Por Euler de França Belém

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Luiz Bittencourt vai participar ativamente da campanha para prefeito

[caption id="attachment_63488" align="alignright" width="620"]Bittencourt durante entrevista ao Opção | Foto: Marcello Dantas Bittencourt durante entrevista ao Opção | Foto: Marcello Dantas[/caption] O ex-deputado federal Luiz Bittencourt anuncia que vai participar ativamente da campanha de prefeito, como observador crítico. Vai avaliar propostas e dar opiniões sobre as candidaturas. Promete muita polêmica.

Candidato Francisco Júnior prima pelo discurso técnico de qualidade

O candidato do PSD a prefeito de Goiânia, Francisco Júnior, começa a se diferençar de seus adversários pelo discurso mais técnico — com propostas ousadas — e profundo conhecimento dos problemas da cidade. Não só: ele apresenta solução factíveis para eles. Há quem aposte que o postulante da aliança PSD-PTB tem espaço garantido para crescer no eleitorado formador de opinião. Ele precisa conseguir que os eleitores ouçam com atenção suas propostas. Até agora, não conseguiu, mas a campanha começou há pouquíssimo tempo.

É tensa a relação política da senadora Lúcia Vânia com o governador Marconi e com o vice José Eliton

[caption id="attachment_73126" align="alignright" width="620"]Montagem Montagem[/caption] Apesar do apoio ao candidato do PSB a prefeito de Goiânia, Vanderlan Cardoso, a relação política entre o governador de Goiás, Marconi Perillo, o vice-governador José Eliton, do PSDB, e a senadora Lúcia Vânia, presidente do PSB, é avaliada como tensa. Governistas querem entrar com tudo na campanha, mas esbarram na “má vontade” da líder. Pesquisadores avaliam que a candidatura encorpou depois da aliança com o PSDB, mas, se ficar mais azeitada, tende a ganhar mais musculatura.

Jardel Sebba, candidato do PSDB em Catalão, recebe adesões de aliados de Adib Elias

[caption id="attachment_48139" align="alignright" width="620"]Jardel Sebba e Adib Elias| Fotos: Fernando leite/Jornal Opção Jardel Sebba e Adib Elias| Fotos: Fernando leite/Jornal Opção[/caption] A campanha do prefeito de Catalão, Jardel Sebba (PSDB), candidato à reeleição, começou quente. Segundo tucanos, o candidato à reeleição recebe dezenas de adesões de aliados do postulante do PMDB, Adib Elias. A cúpula peemedebista ressente-se da falta de estrutura para fazer campanha à altura da tradição do partido na cidade. Ademais, embora em campanha, não é certo que Adib esteja 100% garantido como candidato. No site do TSE, aparece: “Aguardando julgamento”.

Thiago Peixoto diz que o prefeito Cristóvão Tormin permanece candidato à reeleição

[caption id="attachment_70590" align="alignright" width="620"]Arquivo Arquivo[/caption] O deputado federal Thiago Peixoto (PSD) afirma que, ao contrário do que “estão espalhando”, o prefeito de Luziânia, Cristóvão Tormin (PSD), é candidato à reeleição. No site do TSE aparece assim: “Aguardando julgamento”. Bancado pelo deputado Célio Silveira, o tucano Marcelo Melo continua como favorito.

Petista e marqueteiro dizem que ninguém ganha de Gustavo Mendanha em Aparecida de Goiânia

[caption id="attachment_63834" align="alignright" width="620"]Foto: Jornal Opção Foto: Jornal Opção[/caption] Candidato a prefeito de Aparecida de Goiânia pelo PMDB, o vereador Gustavo Mendanha pode sair como o grande fenômeno da eleição deste ano. Começou mal, longe dos primeiros colocados, mas aos poucos está crescendo. “No momento, Gustavo Mendanha está praticamente empatado com Marlúcio Pereira, em segundo lugar. Só que, diferentemente do postulante do PSB, está crescendo, enquanto o rival estagnou e tende a cair. Aos poucos, está se aproximando do líder, Alcides Ribeiro, do PSDB”, afirma um petista. O marqueteiro Célio Rezende e o jornalista Ozéias Laurentino, que conhecem a política de Aparecida como poucos, são peremptórios: “Ninguém ganha de Gustavo”.

