Por Luan Monteiro
Entre os conteúdos expostos, foram divulgadas fotos pessoais em que o diretor do FBI aparece fumando charuto e em um carro conversível
A medida foi ajuizada pela promotora de Justiça Gabriela Paula de Castro
A cobrança foi feita em despacho assinado na tarde desta sexta-feira, 27
Com a posse, ela passa a ocupar a principal liderança espiritual de cerca de 85 milhões de anglicanos em todo o mundo
O comportamento foi observado em situações de assédio reprodutivo dentro da própria espécie
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A iniciativa é destinada a pessoas entre 15 e 29 anos inscritas no Cadastro Único
Autoridades da Organização Mundial da Saúde (OMS) afirmaram que trabalham com a possibilidade de um cenário extremo caso o conflito envolvendo Irã, Estados Unidos e Israel se agrave. A preocupação foi expressa por Hanan Balkhy, diretora regional da entidade para o Mediterrâneo Oriental, que disse que o órgão já considera a hipótese de um incidente nuclear.
Segundo ela, esse é o cenário que hoje mais preocupa a organização. “O pior cenário é um incidente nuclear, e isso é o que mais nos preocupa”, disse. Na sequência, ela afirmou que, por mais que haja preparação, os danos seriam inevitáveis. “Por mais que nos preparemos, não há nada que possa impedir o dano que virá”, disse, ao alertar que as consequências poderiam atingir a região e se estender por décadas.
De acordo com Balkhy, equipes das Nações Unidas discutem respostas para um incidente “em um sentido mais amplo”, o que incluiria tanto um ataque a instalação nuclear quanto o uso de uma arma. “Estamos pensando nisso e realmente esperamos que isso não aconteça”, afirmou.
Ainda segundo o relato, a OMS tem atualizado orientações internas para seus funcionários sobre como agir diante de um eventual incidente nuclear. A organização também passou a reforçar informações sobre os riscos duradouros ligados à exposição à radiação.
A movimentação ocorre em meio ao agravamento da ofensiva militar dos Estados Unidos e de Israel contra o Irã. No início da operação, integrantes do alto escalão da Defesa norte-americana sustentaram que a meta era neutralizar a capacidade iraniana de desenvolver arma nuclear.
O conflito também provocou desgaste político dentro do próprio governo dos Estados Unidos. Joe Kent, então diretor do Centro Nacional de Contraterrorismo, deixou o cargo ao afirmar que não podia apoiar a continuidade da guerra. Segundo ele, o Irã “não representava ameaça iminente ao nosso país”.
Em outra frente, a diretora de Inteligência Nacional dos Estados Unidos, Tulsi Gabbard, afirmou ao Comitê de Inteligência do Senado que os ataques americanos e israelenses do ano passado teriam destruído a estrutura de enriquecimento nuclear iraniana. “Não houve, desde então, nenhum esforço para tentar reconstruir sua capacidade de enriquecimento”, disse. Ela acrescentou que as entradas das instalações subterrâneas bombardeadas foram “enterradas e seladas com cimento”.
Já David Sacks, assessor da administração Trump, disse que sugeriu a possibilidade de Israel ampliar a guerra ao cogitar o uso de arma nuclear. Depois, Trump reagiu ao comentário e afirmou que “Israel nunca faria isso”.
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