Do Leitor
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“O Jornal Opção tornou-se porta-voz dos avanços sociais, da cultura e do pensamento moderno”

Layout 1José Eliton

O Jornal Opção completa quatro décadas de serviços prestados à democracia e à veiculação de informação com análise. Surgiu às vésperas do Natal de 1975, numa iniciativa do seu diretor-responsável, jornalista Herbert de Moraes. Desde então, brinda os leitores com um semanário de rara qualidade. O veículo foi homenageado na segunda-feira, 14, pela Assembleia Legislativa. O sucesso é fruto da independência editorial, relevância de conteúdo e inovação permanentes, em estreita sintonia com a sociedade.

Tornou-se porta-voz dos avanços sociais, da cultura e do pensamento moderno. O jornal tem expressiva presença na vida dos goianos, dos que buscam o melhor da notícia, dos bastidores, e prezam a reflexão, o debate inteligente, a originalidade e diversidade. Com o advento da internet, imediatamente se adaptou e disponibiliza um portal que se mantém entre os mais acessados da região Centro-Oeste.

O Jornal Opção soube se reinventar, ao instigar e cativar leitores, ao ampliar o leque de cobertura com privilégio da análise criteriosa, década após década. Em suas páginas a economia, a ciência, a política e a cultura se sucedem em reportagens e artigos de larga repercussão.

Neste processo, Herbert de Moraes sempre teve, desde o início, a estreita colaboração da diretora financeira, Nanci Guimarães de Melo Ribeiro, como tem hoje a da diretora-executiva e editora de política, Patrícia Moraes Machado, e do correspondente internacional Herbert Moraes. O editor-chefe Euler de França Belém coordena com enorme talento as ações editoriais de uma equipe de jornalistas à altura de sua relevância social.

José Eliton é vice-governador de Goiás.

 

“Publicação inovadora com visão analítica dos fatos”

Agenor Mariano

Num País onde metade das empresas fecha as portas após quatro anos de atividade, segundo dados do IBGE, quero parabenizar o Jornal Opção por seus 40 anos. Sou testemunha e admiro a luta deste semanário, pioneiro no Brasil por adotar o formato tabloide desde sua criação, para manter-se vivo no cenário goianiense contribuindo para o fortalecimento da democracia.

Durante quatro décadas, o Jornal Opção tornou-se um espaço importante para divulgação e valorização da cultura goiana, dando voz aos escritores e artistas locais. Com uma visão analítica dos fatos é, hoje, referência para o debate de assuntos do cotidiano, comportamento e política. A chegada de novas tecnologias provou, mais uma vez, sua vocação para o pioneirismo. O jornal soube se reinventar, saindo na frente de concorrentes no uso da internet e das redes sociais e ganhando ainda mais destaque.

Na pessoa do editor-chefe, Euler de França Belém, a quem admiro pela idoneidade e alto nível intelectual, quero ainda destacar a competência e ética dos profissionais que contribuíram para o sucesso do Jornal Opção nestes 40 anos. Parabéns e que venham mais 40 anos, produzindo um jornalismo cada vez mais inovador e de alta qualidade.

Agenor Mariano (PMDB) é vice-prefeito de Goiânia.

 

“Um jornal de suma importância para Goiás”

Dioji Ikeda

Como prefeito de Inhumas, venho parabenizar os diretores do Jornal Opção pelos 40 anos do semanário, estendendo os cumprimentos a todos os funcionários e colaboradores, que, juntos, desempenham um trabalho que leva a informação séria e responsável a seus milhares de leitores.
Em nome da municipalidade inhumense venho agradecer o trabalho realizado na condução deste jornal que é de suma importância para o Estado de Goiás.

Dioji Ikeda é prefeito de Inhumas.

 

“A vocação para o debate de ideias é o marco do semanário”

José Nelto

Infelizmente, devido a uma rouquidão, não pude comparecer à sessão solene na Assembleia Legislativa em comemoração aos 40 anos do Jornal Opção na última segunda-feira, 14. É um dos mais importantes e relevantes veículos de comunicação do Estado de Goiás. Sua vocação para o debate de ideias é um marco para o fortalecimento das instituições democráticas em nosso Estado e no País. Reitero os parabéns ao Jornal Opção!

José Nelto (PMDB) é deputado estadual.

 

“A seleção de 70 preservou o conjunto total de talentos”

basilMarco Antônio da Silva Lemos

Após ler o artigo “Livro conta a história de Rivellino, o craque que encantou Pelé, Maradona, Beckenbauer e Platini” (Jornal Opção 2110), na coluna “Imprensa”, me veio a questão: alguém consegue imaginar hoje uma escalação do Barcelona sem o tridente Messi-Neymar-Suárez? Claro que não. Tendo talento, arruma-se lugar para todo mundo. Em 1970, Tostão era cogitado como reserva de Pelé; Jairzinho seria o centroavante (na reserva dele, Dario “Peito de Aço”). E Rivelino seria reserva de Gérson no meio de campo.

E ainda existiam outros “problemas”: Piazza, titular como volante, foi improvisado como quarto-beque — e assim entrou Clodoaldo no meio de campo. Quem seria o ponta-direita? Imaginem: Rogério Smazniek, xodó de Zagalo no Botafogo, jogador comuníssimo. A questão foi resolvida com uma série de improvisações, que miraculosamente deram certo. Pelé, Tostão, Jair e Rivelino entraram simultaneamente e tudo funcionou. Preservou-se o conjunto total de talentos. O grande jogador daquela Copa, que fazia esse carrossel funcionar, era Gerson. O outro nome de maior destaque, Jairzinho, era um atacante que ficava na direita e fechava para o meio — à la Robben, da Holanda de hoje — e era um desmantelador de defesas com seu físico privilegiado

Nossa Copa de 70 era “black & white” — só os poderosos do governo Médici em Brasília dispunham de TVs em cores. Mas a gente acompanhava também pelo rádio. Muitas vezes, punha-se a imagem e escolhia-se o locutor favorito — eu fiquei com Geraldo José de Almeida. A pior coisa do mundo era começarem os jogos ao meio-dia local, no México. Um absurdo total, e em locais altos, com baixo teor de oxigenação.

Sempre houve o costume de se comparar as seleções de 1958 e 1970. Tarefa impossível; eram duas configurações completamente diversas, e consolidadas ao acaso. Mas eu faria um “mix”: O resultado: Gilmar; Djalma Santos, Piazza e Nilton Santos; Zito e Gérson; Garrincha, Didi, Jairzinho, Pelé e Tostão.

Marco Antônio da Silva Lemos é desembargador do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJ-DF).

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