Candidatos sabem que dinheiro está escasso mas pressionam e fazem chantagem política

[caption id="attachment_18944" align="alignright" width="620"]Foto: O grito, de Edvard Munch Foto: O grito, de Edvard Munch[/caption] A mercadoria mais escassa na eleição deste ano não são candidatos, e sim dinheiro. Mas o comportamento de vários candidatos, sem doações de empresas e com escândalos envolvendo políticos de vários partidos e empresários, é semelhante ao dos pacientes que fazem cirurgia bariátrica: se tornam magros mas, em geral, continuam pensando como gordos. Candidatos a vereador, em Goiânia e outros municípios, com dificuldade para arranjar recursos financeiros para iniciar a campanha, pressionam, chegando a se comportar como chantagistas — alguns ameaçam renunciar à disputa —, os candidatos a prefeito.

Céticos estão errados: a Operação Lava Jato já deu certo, pois há condenados e dinheiro devolvido

A operação Lava Jato está em andamento, mas é possível concluir, como faz livro do jornalista Vladimir Neto, que é bem-sucedida. Mais de 50 pessoas, como empreiteiros e políticos, foram condenadas

Sorriso de Usain Bolt e tristeza do menino Omran celebram o mesmo: a vitória da vida sobre a morte

[caption id="attachment_73202" align="alignright" width="620"]Divulgação Divulgação[/caption] Duas imagens ganharam destaque em todo o mundo na semana passada. Na primeira, quase ao término de uma corrida, o velocista Usain Bolt sorri, como se fosse fácil fazer o que faz. Com sua simpatia, talvez mais natural do que estudada — embora o marketing eficiente construa poses “naturais” —, sorriu para, claro, os fotógrafos. Um deles captou o momento exato e a fotografia é cotada para ganhar o Pulitzer. Usain Bolt celebra, com seu rosto sorridente, a vida. Trata-se de um homem dionisíaco. Seu esforço resulta do prazer e vice-versa. Seu rosto, durante as corridas, não fica contraído. Parece sempre sereno, se não for uma máscara para uma agrura interna — não parece ser. Numa das provas, comunicou-se, pelo sorriso, com um corredor canadense — muito bom, mas não tão bom quanto o jamaicano. Os dois, quase emparelhados, pareciam se divertir num parque desses apreciados por crianças e, desconfio, até mais pelos adultos. A segunda imagem, ainda mais espetacular — o trágico pode, sim, ser espetacular, ainda que doloroso —, mostra o menino Omran Daqneesh, de 5 anos, sendo carregado por um adulto e, depois, sentado numa cadeira. Russos, tão bárbaros tecnológicos quanto os americanos, bombardearam a cidade de Aleppo, na Síria, com o objetivo de matar rebeldes que lutam contra o governo. A guerra na Síria já matou 4,5 mil crianças e matará muito mais. O edifício onde morava a família de Omran foi bombardeado e oito pessoas morreram. Omran e sua família escaparam, não se sabe até quando. Encontrado por um socorrista, o menino é sentado numa cadeia, como se estivesse semiparalisado. Aos poucos, reage, passa a mão no rosto e percebe que está empoeirado e ferido, sangrando. Mas nada diz, não reclama nem chora. As pessoas contaram que em nenhuma momento a criança chorou ou lamentou-se. O fotógrafo Mahmoud Raslan, que lembra Robert Capa, disse: “Já tirei muitas fotos de crianças mortas ou feridas por bombardeios. Normalmente elas estão desmaiadas ou choram. Mas Omran estava lá sem voz, com o olhar perdido. É como se não compreendesse muito bem o que tinha acabado de acontecer”. O garoto, ressalte-se, tem apenas 5 anos. No lugar de brincar, estava lutando, como continuará lutando, pela sobrevivência. Escapar é, quem sabe, uma de suas “diversões”.Usain Bolt 12 O Estado Islâmico criou uma espécie de Inferno na Terra no Oriente Médio, notadamente no Iraque e na Síria. Para combatê-lo, Estados Unidos e a Rússia, esta aliada da ditadura síria (a origem de minha família paterna é sírio-libanesa), matam terroristas e, muito mais, pessoas inocentes, como crianças. Não se trata de fazer discurso de esquerda, até por que estou longe de ser de esquerda, mas Estados Unidos e Rússia promovem um genocídio gigante no Oriente Médio, mas