Por Giovanna Campos
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A Justiça da Paraíba decretou, na tarde deste domingo, 25, a prisão preventiva do cantor João Lima, investigado por violência doméstica contra a esposa. A decisão ocorre após a repercussão nacional de vídeos divulgados nas redes sociais que mostram o artista agredindo a vítima.
O mandado foi expedido pelo plantão judiciário do Tribunal de Justiça da Paraíba (TJPB), em decisão assinada pelo juiz Bruno César Azevedo Isidro, que apontou a necessidade da medida para garantia da ordem pública.
De acordo com o processo, as agressões teriam ocorrido no dia 18 de janeiro, quando o cantor teria desferido socos, feito apertos na mandíbula da vítima e a amordaçado para impedir que pedisse socorro. Ainda segundo os autos, ele teria entregado uma faca à esposa, ordenando que ela tirasse a própria vida.
Três dias depois, conforme a decisão judicial, João Lima teria ido até a casa da mãe da vítima, onde voltou a ameaçá-la, afirmando que acabaria com sua vida caso o relacionamento não fosse retomado e que mataria ambos se ela se envolvesse com outra pessoa.
Além da prisão preventiva, a Justiça concedeu medida protetiva de urgência em favor da vítima. O cantor está proibido de se aproximar da esposa, de manter qualquer tipo de contato com ela ou com seus familiares, e de frequentar a residência onde o casal morava. A decisão estabelece distância mínima de 300 metros, além de vedar a presença do investigado em locais públicos como shoppings e academias, para evitar eventual reencontro.
A Polícia Civil da Paraíba investiga o caso. A vítima registrou Boletim de Ocorrência na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher, em João Pessoa. Segundo a defesa da vítima, as agressões teriam começado durante a lua de mel do casal, em novembro de 2025, e parte dos episódios foi registrada por câmeras internas da residência.
Após a repercussão do caso, a esposa do cantor, a médica Raphaella Brilhante, publicou um relato nas redes sociais confirmando as agressões. No texto, afirmou enfrentar “uma dor que atravessa o corpo e a alma” e destacou que as medidas legais estão sendo adotadas com respeito às decisões da Justiça.
A reportagem tentou contato com a defesa de João Lima, mas não obteve retorno até a última atualização desta matéria.
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Um estudo científico publicado em janeiro de 2026 na prestigiada revista PLoS Biology trouxe novas evidências para um tema que sempre despertou curiosidade, tabus e debates: o impacto do tamanho do pênis na vida social e sexual masculina. Segundo a pesquisa, o tamanho do órgão genital, combinado com altura e formato do corpo, influencia diretamente como os homens são percebidos — tanto por mulheres quanto por outros homens.
A investigação foi conduzida por uma equipe internacional de pesquisadores e utilizou tecnologia de ponta para criar 343 corpos masculinos virtuais em tamanho real. Essas figuras variavam apenas em três características físicas: altura, formato corporal (especialmente a largura dos ombros em relação à cintura) e tamanho do pênis. Mais de 800 voluntários participaram do experimento, avaliando essas imagens presencialmente e também pela internet.
Os resultados mostraram que as mulheres classificaram como mais atraentes os homens mais altos, com corpo em formato de “V” e pênis maiores. Embora o formato corporal tenha sido o fator mais determinante, o tamanho do pênis teve um efeito significativo e consistente na avaliação da atratividade sexual, contrariando a ideia de que sua importância seria apenas um mito cultural.
O dado mais surpreendente, porém, veio das avaliações feitas pelos próprios homens. Participantes do sexo masculino consideraram rivais com pênis maiores como mais ameaçadores fisicamente e mais competitivos sexualmente. Em outras palavras, o tamanho do pênis influenciou até mesmo a percepção de risco em uma possível briga, funcionando como um sinal de força, dominância e status.
De acordo com os cientistas, esta é a primeira vez que um experimento controlado demonstra que o tamanho do pênis é usado pelos homens como um indicador da capacidade de luta de um rival. A explicação pode estar ligada à testosterona, hormônio que influencia tanto o desenvolvimento genital quanto características associadas à força física e à agressividade.
O estudo também revelou que o efeito do tamanho do pênis não cresce de forma ilimitada. Para as mulheres, os ganhos em atratividade diminuem após certo ponto, indicando que existe um limite biológico para essa preferência. Já entre os homens, a percepção de ameaça continuou aumentando à medida que as características físicas se tornavam mais exageradas.
Apesar do destaque dado ao tema, os pesquisadores ressaltam que altura e formato corporal ainda pesam mais do que o tamanho do pênis na avaliação geral da força e da atratividade masculina. Ainda assim, o órgão genital aparece como um elemento adicional relevante, especialmente no contexto da competição entre homens.
O que isso diz sobre a evolução humana?
Os autores concluem que a evolução do pênis humano pode ter sido moldada não apenas por fatores reprodutivos, mas também por pressões sociais e comportamentais. A escolha feminina e a rivalidade masculina teriam atuado juntas ao longo da evolução, favorecendo homens mais altos, com corpos mais largos na parte superior e pênis maiores.
A descoberta reforça que padrões de atração e percepção de poder não são apenas construções culturais, mas também resultado de mecanismos evolutivos profundos. E mostra que, mesmo em sociedades modernas, julgamentos rápidos sobre força, ameaça e desejo continuam sendo influenciados por sinais físicos ancestrais.
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