Do Leitor
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“A ocupação da cidade pelos ciclistas é real”

Professor aponta a necessidade de se garantir espaço aos ciclistas

Jeblin Antônio Abraão

Um projeto de ciclovias foi incluído, em 2000, no plano de gestão do então candidato — e eleito prefeito de Goiânia — Pedro Wilson (PT), mas não vingou. As ideias boas têm força e acabam ganhando espaço e realidade.

A realidade do uso das bicicletas mudou significativamente em Goiânia. Em 1991, comprei uma bicicleta Caloi 10 e com ela passei a fazer diariamente o trajeto Catedral Metropolitana– Campus Samambaia. Isso era um absurdo, pois eu, professor universitário e na época diretor do então Instituto de Matemática e Física (IMF) da UFG, não poderia baixar meu “status” me locomovendo de bicicleta de casa para o trabalho.

Após incessantes criticas de meu colega de Departamento de Física do IMF professor Antonio Fornes — “hermano” argentino, goiano de coração e apaixonado pelas “magrelas” — em 1992 comprei, pelo valor de 500 dólares, uma recuperada bicicleta em quadro Peugeot, se não me engano também da marca Caloi. Uma peça rara. Importação era praticamente impossível naqueles anos. O vendedor foi um rapaz que trabalhava em uma oficina de recuperação de armações de óculos situada na Avenida Anhanguera, cujo apelido, Shimano [indústria de peças para bicicletas], expressava sua paixão pelo veículo.

Com essa bicicleta fiz milhares de quilômetros pelas ruas e trilhas da região metropolitana de Goiânia. O grupo começou a crescer: Fornes, Willer Fleury, Guido, Coronel Cavalcante… Hoje vejo centenas de ciclistas pedalando pelas trilhas e ruas de Goiânia. A ocupação da cidade pelos ciclistas é real, a ampliação do contingente dos que usam a bicicleta para lazer já é muito grande, vai contaminar e tomar conta da cidade como meio de transporte. A população goianiense, até os anos 60, fazia o uso sistemático deste meio de transporte. O modelo de desenvolvimento, centrado na indústria automobilística, estagnou tudo que não tivesse o uso de carros. Até caminhar ficou em desuso. Vejam o projeto do BRT em implantação: totalmente contaminado pelo modelo do uso de veículos automotores, sem contemplar nem o pedestre nem o ciclista.

A inauguração do novo sistema de bicicletas públicas, com todas as limitações, é um passo significativo. Não posso deixar de cumprimentar o professor Paulo Garcia (PT) pela implantação deste projeto, embora seja crítico de muitas ações do que se fez em sua administração como prefeito. [“Prefeitura de Goiânia inaugura serviço de bicicletas compartilhadas”, Jornal Opção Online]

Jeblin Antonio Abraão é professor aposentado da Universidade Federal de Goiás (UFG) e morador da Região Norte de Goiânia.

 

“Esperamos que o novo governo municipal dê continuidade à bike compartilhada”

Luiz Ebbsen Martins de Menezes Neto

Inicialmente são 15 estações, com a possibilidade de mais estações nos próximos anos. Só esperamos que o governo que assumirá em 1° de janeiro de 2017 dê continuidade. Infelizmente os motoristas de Goiânia ainda acham que os ciclistas estão na rua para atrapalhar o trânsito e que lugar de bicicleta é na calçada. Faltam respeito e conhecimento do código de trânsito por parte dos motoristas. [“Prefeitura de Goiânia inaugura serviço de bicicletas compartilhadas”, Jornal Opção Online]

 

“Parabéns aos envolvidos no projeto cicloviário”

Divino Carlos

Já utilizei o serviço e fiz questão de compartilhar esse projeto. Parabéns aos envolvidos. Só achei a rota pesadíssima para mim, que há anos não pedalava – da Praça Tamandaré até o Parque Vaca Brava. [“Prefeitura de Goiânia inaugura serviço de bicicletas compartilhadas”, Jornal Opção Online]

 

“O Brasil está se tornando uma piada sem graça”

Luciano Henrique Almeida de Oliveira

A piada do dia: “O nosso objetivo é beneficiar o usuário. O Ministério trabalha pra que o usuário seja cada vez melhor beneficiado com melhores serviços. O governo vai estar sempre ao lado do usuário.”. Tudo bem, valeu. O Brasil a cada dia se tornando uma piada, e pior, uma piada sem graça. [“Ministro anuncia limitação de dados da internet fixa: ‘Beneficiará usuários’”, Jornal Opção Online]

 

“Lamento o ‘Programa Aplauso’ sair do ar”

Kika Oliveira

Sou fã de carteirinha do “Programa Aplauso”, de Arthur Rezende Filho. Lamento muito que o programa, único do colunismo social que ainda estava no ar, não tenha sobrevivido aos altos custos de veiculação e produção que inviabilizam a manutenção do mesmo no ar. Felizmente, ainda temos os canais fechados e as redes sociais. [“Programa Aplauso, apresentado por Arthur Rezende, deixa a TV Brasil Central”, Jornal Opção Online]

Kika Oliveira é jornalista.

 

“Se não chamar os concursados, por que fazer concurso público?”

Eloisa Helena Policena

É claro que tem de chamar os concursados, chega de contratos nesta Prefeitura, vamos todos ser da mesma categoria. Se não, por que fazer concurso público? Sou efetiva da Prefeitura de Goiânia há mais de 35 anos e sempre fui a favor dos concursados, porque a pessoa estuda, enfrenta uma concorrência grande por uma vaga e, quando consegue, ainda se arrisca a perdê-la para esses contratos, que na verdade são, na maioria, de apadrinhamentos políticos. Isso tem que acabar na administração pública. [“Comissão de aprovados da Educação pede auxílio à Câmara para resolver impasse”, Jornal Opção Online]

Eloisa Helena Policena é servidora municipal.

 

“Poucos de fato conhecem a palavra de Deus”

J. L. Gonçalves

Matéria mais do que certeira. Em uma página, sintetiza o Evangelho verdadeiro, o que muitas igrejas não conseguem em toda sua história de existência. Poucos de fato conhecem a palavra de Deus. Relacionam coisas sem nem ao menos entenderem o que é. Misturam o Antigo Testamento com o Novo e, mesmo trazendo antigos registros, ainda mudam conforme sua vontade (só pra citar: dízimo não era em dinheiro, ocorria a cada três anos e era apenas uma vez naquele ano e sim, na época já existia dinheiro e, não, hoje não vale mais – conforme está na Carta aos Hebreus, 7). Deturpam, exploram, ofendem as Escrituras. Hones­tamente não sei o que pensar sobre quem é pior: se são os seguidores ou os seguidos, porque quem anda em alcateia é lobo; cordeiro apenas se junta ao reconhecer seu (verdadeiro) pastor. [“Não reclamem do Valdemiro. Ele só promete entregar o que de fato as pessoas querem de Deus”, Jornal Opção Online]

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