“Meu pai está sendo acusado de desvio mas não pagou nem R$ 1 para clínica”, diz Wellington Peixoto

Vereador garante que Sebastião Peixoto determinou que nenhum pagamento fosse realizado para clínica de fachada Urgembrás

O vereador e filho de Sebastião Peixoto, ex-presidente do Imas preso em operação do Ministério Público ensta quinta-feira, 21, Wellington Peixoto, afirma que o pai está preso acusado por um crime que não cometeu.

“Estão acusando ele de desvio de dinheiro, por pagar uma clínica fantasma. Mas, nenhum pagamento foi realizado. Todos os pagamentos que estavam previstos foram cancelados”, afirma.

O vereador enviou ao Jornal Opção documentos que comprovariam a inocência de Sebastião. Entre eles, um comunicado emitido pela Gerência de Finanças e Contabilidade do Imas com a seguinte mensagem:

“Informamos para os fins que se fizerem necessários que não efetuamos pagamento à empresa Urgembrás , visto que, por determinação da Presidência do Imas, o processo foi paralisado e o Empenho foi cancelado, conforme documento que enviamos anexo”.

O aviso foi assinado no dia 13 de dezembro de 2018 pelo gerente Paulo Roberto Carrion de Sousa.

De acordo com o anexo, o valor empenhado para pagamento da Urgembrás era de R$ 213.470,83 e teriam sido anulados pagamentos no valor de R$ 204.593,38. Apesar disso, Wellington garante que o restante também foi pago.

“É a mesma coisa de uma pessoa ser acusada por homicídio mesmo que ela só tenha pensado em matar e não matou”, compara ao dizer que Sebastião pensou em pagar os valores à Urgembrás mas quando percebeu o erro, não o fez.

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Caio Maior

Hehehe! É impressionante a perseguição movida pela Justiça contra os políticos, especialmente os ricos. Está evidente o preconceito de classe na discriminação contra os mais favorecidos. Começou com o Zé Dirceu, depois o Molusco, Cabral, Cunha e agora fisgaram até o Peixe do Denossauro. Só falta prenderem mais uma vez a “alma mais honesta de Goiás”, o Marconho.