De Tarzan a Nicole Kidman: 10 filmes altamente eróticos. Eróticos, não pornôs

Reprodução/De Olhos Bem Fechados

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Ainda não nos cansamos de fazer listas sobre a erotização do ser humano, afinal, como bem disse Freud, a sexualidade nos acompanha do nascimento à morte.

Por isso, filmes como “50 tons de cinza” fazem tanto sucesso. As pessoas gostam de ver, sentir e saber sobre a sexualidade alheia. Assim, vá lá, listamos 10 filmes altamente eróticos, mas de um erotismo artístico, não pornográfico.

  • A companheira de Tarzan (1934), de Jack Conway

Imagine o que deveria ser para um garoto da década de 1930 ir até uma matinê de cinema para assistir uma aventura do Tarzan de Johnny Weissmuller e, de repente, ver a Jane de Maureen O’Sullivan nadando nua. Os meninos com livre acesso a qualquer tipo de pornografia virtual de hoje não conseguem nem conceber o impacto hormonal dessa cena.

  • Gilda (1946), de Charles Vidor

Quando Rita Hayworth tirou a luva, só a luva, foi como se tivesse sido uma dança dos sete véus completa.

  • O Pecado Mora ao Lado (1955), de Billy Wilder

O filme é do mestre Billy Wilder, mas se justifica por uma única cena: o vento da saída de ar do metrô balançando o vestido branco da musa Marilyn Monroe.  A calcinha não aparece na tela (só em algumas raras fotos de produção), mas até hoje muitos vovôs e netinhos juram que viram.

  • Último Tango em Paris (1972), Bernardo Bertolucci

Marlon Brando e a jovem Maria Schneider marcaram época com este longa, que chegou a ser classificado como “x” nos EUA — não pôde ser visto em vários países até 1978. Na Itália e Bertolucci perdeu o direito de votar durante cinco anos.

  • O império dos sentidos (1976), de Nagisa Oshima

Um drama sério, pesado, baseado numa história real, mas com cenas de sexo explícito. Uma mistura aparentemente impossível de dar certo, mas que rendeu uma obra-prima incontestável.

  • Corpos Ardentes (1981), Lawrence Kasdan

Outra produção dos anos 80 que lançou uma musa do erotismo, a Femme Fatale, Kathleen Turner.

  • Nove semanas e meia (1986), Adrien Lyne

O longa lançou a carreira de Kim Basinger e Mickey Rourke ensina como é ser altamente erótico sem ser explícito.

  • Henry & June (1990), Philip Kauffman

Adaptação dos diários de Anaïs Nin, o filme se situado na Paris da década de 1930 e retrata a relação de Henry Miller (Fred Ward), sua esposa June (Uma Thurman) e a própria Anaïs (Maria de Medeiros). Uma obra de arte.

  • Instinto Selvagem (1992), Paul Verhoeven

A cruzada de pernas histórica de Sharon Stone. Só. Não precisa de mais nada.

  • De olhos bem fechados (1999), Stanley Kubrick

Obra de arte de Kubrick. O filme gira em torno da sexualidade de Bill Harford (Tom Cruise) e mostra muita nudez, mas a cena em que Nicole Kidman aparece dançando de costas, cabelos amarrados e usando apenas seus óculos… ah… merece fechar esta lista.

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