a divulgação a respeito ainda é escassa. A imagem de Omran — não indiferente, mas aceitando a guerra como um fato da região — choca e vale mais do que mil discursos. Mas os assassinatos, quase nunca cirúrgicos, vão continuar. Mas, como somos ocidentais, a nossa dor maior é quase somente, e não é acidental, pelos ocidentais. A doçura silenciosa de Omran convida-nos a pensarmos sobre aquilo que, em nome do combate ao terrorismo — que merece mesmo um combate sem quartel, mas não de maneira indiscriminada, como está ocorrendo —, os povos apresentados como civilizados estão fazendo no Iraque, na Síria e em alguns países africanos. Não se pode falar em futuro, é desde já, no presente, que se deve nominar o que está ocorrendo de genocídio, de assassinato estatizado, de uma Internacional da morte legitimada pelo necessário combate ao terrorismo. As fotos de Usain Bolt, com sua beleza negra suave e forte, e de Omran celebram a vida. A do menino parece celebrar a morte, se vista de maneira primária, mas de fato celebra a vida, a resistência e a resiliência de uma criança. Vivo, sujo, ensanguentado e impassível, nos diz mais do que se tivesse sido morto. Mas vamos esquecê-lo — sob a prevalência do trágico mais como espetáculo, até pirotécnico, do que como dor real —, e isto dói, até a próxima atrocidade... humana.

Puritanismo americano pode ter levado nadador a inventar história para esconder escapada sexual

[caption id="attachment_72953" align="alignright" width="620"]Foto: Reprodução/Facebook Foto: Reprodução/Facebook[/caption] Saul Bellow (“Herzog”) e Philip Roth (“A Marca Humana”, um registro, ficcionalizado, dos tempos sombrios de Bill Clinton e Monica Lewinsky, duas pessoas vilipendiadas pela mídia americana) exploraram em alguns de seus livros a tradição puritana dos norte-americanos. Tecnologicamente, os Estados Unidos são o país mais moderno do mundo, mas, em termos comportamentais, são de um conservadorismo que pouco tem a ver com as profundas mudanças do século 20. Óbvio que, por debaixo dos panos, a sociedade conservantista esconde outra sociedade, licenciosa. Repressão sexual gera liberação sexual escondida — às vezes perversa. O nadador Ryan Lochte talvez seja até um garoto decente. Mas, para esconder a baderna que fez num posto de gasolina e as possíveis aventuras sexuais (olimpíadas, maratonas, coisas de jovens, e não só) com moçoilas guapas — o jovem é bonito, famoso, atlético e, por certo, com os hormônios à flor da pele (ainda não precisa de Viagra, ao contrário de Anderson Silva e Jon Jones) —, inventou a história, mais indecente do que qualquer escapada sexual fora do leito oficial, de que havia sido assaltado com outros colegas. Sua namorada não poderia ficar sabendo que o galã das águas andava saracoteando pelas belas ruas, boates e, até, postos de gasolina do Rio de Janeiro. Ryan Lochte certamente é um dos puritanos à George W. Bush — gostaria de saber o que pensa disto. Mas, à escondida, faz aquilo que se deseja, mas não se comenta. Por isso, a necessidade de inventar uma história — lógica (assaltos ocorrem todos os dias na Cidade Maravilhosa) e, ao mesmo tempo, estapafúrdia (as câmeras destruíram a privacidade, em nome exatamente da segurança) — para encobrir outra história. Fica comprovado, mais uma vez, que não se vive como se prega, o que se prega quase nunca se faz e o que se faz não se divulga. A moral “cerca” o comportamento humano, mas não impede inteiramente as escapadas. Ryan Lochte é tão vítima — da tradição puritana (Nietzsche criticaria os valores que, embora não sejam nossos, passamos a defendê-los como se fossem e, por isso, acabam sendo nossos e, como tais, passamos adiante como verdade revelada) quanto sujeito de suas ações (o indivíduo tem condições de fazer uma coisa ou outra, mas o prazer, aquilo que se quer mas às vezes não se tem coragem de expor em palavras, para não chocar, é, muitas vezes, incontrolável e inigualável). A moral puritana é necessariamente castigadora, produtora de culpas pesadas para questões ínfimas, como traições sexuais.

