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Odebrecht aponta pagamento de propina para Agnelo e Filippelli

[caption id="attachment_91864" align="alignright" width="269"] Centro Administrativo do Distrito Federal[/caption] Um dos depoimentos de um executivo da Odebrecht, em delação premiada na Lava-Jato, aponta pagamento de propina para o então governador Agnelo Queiroz (PT) e para o ex-vice-governador Tadeu Filippelli (PMDB) para favorecimento do consórcio responsável pelo novo Centro Administrativo do Distrito Federal. Na delação, o executivo João Antônio Pacífico disse que a Odebrecht negociou o repasse de R$ 15 milhões a Agnelo e Filippelli em troca de agilidade na ocupação do Centrad. No último dia de seu mandato como governador, Agnelo liberou o "habite-se", mas a autorização para a ocupação foi depois questionada pelo Ministério Público do DF e suspensa pela Justiça. Segundo Pacífico, Agnelo e Filippelli teriam designado Hermano Carvalho, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico, para intermediar as tratativas. O objetivo principal era arrecadar recursos para a campanha à reeleição da dupla, em 2014. O executivo da Odebrecht contou ter indicado o funcionário Ricardo Ferraz para participar das tratativas. A documentação incluída na delação traz 10 telefonemas entre Hermano e Ricardo, entre 19 de agosto e 22 de setembro de 2014.