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MDB de Aparecida esfria relação com Iris Araújo e Professor Alcides estaria crescendo

[caption id="attachment_134174" align="alignright" width="620"] Montagem[/caption]

Como Iris Araújo se aproximou do candidato do DEM a governador, Ronaldo Caiado, o MDB de Aparecida de Goiânia teria esfriado suas relações com a postulante a deputada federal. O prefeito do município é o mais ligado ao candidato do MDB a governador, deputado federal Daniel Vilela.

Em 2014, Iris Araújo foi derrotada e Daniel Vilela foi eleito deputado federal. Este ano pode ocorrer o mesmo com Iris Araújo, se perder o apoio de Aparecida.

Renato Silva afirma que Professor Alcides Rodrigues cresceu em Aparecida desde a aproximação de Iris Araújo com Ronaldo Caiado. “Hoje”, afirma o apoiar do postulante do PP, “Alcides tem mais votos, em Aparecida, do que qualquer outro candidato — seja do MDB [referência a Iris Araújo], seja do PSL” [referência ao Delegado Waldir Soares]

Aliados de Virmondes Cruvinel rejeitam seu apoio ao delegado Waldir Soares

Parte do grupo do deputado estadual Virmondes Cruvinel, do PPS, não vai acompanhá-lo no seu apoio à candidatura de Waldir Delegado Soares, do PR, a prefeito de Goiânia. Uma perguntinha que não quer calar: “Qual é a identidade política que Virmondes Cruvinel tem com Waldir Soares? Será que o deputado estadual vai passar a usar pistola e algemas?” De qualquer forma, apesar do equívoco de um político moderno ter se aliado ao político das algemas, os aliados dizem que têm o maior respeito por Virmondes Cruvinel.

Lei de Responsabilidade Fiscal estadual de Ana Carla deve produzir crise no governo e no empresariado

Setores do governo, não consultados, têm dúvida sobre a eficácia da LRF proposta. Empresários avaliam que, na questão dos incentivos fiscais, há um retrocesso

Seleção brasileira de futebol e a patriotada dos telejornais e do jornalismo esportivo

A seleção brasileira ganhou da Turquia por 4 a 0. Jogou bem. O adversário é fraco, não é nenhuma Alemanha ou Holanda. Mas telejornais e programas esportivos, principalmente os da TV Globo, incensaram os “craques” e, a partir de certo momento, fiquei com a impressão de que o time de Neymar havia derrotado por 4 a 0 a seleção de Kroos. A mídia esportiva transforma jogadores medianos, como Willian, em craques, devido apenas uma jogada — fascinante, de fato —, e depois, quando precisa criticá-los, eles ficam irritados, e com certa razão. Quando Ganso e Neymar surgiram, comentaristas esportivos dos vários programas de televisão louvaram o segundo, porém o primeiro era mais incensado. A torcida percebia que Neymar era, dos dois, o verdadeiro craque e o acompanhava com interesse. A torcida estava certa e os comentaristas, sábios da palavra, estavam equivocados. O futebol de Ganso é ciclotímico. Um dia, o jogador brilha, com uma jogada de mestre, mas, na maioria das vezes, mostra-se um atleta apagado, como se estivesse “participando” do jogo da arquibancada.

Para o País e mesmo para Goiás, O Popular passa a impressão de que está fora da internet

Em países continentais, como Brasil e Estados Unidos, é muito difícil a existir jornais de fato nacionais. Alguns, como “Folha de S. Paulo”, “O Globo” e “O Estado de S. Paulo”, tentaram, durante muito tempo, se tornar jornais nacionais, fisicamente, quer dizer, circulando principalmente nas capitais e em cidades maiores dos Estados. Mas nunca conseguiram fazer uma cobertura atenta do país, dadas as dificuldades de se manter sucursais e mesmo correspondentes isolados em todos os Estados. Com a internet, todos os jornais, não apenas os de maior estrutura, puderam chegar a leitores de todo o País. Porém, como bloqueiam o acesso — liberado apenas para assinantes —, deixam de ser lidos nos Estados (e mesmo em suas bases). Mas a assinatura, em geral com custo reduzido, facilita o acesso aos jornais. O problema é que, na internet, as pessoas cobram informação livre, não paga, o que, do ponto de vista comercial, da sustentabilidade dos veículos (com estruturas físicas dispendiosas), é, no momento, impossível. O “Correio Braziliense” tenta, há alguns anos, se tornar um jornal “nacional”, com notícias produzidas em outros Estados. Nem sempre consegue, mas, quando tenta, o faz com competência, publicando reportagens de qualidade. Com a internet, universalizou-se como os demais jornais. O caso do “Pop” é diferente. O jornal goiano, embora produzindo um jornalismo de qualidade, nunca tentou ser nacional e não consegue ser nem mesmo regional. Sua influência não se estende a Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Brasília e Tocantins, espécie de Estado-irmão de Goiás, e sempre circulou mal na sua própria base, dados o tamanho do Estado e à falta de uma política de cobertura daquilo que ocorre nos municípios. Com a internet, o “Pop” poderia ter se tornado um jornal estadual, regional e nacional. Porém, para conquistar (ou manter os atuais) assinantes, notadamente em Goiás, o “Pop” fechou seu site. Se tivesse um portal azeitado, como “O Globo”, “Folha de S. Paulo” (UOL), “O Estado de S. Paulo” e “Correio Braziliense”, o “Pop” poderia ter fechado inteiramente o jornal e os leitores reclamariam menos. Entretanto, sem um portal convidativo e abrindo poucas reportagens, o jornal goiano ficou basicamente circunscrito a Goiânia e alguns municípios. Fica-se com a impressão de que o “Pop” está fora da internet, o que não procede. O jornal está na internet, mas só pode ser acessado por assinantes. Mas como e por que um leitor do Rio de Janeiro ou de Rondônia vai assinar um jornal meramente regional, que não cobre com equipe própria os fatos nacionais — antes, reproduzindo a produção das agências de notícias, que é publicada em todos os jornais do País —, se pode assinar a “Folha de S. Paulo” e “O Globo”, que apresentam uma cobertura “nacional” mais abalizada? O “Pop” está perdendo terreno em Goiás, e vai perder cada vez mais, para jornais com estruturas bem menores.