Capa da Playboy com homem gay é alvo de críticas de modelos que já posaram na revista

Segundo as ex-capas, o público alvo do veículo é único e estritamente heterossexual

A revista norte-americana Playboy, divulgou sua capa de outubro. Em uma edição histórica, o veículo convidou o influencer Bretman Rock para estampar a capa. Com esse ato, a revista trouxe visibilidade para a comunidade LGBTQIA+, já que Rock é gay. Contudo, algumas modelos que já posaram para a capa, criticaram tal feito.

“Eu acho que tem espaço para todos, mas na Playboy não é o lugar de homens gays. Existem outras publicações muito boas para esse público”, afirmou a modelo  Ju Isen que posou para a revista em 2017. A modelo Luana Sandien, capa da Playboy África, também não gostou e afirmou que  “não é o público da revista. A revista Playboy é tradicionalmente feita para mulheres posarem, não homens, mesmo que sejam gays”.

Trazer Rock, que têm 17 milhões de seguidores no Instagram e sempre lutou pelos direitos de sua comunidade, é um passo importante para a quebra de preconceitos com a diversidade sexual e de gênero. “Ter um homem na capa da ‘Playboy’ é um grande compromisso com a comunidade LGBT. É tudo tão surreal”, afirmou o influenciador.

Uma das Coelhinhas da Playboy, Vanusa Freitas, elogiou a capa e disse não ver problema. “Eu acredito que a novidade não atrapalharia ninguém, até porque foi só uma edição”, afirmou.

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