Marconi Perillo poderia ser candidato do PSDB para a Presidência da Republica se não fosse a Operação Cash Delivery, disse Jayme Rincón

Para ex-presidente da Agetop, operação apurou repasses de valores indevidos pela Odebrecht impediu com que Perillo fosse um dos senadores por Goiás em 2018

Após o Supremo Tribunal Federal (STF) extinguir toda a operação Cash Delivery, Jayme Rincón, ex-presidente da Agência Goiana de Infraestrutura e Transportes (Agetop), disse que, se não fosse ela, o ex-governador de Goiás, Marconi Perillo (PSDB), definitivamente, seria eleito ao Senado por Goiás em 2018. Ao Jornal Opção, Rincón também disse acreditar que, na corrida eleitoral deste ano, Perillo também poderia ser o candidato da sigla para a presidência da república.  

“Essa decisão faz justiça ao governador Marconi que, se não fosse essa operação em 2018, ele teria se elegido senador e seria hoje um nome importante do PSDB na disputa para presidente da República. Não tenho dúvida alguma que o Marconi seria o candidato do PSDB à Presidente da República. Esses procuradores tiraram dos goianos o direito de ter um candidato competitivo à presidência da república”, informou Jayme.

Em 2018, a operação apurou repasses de valores indevidos pela Odebrecht nas campanhas estaduais de 2010 e 2014. Na época, Marconi foi suspeito de receber R$ 12 milhões em propina. A operação ocorreu em decorrência de delações da Odebrecht na Operação Lava Jato. Agora, a decisão do STF foi deferida sob a tese de que houve usurpação e manipulação de competência no julgamento, com isso, liminar extinguiu toda a operação. Agora, processo segue sendo julgado somente na Justiça Eleitoral. 

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