Renato de Castro defende que PMDB apoie Vanderlan e critica aliança com Delegado Waldir

Para deputado estadual, Bruno Peixoto seria um bom prefeito, mas não foi preparado a tempo para disputar a Prefeitura

Para Renato de Castro, Waldir é "completamente instável"| Foto: Marcos Kennedy / Alego

Para Renato de Castro, Waldir é “completamente instável”| Foto: Marcos Kennedy / Alego

Na avaliação do deputado estadual peemedebista Renato de Castro, o partido deveria desistir da candidatura própria em Goiânia fazer uma aliança com o pré-candidato Vanderlan Cardoso (PSB). “Bruno [Peixoto, pré-candidato do partido] teria todas as condições para ser prefeito de Goiânia, mas infelizmente não foi preparado no tempo hábil”, explicou.

De acordo com ele, “o partido está ficando sem possibilidades e o prazo está se esgotando”. Assim, a melhor opção seria o PMDB apoiar a candidatura do pessebista já que o nome do ex-prefeito de Senador Canedo era cogitado para integrar a chapa de Iris Rezende, antes de o decano anunciar sua aposentadoria política.

Renato afirmou ainda que Vanderlan reúne a condição moral e administrativa justamente por sua experiência em Senador Canedo e sua boa avaliação na cidade. “Então acho que ele tem que receber o apoio do PMDB, porque assim, teremos o apoio dele em 2018”.

Apoio a Waldir

Questionado sobre uma possibilidade de o PMDB apoiar a candidatura do deputado federal Delegado Waldir (PR), Renato foi enfático “claro que não!”. Segundo o peemedebista, o pré-candidato é completamente instável e não tem nenhum preparo.

“Ele só fala de segurança pública. Como parlamentar ele tem o direito de só falar de segurança pública, mas como prefeito não. O Executivo tem que entender de tudo: de segurança, saúde, educação, infraestrutura, promoção social e é isso que falta ao delegado Waldir”, explicou.

Para Renato, se aliar com Waldir seria embarcar num barco furado, porque a instabilidade viria à tona na campanha. “Ele pode até ir para o segundo turno, mas quem for junto, ganha dele”. O deputado estadual defendeu ainda que, caso o delegado ganhasse as eleições, faria “lambança” sendo prefeito e não seria bom para o PMDB estar junto.

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