Hélio Rocha
Hélio Rocha

A orquestra que salvou o baile beneficente do Palácio das Esmeraldas

A orquestra de Uberlândia disse, em cima da hora, que não poderia vir. O prefeito arranjou a orquestra da Casa da Blandina

Venerando de Freitas Borges | Foto: Reprodução

Nos primeiros tempos de Goiânia a primeira-dama do Estado, Gercina Borges Teixeira, programou um baile beneficente no Palácio das Esmeraldas. Foi contratada para animar a festa uma orquestra de Uberlândia. Mas, à véspera, em um comunicado por telegrama, dona Gercina foi informada de que, por um problema na Estrada de Ferro Goiás, a orquestra não poderia chegar a Goiânia.

Gercina chamou ao Palácio o então prefeito de Goiânia, Venerando de Freitas Borges, pedindo para ele resolver o problema. Alguém informou Venerando que havia uma orquestra razoável que todas as noites tocava na Casa da Blandina, que era o local de prostituição mais chique da cidade, localizado no bairro de Campinas.

Venerando foi então conversar coma dona da casa, Blandina, e ela, dizendo que fazia isto com muito prazer, cedeu a orquestra e assim a festa se realizou.

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