“Metrobus tem que manter os 70 km do Eixo funcionando até que haja transição, se ela houver”, diz promotora

Leila Maria participou de reunião com governador Ronaldo Caiado e prefeito Iris Rezende; proposta é de passar estatal para CMTC e municípios da Região Metropolitana

Foto: Divulgação

Um reunião entre o governador Ronaldo Caiado (DEM), o prefeito de Goiânia Iris Rezende (MDB), a promotora de Justiça Leila Maria, além dos presidentes da Metrobus, Paulo Reis, e da Companhia Metropolitana do Transporte Coletivo (CMTC), Benjamim Kenedy,  discutiu o fim da concessão do Eixo Anhanguera à Metrobus, na tarde desta terça-feira, 9.

Após o encontro, a promotora concedeu entrevista coletiva na sede do Ministério Público do Estado de Goiás onde contou detalhes da reunião. Segundo Leila Maria, a proposta apresentada é de passar a administração da estatal para a CMTC e para os municípios que compõem a Região Metropolitana. 

“Essa foi uma proposta e é uma proposta a se pensar. Um estudo técnico será feito entre a Procuradoria-Geral do Município e a Procuradoria-Geral do Estado para ver essa questão da Metrobus. Essa é uma decisão política que o governador e o prefeito têm que tomar. Se a Metrobus fica no Eixo ou não, se a prefeitura assume a Metrobus ou não. Juridicamente tudo isso é possível”, afirmou.

Ainda segundo a promotora, o fracionamento do Eixo Anhanguera não é legal e não está mais em discussão. ” O que o MP pode fazer é garantir a continuidade do Eixo, que ele seja universal e regular. O fracionamento não é possível. O Eixo tem 70 km  e deve continuar assim independente de quem assumir . A Metrobus tem que manter do jeito que está ate que haja a transição, se ela realmente houver. O Eixo está consolidado”, finalizou.

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