Do Leitor
Do Leitor

“A ideologia e parcialidade embaçam a percepção de muitos intelectuais”

Parabéns pelo texto, Euler Fagundes De França Belém. O mais impressionante nesse cenário político é constatar o quanto a ideologia e a parcialidade embaçam a percepção de tantos intelectuais, escritores, artistas, pessoas conhecidas… A viseira é imensa. Muito boa sua análise, principalmente o trânsito respeitoso e lúcido entre o escritor, sua obra, sua miopia, o quadro político todo e seus “personagens”. Abraço grande.

“O fanatismo leva ao nivelamento intelectual”

Lourenço Pinto de Castro

Brilhante trabalho, como é de seu feitio, retrata cabalmente a fidelidade, a subordinação da esquerda psicopata – não aos ideais – porém, ao amparo da conduta de seus membros; a verdade, o fanatismo, o autoritarismo, supondo estar acima de todos e da lei, levam ao nivelamento intelectual, daí, a falta de lógica de seus intelectuais.

“Só se pode falar bem de Raduan na imprensa brasileira”

Carlos William Leite

Sem dúvida, Euler, um de seus melhores textos. Sobretudo, pela coragem. Basta observar que sobre Raduan, na imprensa brasileira, só se pode falar bem.

“Caluniam a Igreja afirmando que ela impôs regras, que forçou a catequização”

Lucimar Jesus

Sobre o artigo “Vaca Amarela, Jesus, Maria e a hipocrisia” [Jornal Opção Online, 2146]: Realmente é possível “certas” pessoas não terem compreendido a razão e o sentimento de indignação dos católicos e dos que respeitam o Direito, visto que vivem tão fechados no “eu”, no grupinho “dos nós”, tão excluídos, tão marginalizados e tão estereotipados, que não percebem que fazem o mesmo com tais atitudes.

Caluniam a Igreja afirmando que ela impôs regras, que forçou a catequização, que roubou, etc. O direito de um cidadão não deve de maneira nenhuma ferir o direito do outro. Mas, e se tal ato fosse feito com Iemanjá? Ou com o busto de Anita Garibaldi ou Malala Yousafzai? Será que seria errado nossa indignação? Pois estaríamos, do mesmo jeito, indignados. Seria falta de respeito ao sagrado para um grupo, no primeiro caso; no segundo, desrespeito à história nacional; e no terceiro, façam e verá a confusão diplomática que o país enfrentará.

A Igreja Católica não te pede pra viver conforme a Boa Nova, exige apenas para quem fez a opção de ser católico. Assim sendo, porque acha o julgo dela pesado se não faz parte do seu corpo? Se sente esse desejo de fazer o certo, o bem, é por ser uma pessoa boa, e cada um tem um dom, que você não coloque o seu acima do Amor, mas no cotidiano, no servir ao próximo em suas necessidades a exemplo de Maria.

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“Não dá pra esquecer das ‘Casas do Brasil’, que promovem o estudo da língua e cultura brasileiras em vários países”

Laura Duarte

Muito boa a entrevista com o professor Marcos Bagno [Jornal Opção, 2084], de quem sou fã. Só questionaria dois aspectos: um é quanto à divisão entre professores e pesquisadores na universidade. Sou formada em letras na USP [Universidade de São Paulo] e agradeço profundamente ao curso justamente por me oferecer os dois tipos de formação. Acredito que, para formar esse tipo de professor — que possa ensinar a usar e a pensar a língua —, é sim necessária uma formação linguística e literária de profundidade que se confunde com o trabalho do pesquisador. Um professor de língua deve ser um pesquisador da língua. Também estudei na Argentina e acho que, apesar da incrível qualidade, falta espaço para o estudo das línguas estrangeiras de forma científica. Quanto às políticas linguísticas do Brasil no exterior, concordo que ainda falta muito. Mas não dá pra esquecer das “Casas do Brasil”, que existem em vários países e promovem o estudo da língua e cultura brasileiras.

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“As línguas acompanham sempre o progresso ou o retrocesso ideológico e moral dos povos”

Moacir Romeiro

Gostaria de ter participado da entrevista com o sr. Marcos Bagno, para mostrar as incongruências da fala dele. Na ânsia de defesa de seu discurso corrompido, ele mente para o leitor. As línguas acompanham sempre o progresso ou o retrocesso ideológico e moral dos povos, já disse um excelente escritor; e o linguista Bagno é um símbolo do retrocesso moral e ideológica da sociedade brasileira.

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“Nosso português tem importância no cenário internacional”

Macgyver Freitas

Acho que a importância numérica e econômica do português brasileiro já superou o português de Portugal há muito tempo e concordo que não seria difícil a “independência” de nosso idioma, digo isso pelo que presencio no mercado de softwares. Quando eu era pequeno, os programas costumavam ter como opção apenas o “português”. Com o passar dos anos surgiu a opção “português brasileiro”, e atualmente na maioria dos softwares e jogos que eu utilizo, a opção “português” é cada vez mais rara, tendo apenas a opção “português brasileiro”, o que evidencia a maior importância que o nosso português tem no cenário internacional, sobretudo no nicho de softwares. Imagino que o mesmo se repita em outros segmentos.

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