Por João Reynol
Além disso, o PL institui a criação do Fundo de Equalização Federativa (FEF), decorrente do Programa de Pleno Pagamento de Dívidas dos Estados (Propag)
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A Polícia Civil de Goiás (PC-GO) deflagrou a Operação Última Rodada, nesta quinta-feira, 4, para cumprir 20 mandados judiciais em Goiânia e Aparecida de Goiânia, visando responsabilizar integrantes de uma torcida organizada que fizeram uma emboscada e agrediram torcedores rivais.
O caso ocorreu no último dia 1º de outubro de 2025, no Conjunto Residencial São Geraldo, em Goiânia, quando cinco vítimas vilanovenses foram emboscadas e agredidas com barras de ferro e porretes por membros da Força Jovem do Goiás – Zona Central e Zona Norte.
Pelas imagens de videomonitoramento, é possível observar o veículo dos criminosos — um grupo dividido em dois carros e uma motocicleta — colidindo com o carro das vítimas e iniciando o confronto.
Os mandados cumpridos correspondem a 10 mandados de prisão e 10 mandados de busca e apreensão.
Confira as imagens:
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A empresa 2M Produções Musicais Ltda. foi condenada a indenizar uma fã agredida por seguranças no show da dupla Henrique & Juliano em R$ 4.500 por danos morais e materiais. A decisão foi proferida pelo juiz Vanderlei Caires Pinheiro, do 6º Juizado Especial Cível da Comarca de Goiânia, do Tribunal de Justiça de Goiás (TJ-GO).
O caso aconteceu no dia 3 de maio de 2025, no estacionamento do Estádio Serra Dourada, em Goiânia, quando a vítima foi empurrada por seguranças, sofrendo machucados leves. Segundo o processo, a mulher tentava acessar o portão da área do estacionamento para se retirar do local quando foi abordada pelos seguranças.
Em contrapartida, a empresa alega que a segurança era de responsabilidade da companhia UP Music Produções e Eventos Ltda., que prestava serviços de organização, segurança e logística do evento. Além disso, os seguranças fariam parte do grupo Office Segurança, contratado pelo Estado para garantir a segurança do local. Dessa forma, a 2M atuaria apenas no agenciamento artístico da dupla.
Apesar disso, o juiz entendeu que o dano moral sofrido pela vítima é “evidente” e determinou a indenização. “A agressão física injusta e vexatória por parte dos seguranças, em local público, lançando a requerente ao chão, e a posterior omissão de socorro violaram a dignidade, a honra e a integridade física e psíquica”, afirmou.
Na decisão, a 2M deve pagar R$ 4 mil por danos morais e R$ 500 por danos materiais relativos à consulta médica.
O Jornal Opção entrou em contato com a empresa e aguarda o posicionamento.
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