Movimento Unidas: mulheres que erguem outras mulheres, é lançado em Goiânia

O propósito do grupo é articular estratégias para transpor essa barreira e fazer com que o apoio jurídico, social e emocional chegue às mulheres que mais precisam

“Se juntas, causam… imagine UNIDAS!” É no desejo de articular uma rede de apoio, proteção, informação e empatia, bem como mobilizar mulheres em prol de pautas e demandas de interesse feminino, que nasce o “Unidas: Mulheres que Erguem outras Mulheres”. O lançamento oficial do movimento será nesta próxima quinta-feira, 27, a partir das 19h, no WE. Restaurante, no Centro de Excelência da CASAG, em Goiânia.

O evento vai ter público limitado, dentro da capacidade de segurança do estabelecimento, e seguir todos os protocolos sanitários, devido à pandemia de Covid-19. Sem qualquer partidarismo político, o grupo reúne advogadas engajadas em uma missão colaborativa de assistência e proteção a mulheres vítimas de violência doméstica e/ou assédio. Especialmente àquelas em situação de vulnerabilidade social. O grupo é coordenado por suas idealizadoras: Ana Paula Moreira, Erly de Paula, Karla Fernandes, Larissa Monteiro, Lídia Alves, Rayane Freitas e Thaynara Andrade.

O “Unidas” parte do pressuposto de que, no que tange o assunto, há uma “bolha” a ser rompida. O propósito do grupo é articular estratégias para transpor essa barreira e fazer com que o apoio jurídico, social e emocional chegue às mulheres que mais precisam, em seus momentos de maior fragilidade. Se ainda há aquelas que não sabem como agir ou a quem recorrer, ao serem vítimas de qualquer tipo de violência, o “Unidas” quer transformar mulheres em multiplicadoras de conhecimento e apoio.

Para este objetivo, o movimento já conta com a adesão de diversas interessadas. Vai apostar nas ferramentas de comunicação disponíveis na internet (perfil nas redes sociais, formulários on-line, entre outros) para levar e receber informações. Através destes canais, será possível receber queixas, denúncias e solicitação de auxílios. Romper muros e construir pontes, a fim de melhorar a qualidade de vida de mulheres e, consequentemente, construindo uma sociedade mais harmônica e empática para todos.

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