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Economia
Saiba quanto é preciso ganhar para ser considerado ‘super-rico’ em Goiás, segundo estudo

Goiás é 3º estado com mais super-ricos da Região Centro-Oeste

Economia
Feiras livres se expandem em Anápolis e viram termômetro da economia local

Cidade conta com 32 feiras livres em funcionamento e mais de 300 empreendedores cadastrados

Receita
Novas regras do Simples Nacional ampliam controle e exigem mais atenção, diz advogado

Resolução 183 aumenta o formalismo, unifica receitas de CNPJ e CPF e impõe novas multas para declarações fora do prazo

Telefonia
Falência da Oi não afeta serviços: contratos continuam válidos, afirmam advogados

Consumidores passam a integrar a massa falida como credores

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Tributo
“Vai trazer justiça fiscal”, diz advogado tributário goiano sobre isenção de IR

Ele detalhou os impactos da medida e as possíveis consequências para o planejamento tributário de empresas e pessoas físicas

Pesquisa
Mais da metade dos habitantes do Centro-Oeste volta a se endividar, aponta Serasa

Desemprego, juros altos e falta de maturidade financeira estão entre os principais fatores

Crise
Queda do preço do leite e avanço das importações agravam crise do setor, e Faeg pressiona governo

Reunião com produtores, técnicos e autoridades do setor debateu estratégias para mitigar queda de preços provocada por aumento das importações, custos elevados e consumo estagnado

Economia
Oito novas indústrias são selecionadas para expansão do Daia

Segundo o presidente da Codego, Francisco Jr., a licitação garante segurança jurídica às empresas e impulsiona o desenvolvimento regional

Relatório
Dívida pública federal cai 0,28% em setembro, aponta Tesouro Nacional

Relatório também traz informações sobre a dívida externa

Contribuição
Empresas precisam se preparar para 2026, alerta especialista sobre reforma tributária e CBS

Segundo ele, 2026 será um ano de testes para a nova sistemática

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Negociação
Programa Quita Goiás permite parcelamento de débitos tributários em até 145 vezes

Programa contempla dívidas superiores a R$ 500 mil, consideradas de baixa recuperabilidade

Petrobras reduz preço da gasolina em 4,9% a partir de terça-feira

Com segunda queda no ano, valor acumula recuo de 10,3%

A Petrobras anunciou nesta segunda-feira (20) que vai reduzir em 4,9% o preço da gasolina A vendida às distribuidoras. O novo preço passa a valer a partir desta terça-feira (21).

A gasolina A é o combustível puro que sai das refinarias e é misturado ao etanol pelas distribuidoras, para que possa ser vendido ao consumidor final nos postos de revenda.

Com a redução, o preço médio de venda da Petrobras para as distribuidoras passará a ser, em média, de R$ 2,71 por litro, uma redução de R$ 0,14 por litro.

Segunda redução em 2025

Esta é a segunda queda no preço promovida pela estatal em 2025. Em 3 de junho, a Petrobras já havia diminuído o valor em 5,6%. No acumulado do ano, a redução soma R$ 0,31 por litro, recuo de 10,3%.

No comunicado que anunciou a mudança de valores, a empresa cita que, desde dezembro de 2022, a queda no preço da gasolina chega a R$ 0,36 ─ um recuo de 22,4%, já considerando a inflação do período.

O movimento da Petrobras deve representar alívio na inflação do país, uma vez que o combustível é o com maior peso no Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), indicador que apura a inflação oficial.

Apesar de ser a maior produtora do combustível no país, o preço da gasolina nas bombas não depende apenas da Petrobras. Após o produto ser vendido às distribuidoras, sofre influências de outros custos, como o frete, mistura com o etanol, cobrança de impostos e a margem de lucro dos postos.

Diesel

A Petrobras informou que o preço do diesel vendido às distribuidoras não sofrerá alteração. Desde março deste ano, houve três reduções no óleo diesel, e o combustível apresenta recuo de 35,9% desde o fim de 2022.

Explicação
Oposição quer convocar Haddad para explicar situação financeira dos Correios

O pedido surge após revelações de que o Conselho de Administração da estatal avalia uma operação de crédito de R$ 20 bilhões

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Orçamento
Com previsão de investimento de R$ 4,7 bi, LOA 2026 terá primeira audiência na Alego dia 22

A Comissão de Tributação, Finanças e Orçamento, presidida pelo deputado Wagner Camargo Neto (SD), recebe, na quarta-feira, 22, o secretário de Economia, Sérvulo Freire, para a audiência pública sobre a Lei Orçamentária Anual (LOA) 2026. A proposta prevê uma receita de R$ 53,4 bilhões e ainda não iniciou a tramitação no parlamento goiano.

A LOA é o instrumento que define como o governo estadual pretende arrecadar e aplicar os recursos públicos no próximo exercício. O texto apresenta as diretrizes macroeconômicas para o ano de 2026, incluindo projeções de crescimento do PIB em 1,85% e inflação de 4,5%, de acordo com estimativas baseadas no Boletim Focus do Banco Central. O cenário, segundo a Secretaria da Economia, é de solidez fiscal e crescimento moderado, em um ambiente ainda marcado por incertezas internas e externas.

O projeto aponta um crescimento de 13,8% em relação à LDO de 2025. A Receita Corrente Líquida (RCL), que serve de base para o cálculo de despesas com pessoal e emendas impositivas, está projetada em R$ 47,3 bilhões. A política fiscal adotada pelo Estado busca manter o equilíbrio das contas públicas, com um resultado primário positivo de R$ 663 milhões, superando a meta prevista na LDO de 2026.

Investimentos e prioridades

A proposta prevê investimentos de R$ 4,79 bilhões, o equivalente a 8,4% do total, concentrado em infraestrutura, saúde e educação. Segundo a Secretaria da Economia, os recursos permitirão a continuidade de obras estruturantes e a ampliação de programas sociais e produtivos.

Na infraestrutura, estão previstos aportes para a ampliação e modernização da malha rodoviária estadual, com reforço na governança do Fundo Estadual de Infraestrutura (FUNDEINFRA), que terá cerca de R$ 1,05 bilhão destinado a novas ligações estratégicas, pavimentações e obras de manutenção. A meta é melhorar a logística regional e fortalecer a integração produtiva entre os municípios.

Na saúde, a LOA contempla ações para a expansão e modernização da rede hospitalar, com início da abertura de 646 novos leitos até 2030, além do fortalecimento da atenção regional. Na educação, o orçamento assegura a continuidade da política de escolas em tempo integral, o atendimento educacional especializado e investimentos em infraestrutura escolar.

Estrutura fiscal e endividamento

A despesa total prevista para 2026 é de R$ 52,2 bilhões, sendo R$ 29,4 bilhões destinados à folha de pagamento e encargos — o equivalente a 56,4% do orçamento. Outras despesas correntes somam R$ 15,4 bilhões, enquanto o serviço da dívida pública estadual totaliza R$ 1,37 bilhão, incluindo juros, amortizações e precatórios.

De acordo com a Secretaria da Economia, o Estado manterá o equilíbrio entre receitas e despesas, sem necessidade de financiamento adicional do Tesouro Estadual. O orçamento é descrito como “prudente e realista”, assegurando a continuidade das políticas públicas e o cumprimento das metas fiscais.

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