Por Euler de França Belém

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Deputados dizem que Eliane Pinheiro, embora não midiática, age como verdadeira líder na Assembleia

[caption id="attachment_40492" align="alignright" width="620"] Eliane Pinheiro | Foto: Marcos Kennedy[/caption] A deputada Eliane Pinheiro (PMN) é apontada pelos colegas como “a articuladora mais influente da Assembleia Legislativa de Goiás”. Eles dizem que a parlamentar, além de decisiva para tornar eficaz o diálogo do governo com o Sindicato dos Servidores da Educação (Sintego), viabilizou, junto ao governador Marconi Perillo (PSDB), a redução do ICMS sobre o boi nas operações interestaduais. Os deputados mais experimentados, tanto da situação quanto da oposição, afirmam que a deputada “é altamente produtiva”. Até parlamentares das oposições reservam palavras positivas: “Ela resolve”, “é propositiva” e “é confiável”. O governo e a Assembleia sustentam que é uma das líderes do alto clero. Mesmo não sendo midiático, o trabalho de Eliane Pinheiro aparece. Os prefeitos, como o de Uruaçu, Valmir Pedro (PSDB), afirmam que “é Deus no Céu e Eliane na Terra”.

Adib Elias pode renunciar à Prefeitura de Catalão para ser vice de Ronaldo Caiado

Numa espécie de aventura, o prefeito trabalha para ocupar posto na chapa majoritária de Ronaldo Caiado e rejeita apoio a Daniel Vilela

Maguito Vilela põe Daniel Vilela como titular de seu time, mas destaca que Goiás na Frente desequilibra

Um deputado conta que o ex-prefeito de Aparecida de Goiânia Maguito Vilela “desencucou” mesmo da política e que ouviu dele que é “definitivo”: não será candidato a governador e o postulante do PMDB será seu filho Daniel Vilela.

O peemedebista teria dito também que, com o Goiás na Frente — que deve ser ampliado —, “será muito difícil, senão impossível” (as aspas são citações expressas das palavras do parlamentar) derrotar o candidato do governo, o tucano José Eliton.

Marconi Perillo não descuida da política regional mas planeja disputar prévias presidenciais do PSDB

Políticos e jornalistas que atuam em Brasília cada vez mais mencionam o nome do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), como possível candidato a presidente da República, dada a qualidade de seu governo, sobretudo num momento em que o país chafurda numa das maiores crises da história.

Aos aliados, Marconi Perillo tem dito que não vai descuidar dos projetos políticos em Goiás, pois percebe como crucial a manutenção do poder, portanto a eleição de José Eliton para governador é crucial. Mas acrescenta que não desistiu do projeto político nacional.

O tucano-chefe está articulando, sobretudo nos bastidores, uma possível candidatura a presidente da República, com uma plataforma municipalista. Ele está costurando alianças e apoios. Mas ressalva que não há ansiedade nem força a barra. A partir de novembro, ele vai retomar a agenda nacional de maneira mais intensa (porque, a rigor, ela tem sido mantida).

Marconi Perillo planeja disputar as prévias presidenciais do PSDB.

Parte dos líderes democratas avalia que Demóstenes Torres era mais útil ao DEM do que Ronaldo Caiado

Parte dos líderes do DEM nacional avalia que, quando senador, Demóstenes Torres era mais útil para o partido do que o senador Ronaldo Caiado, que, na opinião deles, joga mais para si.

Enquanto permaneceu em Brasília, Demóstenes Torres pôs o DEM na mídia nacional positivamente. O partido chegou a articular uma maratona do então senador pelo Brasil, com o objetivo de cacifá-lo para uma disputa presidencial. Já Ronaldo Caiado, na visão de alguns democratas, não tem um perfil coletivo, para todos os integrantes do partido. Seu projeto tem nome: Ronaldo Caiado. Ele é e sempre será um outsider, nunca insider partidário.

Democratas dizem que Demóstenes Torres era firme nas posições, mas era um homem civilizado, que discutia ideias. Ronaldo Caiado também é firme, mas passa a imagem de que é truculento.

Não fosse Ronaldo Caiado senador, integrantes do DEM não teriam o mínimo pudor de repassar o comando do partido em Goiás para Demóstenes Torres.

PP e PTB começam a disputar o passe do ex-senador Demóstenes Torres

Com a ausência de Demóstenes Torres, da direita ideológica, predominou o discurso de uma direita que, aceitando provocações da esquerda, fica com a imagem de truculenta

Goiás na Frente cria um despertar pró-Marconi Perillo e José Eliton em todo o Estado

Não há um oposicionista que reflita a sério sobre a política de Goiás que não esteja francamente preocupado com a desenvoltura do governador Marconi Perillo, do PSDB. Um deputado do PMDB e um deputado do PT são unânimes: o tucano é uma verdadeira força da natureza e, por isso, está sempre “renascendo” ou se “reinventando”

O gabinete de Marconi Perillo, nos últimos meses, são as cidades e as ruas do interior. O tucano aposentou o terno e a gravata, arregaçou as mangas da camisa — como fazia na campanha eleitoral de 1998, quando derrotou o até então “inderrotável” Iris Rezende — e decidiu mergulhar num ritmo frenético de visitas e viagens pelo Goiás profundo. O programa Goiás na Frente é o seu motor.

O secretário Thales Barreto (PSDB), deputado licenciado, costuma dizer que “o programa pôs o governo de Marconi na frente e deixou a oposição, mais uma vez, para trás”. E acrescenta: “O governador Marconi Perillo que a oposição critica não é o mesmo pouco depois. Por isso digo que a oposição sempre chega atrasada quando critica tanto ele quanto seu governo”.

