Resultados do marcador: Homicídio
Histórico de conflitos condominiais e análise de imagens foram determinantes para a prisão dos suspeitos
Daiane desapareceu em 17 de dezembro de 2025, após descer ao subsolo do prédio para verificar problemas de energia em seu apartamento
Vítima possuia medida protetiva contra a própria filha por conflitos anteriores
Investigações apontam que o homem cometeu o crime por vingança
Depois da audiência de custódia, foi decretada a preventiva do pai e a mãe foi colocada em liberdade
O autor dos disparos, Carlos Alberto Azevedo Silva Filho, de 44 anos, foi preso em flagrante
O Departamento de Polícia de Los Angeles afirmou que o caso deve ser investigado como homicídio
Segundo as investigações, o crime teria começado após um desentendimento entre o suspeito e sua companheira
Homicídio aconteceu às 5h50, no km 17 da BR-060, no Recanto das Emas
Dupla de homens encapuzados efetuou seis disparos contra as vítimas
Suspeitos adentraram armados no estabelecimento
Feminicídio ocorreu após o autor voltar de uma pescaria com a testemunha do caso
O caso da professora Márcia Zaccarelli Bersaneti, condenada por matar a filha recém-nascida em 2018, ganha um novo capítulo com a decisão da Justiça de conceder prisão domiciliar a detenta. A decisão veio da análise de recurso em trânsito que deve ser julgado em breve em alegar que Mácria sofre de um câncer agressivo, com histórico de cirurgias para retirar o tumor.
A defesa destacou a decisão como “acertadíssima” em nota à imprensa e foi assinada pelo juiz Jesseir Coelho de Alcântara, alegando motivos “humanitários” para basear a decisão.
Em 2018, a Justiça condenou Márcia a 18 anos e 8 meses de prisão pelo homicídio de uma criança recém-nascida que ocorreu em 2011. O crime só foi descoberto em 2016, cinco anos depois, quando a Polícia Civil de Goiás (PC-GO) encontrou os restos mortais de uma criança e começou a investigar.
Márcia foi presa preventivamente em 2016 após as diligências, mas responde o crime em liberdade desde então. O motivo da morte foi pela real paternidade da criança, que foi fruto de um relacionamento extraconjugal com outro indivíduo. A condenação, contudo, não é definitiva, como lembrou a defesa, e ainda restam recursos que podem diminuir a pena para serem julgados. Porém, o Ministério Público de Goiás pediu para que a pena fosse cumprida provisoriamente.
Na época, a professora alegou que a morte foi acidental devido uma briga entre a professora e o ex-marido que tinha conhecimento da paternidade da criança. “Ele tentou a todo custo retirar a minha filha dos meus braços, e eu apertava ela contra o meu peito para protegê-la. Ficamos um tempo nessa briga até que fomos para casa. Quando eu cheguei, percebi que minha filha não estava mais respirando”, afirmou.
A Justiça absolveu a acusação de ocultação de cadáver, contudo, o juiz entendeu que houve “frieza” e “crueldade” por parte da acusada ao defender que a morte não foi acidental. “[O homicídio] exigiu frieza desta [condenada], uma vez que ela, de forma cruel, tampou o nariz da própria filha recém-nascida, causando-lhe a morte.”
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Segundo a denúncia, Francilei dirigia embriagado e, ao tentar converter à direita na Avenida dos Pirineus, perdeu o controle do carro
O relator do processo, desembargador Oscar de Oliveira Sá Neto, conduziu o voto que foi seguido por unanimidade pelos demais magistrados

