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Prefeito de Goiânia parece não saber como expandir a arrecadação sem aumentar tributo
Praias, cidades históricas e capitais importantes: como aproveitar os próximos feriados do final do ano
Inspeção ocorreu entre os dias 12 e 14 em Mineiros, no Sudoeste goiano
Hélcio Alves (PR) e outros oito prefeitos lideram movimento de apoio à candidatura para reeleição do senador Wilder Morais (PP)
O PMDB está nas mãos do presidente mas o presidente está nas mãos do PSDB. Um afastamento do tucanato pode levar à queda de Michel Temer
Numa prova de renovação, uma mulher poderá ser escolhida pelos advogados para se tornar a próxima magistrada
Há uma aposta de que em 2018 a disputa se dará entre candidatos novos e entre estruturas. Ronaldo Caiado não preenche os dois requisitos
Lula da Silva pode surpreender até mesmo o PT se bancar o empresário da Coteminas
João Vicente pode ser candidato a senador em Brasília, mas o partido pode bancá-lo para “corrigir” uma injustiça histórica
Lêda Borges, Aleandra Sousa e Sebastião Caroço aparecem como protagonistas
Apontado como gestor competente, o prefeito é um político que agrega
Sandes Júnior diz que Zé Eliton “vai ganhar a eleição, e com mais facilidade do que se pensa”
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Marconi Perillo e José Eliton: o primeiro é o grande general eleitoral do segundo[/caption]
Napoleão invadiu a Rússia em 1812 e acabou voltando derrotado para a França. Teria dito aos franceses que não havia sido vencido pelos militares russos, e sim pelo General Gelo. Uma boutade das boas, mas, ainda assim, uma boutade. O General Gelo prejudicou os franceses que não o conheciam tanto quanto os generais e os soldados russos. Mas claro que não foi só isso.
Agora, em Goiás, as oposições começam a admitir, por enquanto nos bastidores, que podem perder a eleição de 2018 para José Eliton, o pré-candidato do PSDB a governador, devido ao General Goiás na Frente. Trata-se de um “general eleitoral” poderoso, de fato. Mas sozinho não ganharia a eleição. O que há é um conjunto de fatores.
Um deles, e talvez seja o principal, é que o governo de Goiás, com medidas rigorosas e no tempo certo, impediu que a crise nacional destruísse as estruturas públicas.
Vários Estados atrasam salários por meses e as obras, no lugar de paradas, nem existem. Goiás, ao lado do gigante São Paulo — este, um verdadeiro país dentro do país chamado Brasil —, sofre com a crise, mas o governo não tem sido um problema para o mercado e para a sociedade. Pelo contrário, mantém-se, graças aos acertos fiscais e as contenções feitas no momento adequado, um instrumento dinâmico tanto de crescimento econômico quando de desenvolvimento.
Goiás não é uma ilha, mas está muito melhor do que vários Estados. O motivo é a intervenção certeira e eficiente do governo de Marconi Perillo, este, sim, o principal general eleitoral da campanha de José Eliton. Há atletas de academia e atletas de rua. O tucano-chefe é o atleta da política.
Mesmo perdendo em 2018, o peemedebista estaria cacifado para a disputa municipal
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Foto: Renan Accioly/Jornal Opção[/caption]
Há quem aposte que o presidente da Agetop, Jayme Rincon (PSDB), jogou a toalha definitivamente e não será candidato a nada em 2018. Pode ser. Mas pode não ser.
O que todos sabem é que Jayme Rincon é uma força da natureza, sem a experiência política do governador de Goiás, Marconi Perillo, mas com a mesma energia e capacidade de trabalho. Enquanto muitos demoram um “século” para organizar uma campanha, o presidente da Agetop é capaz de organizá-la em dias.
Por exemplo: se Thiago Peixoto (PSD) não disputar a eleição para deputado, optando por ser vice de José Eliton, abre-se um espaço novo para Jayme Rincon.
Uma coisa é certa: Jayme Rincon — insistamos, uma força da natureza — nunca é, por si mesmo, um desistente. É uma arma poderosa do governador Marconi Perillo. Ao mesmo tempo, avalia que importante mesmo é eleger José Eliton para o governo e manter a base aliada unida e invencível.