Nos encontros do Goiás na Frente, Marconi Perillo não tem falado de política partidária. Mas o programa está levando todo o Estado a observar com mais atenção o vice-governador José Eliton, do PSDB, que será candidato a governador. Detalhe: os prefeitos e líderes políticos e empresariais têm apreciado tanto a serenidade franca quanto o arrojo de José Eliton. Pode-se dizer que, com o Goiás na Frente, houve uma redescoberta do vice-governador. Ele em sido mais visto e, também, está agradando. É o que se diz de Norte a Sul de Goiás.

Benitez Calil, Thales Barreto, Sandes Júnior, políticos, e Nilson Gomes, jornalista, são unânimes: José Eliton está crescendo e ocupando o seu espaço e parte do espaço da oposição. “Quando as oposições acordarem, será tarde, muito tarde”, aposta Benitez Calil. Os quatro concordam: “José Eliton é um craque, sempre perceptivo e direto”.

Carlos Cachoeira não emprestou dinheiro para Wilder Morais abrir ou capitalizar a Orca Construtora

É falsa a “informação” de que a primeira grana para Wilder Morais constituir sua empresa, a Orca, foi emprestado pelo empresário Carlos Cachoeira. Os dois eram amigos, tinham excelente relacionamento, mas não faziam negócios juntos.

A ex-mulher de Wilder Morais é hoje casada com Carlos Cachoeira. Por puro acaso.

Wilder Morais, se candidato a imortal da AGL, terá de abrir a vaga para Nilson Gomes

[caption id="attachment_98925" align="alignright" width="620"] Montagem[/caption]

O senador Wilder Morais agora deu para se apresentar como escritor, pois está lançando vários livros. Porém, se candidatar a imortal da Academia Goiana de Letras — dizem que é seu próximo sonho —, quem assumirá o competente e talentoso jornalista Nilson Gomes, que, como ghost-writer, escreve os livros que o presidente do PP assina como autor.

Políticos do PMDB chamam Adib Elias de “Seu Flor e Suas Duas Mulheres”

Numa reunião do PMDB, em Goiânia, políticos ligados ao deputado federal Daniel Vilela — frise-se que o pré-candidato do partido a governador não participou das conversas — começaram a chamar o prefeito de Catalão, Adib Elias, de “Seu Flor e Suas Duas Mulheres”, numa referência à história do escritor baiano Jorge Amado. As gargalhadas eram gerais e estrepitosas.

Porém, era história para iniciados, porque todos os demais, inclusive os jornalistas, ficaram (e estão) “boiando”.

Deputado do PSDB diz que Henrique Arantes “trava” projetos governo na Assembleia

Parlamentares da base do governo de Marconi Perillo (PSDB) têm criticado a atuação do deputado Henrique Arantes (PTB).

“O petebista está atrapalhando a tramitação de alguns projetos de interesse do governo”, afirma um deputado do PSDB. “Nem Luis Cesar Bueno (PT) trava tanto o governo”, acrescenta.

Um aliado de Henrique Arantes pensa diferente: “O deputado integra a base do governo, mas foi eleito para ser um fiscal das ações do Executivo. Afinal, o Legislativo é ou não é um poder independente?”

G-6 pressiona governo Marconi Perillo e irrita a base aliada

[caption id="attachment_98920" align="alignright" width="620"] Montagem[/caption]

A base do governador Marconi Perillo na Assembleia Legislativa tem dito que o G-6, grupo integrado pelos parlamentares Simeyzon Silveira, Virmondes Cruvinel, Francisco Júnior, Carlos Antônio, Lissauer Vieira e Henrique Arantes, tem pressionado o gestor estadual de forma intensa, como se não fossem aliados.

“Deputados da base aliada — vistos como mais oposicionistas do que petistas e peemedebistas — faltam às sessões exclusivamente para travar a tramitação de matérias de interesse do governo”, afirma um deputado tucano. “Mesmo líderes de bancadas têm deixado de comparecer nas votações importantes. O presidente da Assembleia Legislativa deveria observar, pois há informações de que faltam durante dias, e nada ocorre.”

O governador Marconi Perillo tem recebido relatórios frequentes sobre os “aliados-oposicionistas”.

Flávia Morais diz que Goiás é exemplo para o país e Nédio afirma que Marconi “é o pai dos prefeitos”

[caption id="attachment_98918" align="alignright" width="620"] Arquivo[/caption]

Em Amaralina, na presença do governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), a deputada Flávia Morais (PDT) disse: “O que quero para o Brasil é o que Goiás é hoje, com obras e as contas em dia”. Tal informação é que tem chamado a atenção do país para o Estado.

O deputado estadual Nédio Leite (PSDB) sublinhouu que “Marconi Perillo é o pai dos prefeitos”.

Os dois parlamentares foram intensamente aplaudidos pelo público. Marconi Perillo, como de hábito, ficou emocionado, tanto pelo apoio quanto pelo reconhecimento.

Prefeito de Terezópolis vai asfaltar todas as ruas com dinheiro do Goiás na Frente

Thales Barreto diz que “o programa é Goiás na Frente, a oposição para trás e os prefeitos sorrindo”

Inação do prefeito de Niquelândia pode paralisar pista dos romeiros entre a cidade e Muquém

É consenso que a obra de construção da pista dos romeiros, entre Niquelândia e Muquém, por parar por culpa do prefeito de Niquelândia, Valdeto Ferreira Rodrigues.

Filiado ao PSB, o prefeito não estaria demonstrando muito interesse na obra.