Edmund de Waal, depois de A Lebre Com Olhos de Âmbar, lança o livro A Rota da Porcelona

[caption id="attachment_73052" align="alignleft" width="209"]Divulgação Divulgação[/caption] Edmund de Waal, professor da Universidade de Westminster, é autor de um livro excepcional, “A Lebre Com Olhos de Âmbar”. Não é ficção, mas o pesquisador escreve com se fosse escritor, usando sua imaginação poderosa para tornar a realidade atraente e mais rica.  A obra sobre pequenas esculturas japonesas, de madeira e marfim, tornou-se praticamente objeto de culto. O trabalho para preservar os netsukes é quase um pretexto para o autor contar a história de sua família e, no percurso, falar de escritores, como Proust, e artistas plásticos. Um de seus parentes, figura extraordinária — mecenas de grandes pintores —, tornou-se personagem do romance-romances “Em Busca do Tempo Perdido”. Os leitores apaixonados pelo livro decerto ficaram pensando: quando sairá o próximo? O novo livro saiu em inglês, em 2015, e a edição de Portugal acaba de ser posta nas livrarias, com o título “A Rota da Porcelana” (Sextante, 392 páginas, tradução de Maria Lúcia Lima). Ainda não li, mas, fiado no histórico de Edmund de Waal, vai para o topo da minha lista para este ano. A editora afirma que se trata da “história de uma obsessão” (subtítulo da obra em inglês): “Acompanhado pelo jesuíta D’Entrecolles, enviado à China do século 18, pelo cientista Tschirnhaus, amigo de Leibniz e Espinosa, pelo dissoluto Böttger, reinventor da porcelona no Ocidente, pelo Quaker William Cookworthy, Edmund de Waal leva-nos agora numa peregrinação pela história do ‘ouro branco’, a porcelona, a sua grande paixão. E nessa viagem conta-nos a história dos homens do último milênio. Fabuloso!”

O empreiteiro Léo Pinheiro, da OAS, denuncia o ministro Dias Toffoli em delação premiada

Reportagem exclusiva da Veja menciona novas informações sobre a Operação Lava Jato. Um empreiteiro teria coragem de denunciar um ministro do Supremo Tribunal Federal sem documentação segura?

A brutal deselegância de Galvão Bueno com um atleta paraolímpico

O narrador esportivo, conhecido como rei das gafes, exigiu que Fernando Fernandes se levantasse para ouvir o hino da Jamaica

Uma boa notícia cultural é o relançamento da revista “Bravo!”. A pergunta é: vai durar?

Revistas de Cultura, como a “Bravo!” e “EntreLivros”, nascem e morrem logo. Porque publicação cultural é quase mecenato. Mas vale torcer pela sobrevivência da nova “Bravo!”

