Por Raphael Bezerra
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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) autuou 40 cerâmicas em Goiás por irregularidades ambientais, incluindo a falta de licença e o uso de madeira nativa sem comprovação de origem legal. As ações fazem parte da Operação Tijolo Mole, que está na segunda fase e já fiscalizou 57 empreendimentos em diferentes municípios goianos.
Segundo a Semad, 17 cerâmicas foram flagradas funcionando sem licença ambiental, o que resultou em R$ 383 mil em multas. Outras 23 utilizavam madeira sem o Documento de Origem Florestal (DOF), obrigatório para o transporte e uso de produtos de origem vegetal. Nesse caso, as penalidades somaram R$ 925,9 mil, além da apreensão de 3.592 metros estéreos de madeira, o equivalente a aproximadamente 5.400 metros cúbicos.
Na primeira fase da operação, deflagrada em setembro, os fiscais visitaram empreendimentos em Jussara, Israelândia, Iporá, São Luiz de Montes Belos, Bom Jardim de Goiás, Aruanã, Goiás, Itapuranga, Damolândia, Ouro Verde de Goiás, Silvânia, Caldazinha, Leopoldo de Bulhões, Inhumas, Avenópolis, Anicuns e Adelândia. A segunda fase se concentrou em Palmeiras de Goiás.
O subsecretário de Licenciamento e Fiscalização Ambiental, Robson Disarz, que também participou das ações em campo, destacou a importância do cumprimento das normas ambientais.
“Cumprir a legislação ambiental é fundamental para garantir a sustentabilidade e a manutenção dos recursos para gerações futuras”, afirmou.
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A Polícia Civil de Goiás (PCGO) prendeu, na manhã desta quinta-feira, 16, sete pessoas suspeitas de envolvimento com o transporte clandestino de passageiros na Rodoviária de Goiânia. A ação, conduzida pela Central de Flagrantes, foi realizada em conjunto com a Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Polícia Militar e Agência Goiana de Regulação (AGR).
De acordo com as autoridades, os detidos foram autuados em flagrante pelo crime previsto no artigo 265 do Código Penal, que tipifica o ato de atentar contra a segurança ou o funcionamento de serviço de utilidade pública — como o transporte coletivo interestadual e intermunicipal. O delito é considerado grave e inafiançável.
Os agentes constataram que os motoristas aliciavam passageiros e realizavam viagens sem autorização legal, utilizando veículos sem vistoria técnica, seguro obrigatório e fora de qualquer controle de fiscalização. Além de um risco direto à vida e à integridade dos usuários, a prática compromete o funcionamento regular dos serviços públicos de transporte, afetando o direito de ir e vir com segurança da população.
Fiscal da ANTT, Jesiel Marcelino alerta para os riscos de utilização de transporte clandestino. “Comprar passagem apenas no terminal rodoviário é uma questão de segurança. Esse transporte clandestino, feito por pessoas que muitas vezes nem habilitação possuem, coloca em risco o bem mais valioso que temos: a vida. É o barato que sai caro, que pode custar a sua vida”, disse
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