Por Cilas Gontijo
Os sinais de que a relação política entre o presidente da Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg), José Mário Schreiner (MDB), e a deputada federal Marussa Boldrin, do mesmo partido, terminaram tornaram-se públicos no último sábado, 13, durante um encontro estadual de lideranças do agronegócio, em Goiânia.

Segundo uma fonte ouvida pelo Jornal Opção, diante de mais de três mil pessoas, Schreiner afirmou em tom enfático que seu novo pupilo político é o presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Goinfra), Pedro Sales, filiado ao União Brasil e pré-candidato a deputado federal. A declaração teria sido feita de forma audível a todos os presentes, inclusive à própria Marussa, que acompanhava o evento.
Marussa, no entanto, afirmou à reportagem que esteve no evento e que segue firme com o apoio de todo o grupo de José Mário. Veja a resposta na íntegra:
“Eu estive no evento, junto com Ismael Alexandrino, Pedro Sales, Tales Barreto e diversos outros deputados e lideranças. Zé Mário tem uma base muito ampla e não terá candidato de colete. A base que me elegeu em 2022 continua comigo, sigo firme com Zé Mário.”
A mudança de alinhamento teria sido confirmada poucas horas depois. Na noite do mesmo sábado, Schreiner promoveu um jantar político que contou com a presença de Pedro Sales, mas do qual Marussa não teria sido convidada.
Ainda conforme a fonte, José Mário Schreiner estaria, inclusive, articulando sua saída do MDB para se filiar ao União Brasil, partido que hoje concentra nomes estratégicos do governo estadual.
A ruptura chama atenção porque, em 2022, Marussa Boldrin — então vereadora em Rio Verde — foi escolhida pelo próprio Schreiner como sua sucessora política, movimento que pavimentou sua candidatura à Câmara dos Deputados. Agora, resta saber quais fatores levaram o presidente da Faeg a rever a estratégia e promover uma mudança tão brusca de rumo. (C.G).
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O Congresso Nacional aprovou nesta sexta-feira, 19, a Lei Orçamentária Anual (LOA) de 2026, com previsão de superávit de R$ 34,5 bilhões e a liberação de cerca de R$ 61 bilhões em emendas parlamentares.
O relatório final foi elaborado pelo relator, Isnaldo Bulhões Jr. (MDB-AL), que fez cortes em diversos programas sociais do governo federal. Entre os ajustes, estão reduções de aproximadamente R$ 300 milhões no programa de auxílio-gás e R$ 436 milhões no programa Pé-de-Meia; também foram cortados R$ 6,2 bilhões em benefícios previdenciários, além de valores destinados ao seguro-desemprego, abono salarial e bolsas de estudo no ensino superior.
As emendas parlamentares aprovadas incluem R$ 49,9 bilhões destinados a emendas individuais, de bancada e de comissão (RP 6, RP 7 e RP 8), e mais R$ 11,1 bilhões para emendas de ministérios que ficarão sob gestão do Executivo.
Também em 2026, o fundo eleitoral para as campanhas aumentou — de R$ 1 bilhão para R$ 4,9 bilhões.
O texto orçamentário agora segue para sanção presidencial. A peça aprovada contempla R$ 6,5 trilhões em gastos totais, dos quais R$ 1,83 trilhão serão usados para o refinanciamento da dívida pública.
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