Gestão em discussão no XIV Congresso Goiano de Direito Administrativo

Promoção é do Instituto de Direito Administrativo, com o apoio do governo de Goiás e da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás [caption id="attachment_72979" align="alignleft" width="620"]Francisco Taveira Neto é presidente do Idag Francisco Taveira Neto é presidente do Idag | Foto de Fernando Leite/Jornal Opção[/caption] Os últimos acontecimentos na vida política do país vem trazendo reflexos também na forma de administrar, tanto estruturas públicas como privadas. E vários temas ligados a essas mudanças estarão em discussão no XIV Congresso Goiano de Direito Administrativo. O evento começa na quarta-feira, 24, e vai até sexta-feira, 26, na sede da Associação dos Magistrados do Estado de Goiás (Asmego), em Goiânia. A promoção é do Instituto de Direito Administrativo de Goiás (Idag), com apoio do governo de Goiás e da Asmego. Segundo o presidente do Idag, Francisco Taveira Neto, a instituição tem procurado desenvolver discussões de temas atuais, durante os seus encontros. “O conhecimento acadêmico só faz sentido se estiver servindo à sociedade”, diz. Temas como o combate à corrupção, a reabilitação do Direito Financeiro e o uso das novas tecnologias estão em pauta na programação deste ano. Especialistas de todo o país participam do evento, que é aberto a estudantes e profissionais do Direito e da Administração. Combate à corrupção [caption id="attachment_72981" align="alignleft" width="400"] José dos Santos Carvalho Filho: professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro José dos Santos Carvalho Filho: professor da Universidade Federal do Rio de Janeiro[/caption] No momento em que o país vive uma profunda crise política e econômica gerida por escândalos de corrupção, o tema vai abrir o evento. Para debater o assunto, foi convidado o professor José dos Santos Carvalho Filho. Professor da UFRJ e ex-consultor do Ministério Público do Rio de Janeiro, Carvalho é autor do Manual do Direito Administrativo, uma das maiores referências acadêmicas do gênero no país, estando na ua 30ª edição. Na conferência de abertura, ele vai além da análise da corrupção, com projeções sobre os próximos passos para garantir qualidade de gestão no país. Cargos em comissãoMaria Sylvia Zanello Di Pietromaria-sylvia Controles e regras para a nomeação de cargos em comissão será outro tema do Congresso. A convidada para falar sobre o assunto é a professora Maria Sylvia Zanello Di Pietro, que atuou na USP e na Procuradoria do Estado de São Paulo. Maria Sylvia vem desenvolvendo estudos exaustivos na área do direito administrativo, como as associações do poder público com o terceiro setor. A origem dos cargos em comissão, a necessidade dos critérios para a nomeação e os desvios de sua finalidade estarão presentes nas discussões comandadas pela acadêmica. Pedaladas Um dos técnicos responsáveis pelo parecer do Tribunal de Contas da União que apontou a existência de pedaladas fiscais na gestão da presidente Dilma Rousseff, Júlio Marcelo de Oliveira vai tratar da reabilitação do Direito Financeiro, após estes eventos. Membro do Ministério Público junto ao TCU vai apontar os novos caminhos surgidos a partir do reconhecimento da prática das pedaladas. Segundo o presidente do Idag, Francisco Taveira Neto, este é um importante momento de atualização e de discussão de temas pulsantes do Direito Administrativo. “O conhecimento vem sendo registrado em artigos, revistas especializadas, nos livros, mas precisamos da participação de profissionais que estão atuando para que as boas práticas sejam mais presentes”, defende Taveira Neto. “Só assim os estudos e atuação nossa enquanto profissionais terá sentido. Precisamos qualificar as gestões e avançar para o melhor aproveitamento dos recursos disponíveis a todas as gestões, em especial as públicas.”