Marquinhos Marques
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Obras para tratar água em Corumbá ficarão prontas em abril de 2018

Reprodução

A obra de construção de uma elevatória de água e da linha de recalque para transferência de água tratada de Corumbá 4 está prevista para terminar em abril de 2018. A estrutura é parte importante do Sistema Produtor Corumbá, que vai custar R$ 70,6 milhões aos cofres públicos.

“A parte do DF está muito bem, tanto aqui quanto na estação de tratamento, em Valparaíso [GO]. A boa notícia é que Goiás já retomou sua parte da obra e comprou as bombas da captação”, disse o governador Rodrigo Rollemberg, durante visita à intervenção na segunda-feira (9/10).

O sistema consiste em 14 quilômetros de tubulação com capacidade para captar até 2,8 mil litros de água por segundo. “Ela é captada no lago Corumbá 4, passa por uma adutora de água bruta de 28 quilômetros e desemboca na estação de tratamento de Valparaíso. De lá, trazemos nesta adutora de água tratada até o centro de distribuição, em Santa Maria”, explica o presidente da Companhia de Saneamento Ambiental do DF (Caesb), Maurício Luduvice.

As obras são uma parceria entre o governo do DF e o do Goiás. A Caesb é responsável pela construção da Estação de Tratamento de Água, em Valparaíso (GO), e de 15,3 quilômetros de adutora de água bruta. Já a Saneamento de Goiás S.A. (Saneago) fica responsável pelos 12,7 quilômetros restantes de adutora, a captação e a estação de bombeamento, em Luziânia (GO).

As regiões do Distrito Federal que serão beneficiadas pelo sistema são Gama e Santa Maria, em um primeiro momento. Depois, Planaltina, Recanto das Emas e Riacho Fundo também recebem a água vinda de Corumbá. Os municípios goianos que entram na lista são Cidade Ocidental, Luziânia, Novo Gama e Valparaíso.

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