a chamada base aliada irá lançar para o Senado, em 2018, o governador Marconi Perillo (PSDB) e a senadora Lúcia Vânia (ou Ana Carla Abrão), do PSB.  

Carlos Antônio e Roberto Naves vencem debate e encurralam o prefeito João Gomes

Candidato a prefeito de Anápolis pelo PTB, Roberto Naves — com um discurso afiado e presença ativa na política local — afirma que, no debate realizado pela Rádio Manchester, houve dois vencedores: ele e Carlos Antônio, do PSDB. Roberto Naves frisa que o prefeito João Gomes, do PT, “foi muito mal”. Carlos Antônio confirma: “Ganhei o debate e o prefeito não respondeu às perguntas com precisão”. Carlos Antônio e Roberto Naves, numa dobradinha não planejada, encurralaram João Gomes. Fica-se com a impressão de que, sem Antônio Gomide por perto, soprando alguma coisa nos seus ouvidos, o prefeito fica meio perdido. “Ele deveria andar com um fone de ouvido e, assim, Gomide poderia comandá-lo a distância”, afirma um aliado do deputado Alexandre Baldy (PTN).

Em Aparecida de Goiânia, Marconi Perillo opera para eleger Alcides Ribeiro a prefeito

O governador Marconi Perillo (PSDB) mantém relação cordial com o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela (PMDB). Mas tem dito aos aliados que, em política, é preciso escolher um lado. No município, está ao lado de Alcides Ribeiro e do colégio Silvio Benedito, do PSDB e do PP, e que, possivelmente, subirão no palanque de seu candidato a governador, em 2018. Enganam-se aqueles que pensam que o tucano-chefe está fora do processo político, deixando o barco navegar como se a deriva. Nada isso. Ele participa das articulações e joga com habilidade para montar uma base mais sólida para 2018. Um verdadeiro político não renuncia à política por nada. E, como se sabe, Marconi Perillo é um animal político de primeira linha. É um político profissional, na acepção moderna e positiva do sociólogo alemão Max Weber.

João Campos vai trocar eleição de deputado pela de senador em 2018

O deputado Federal João Campos, que não vai disputar a reeleição, será candidato a senador em 2018. Pelo PRB. João Campos tem dito a aliados e amigos que se cansou da Câmara dos Deputados e que, em 2018, não vai aceitar pressões para retirar sua postulação ao Senado. Ele avalia que já articulou uma estrutura adequada para que possa disputar mandado de senador.

Carlos Antônio é o nome do candidato de Marconi Perillo em Anápolis. Não há outro

Que fique claro aos cautos e aos incautos: Marconi Perillo só tem um candidato a prefeito de Anápolis: o deputado estadual Carlos Antônio, do PSDB, partido do governador. Ressalte-se que Carlos Antônio filiou-se ao PSDB convidado pessoalmente pelo tucano-chefe. Marconi Perillo tem um compromisso especial com o jovem tucano.  

Marconi Perillo vai aplicar a lei de Newton em relação a aliados-traidores: ação e reação

O governador Marconi Perillo comporta-se de maneira light, sem se preocupar com picuinhas e conflitos circunstanciais. Mas isto não significa que vai aceitar calado às críticas dos adversários e, por vezes, dos aliados. Sempre que necessário, vai se posicionar, com clareza e firmeza. O tucano-chefe sublinha que, em política, não há aliados pela metade. Ou se é ou não se é aliado. Recado do governador a aliados que fazem chantagem política na eleição municipal e se juntam a adversários em alguns municípios: na política também vale a Lei de Newton: a toda ação corresponde uma reação. O tucano-chefe também não vai se comportar meramente de modo reativo. Vai agir mais do que reagir.

Se João Campos for para o Senado, Elismar Veiga pode disputar mandato de deputado federal

É provável que, com a saída de João Campos do páreo, as Assembleias de Deus de Goiás possam hipotecar apoio, para deputado federal, ao pastor Elismar Veiga (PHS), vice na chapa de Carlos Antônio, candidato a prefeito do PSDB em Anápolis. Mas é um assunto sobre o qual o líder humanista não quer conversar neste momento. Elismar Veiga, segundo aliados, sublinha que mais importante é discutir a eleição municipal de 2016 e sugere que 2018 ainda está relativamente distante.

Iris Rezende proíbe seu vice, Major Araújo, de continuar falando em bolsa-arma

O candidato do PMDB a prefeito de Goiânia, Iris Rezende, não estaria muito satisfeito com o Major Araújo (PRP), que, além de palpiteiro, teria um discurso excessivamente radical, o que, sendo moderado, não agrada ao peemedebista. De cara, o ex-prefeito vetou a tal de “bolsa-arma” — uma proposta do militar aposentado e deputado estadual. Quando alguém fala em “bolsa-arma”, o decano do PMDB fecha a cara, irritado. Iris Rezende tomou ojeriza do assunto.  

Marcelo Augusto diz que, se Iris Rezende disser que ficará na prefeitura, será candidato a governador

[caption id="attachment_69280" align="alignright" width="620"]Em “contato com Deus”, Iris Rezende demora a definir candidatura a prefeito de Goiânia | Foto:  Fernando Leite/Jornal Opção  Foto: Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] “Iris Rezende só vai disputar o governo do Estado de Goiás em 2018 se falar que, eleito, não vai deixar a Prefeitura de Goiânia”, afirma o presidente do PHS de Goiânia, Marcelo Augusto. O ex-presidente da Câmara Municipal diz que Iris Rezende sempre conta com a suposta memória curta das pessoas e sempre arranja uma desculpa para deixar o governo e se candidatar a outro posto que considera mais importante. “Goiânia, desde a década de 1960, sempre foi vista por Iris Rezende como trampolim para disputar o governo do Estado. Ele não mudou nada, mas nada mesmo.”

Jorcelino Braga promete campanha barata para Iris Rezende e obtém vice para Major Araújo

O deputado Major Araújo só se tornou vice porque o presidente do PRP, o marqueteiro Jorcelino Braga, prometeu a Iris Rezende que fará sua campanha por um preço bem abaixo do que os demais candidatos a cargos majoritários estão pagando. O peemedebista tem dito que fazer uma campanha barata, por isso estaria adotando uma “política de guerra” — com a tese de “mais ação e menos gastos”. O PRP é um partido que não acrescenta muito. E, como resposta ao candidato do PR, deputado federal Waldir Delegado Soares, Major Araújo não acrescenta muito.  O delegado, segundo aliados do PR, entende mais de segurança pública do que o militar aposentado.

José Nelto diz que Waldir Soares não pode transformar eleição em novo concurso para delegado

Do deputado estadual José Nelto, do PMDB: “Waldir Soares não pode transformar a eleição em Goiânia numa espécie de segundo concurso para delegado de polícia”.