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Walacy Neto

“Espero um livro de Herbert Moraes”

Herbert Moraes

Herbert Moraes

Simone M. Silva

Após pesquisar muito sobre as reportagens do jornalista Herbert Moraes, descobri sua coluna no Jornal Opção, de Goiás. Admiro seu trabalho como jornalista e procuro acompanhar suas reportagens no “Jornal da Record”. Admiro sua coragem em buscar a informação e também sua forma de transmitir a notícia.

Acredito que, após vários anos em Israel, já aconteceu um pouco de tudo com você, Herbert: você já foi detido e expulso na Líbia; feriu sua mão durante uma reportagem; viu e sentiu a guerra de perto em Israel. São muitas histórias. Você já pensou em escrever um livro? Assunto para tanto você já tem. Eu compraria e levaria o livro para você autografar no dia do lançamento.

Aproveitando a oportunidade, parabéns atrasado por seu aniversário em 25 de julho. Muitas felicidades e que sua vida seja sempre iluminada e guiada por Deus. Saiba que sou sua fã e torço muito pelo seu sucesso.

Simone M. Silva mora em Mauá (SP)

“Generosidade que impõe um desafio”

Lúcio Flávio Pinto

O texto de Euler de Fran­ça Belém – “Lúcio Flávio Pin­to, expert em Amazônia, lan­ça excelente blog. É o maior jornalista brasileiro” (Jornal Opção 2044, coluna “Im­prensa”) me emocionou. Mui­to obrigado por sua su­per­la­ti­va generosidade. Ela me impõe o desafio de ser aquilo que você diz que sou. É no que me empenho. Ob­ter re­tornos como o seu me alegra e traz recompensa, além da emoção. Um grande abraço.

Lúcio Flávio Pinto é jornalista.
E-mail: [email protected]

“Posição de bandeira não indica a desorganização de uma cidade”

Roberta Caetano Costa

Hastear uma bandeira de ca­beça para baixo não indica que a cidade está desorganizada administrativamente, ou seja, “uma bagunça geral”, como disseram na nota “Bandeira de Goiás é içada de ponta cabeça na Câmara Municipal de Carmo do Rio Verde” (Jornal Opção Online). O jornal ateve-se apenas ao fato de a bandeira estar de ponta-ca­be­ça e não ao fato de a Câmara Mu­nicipal estar passando por uma grande reforma, melhorando sua estrutura e beneficiando a população, servidores e vereadores. A falha ocorrida foi percebida horas depois e corrigida em seguida.

Criticar uma administração municipal, funcionários e vereadores por esse fato ocorrido é usar esse veículo de comunicação para falsear o que o município é hoje e ofender os funcionários que aqui estão trabalhando. A Câmara Municipal conta atualmente com apenas três funcionários em seu quadro de pessoal e que estão ajudando em todos os setores desta Casa de Leis. Seria interessante que o jornal tivesse registrado as novas instalações da Câmara e a melhoria feita pelo novo presidente. Lamen­tá­vel tal publicação sem antes averiguar o real fato que ocasionou tal erro. Mas já que se sentiram tão ofendidos, como servidora da Câmara Municipal, peço desculpas por esta “grande” falha.

Roberta Caetano Costa é servidora municipal
E-mail: [email protected]

“Um texto para estar entre os grandes da literatura”

José Pedro Frazão

Com o conto “Navegante” (Jornal Opção 2044), para lá de fan­tástico o escritor José Fer­nan­des, dotado de grande inspiração e genialidade literária, faz-nos espectador comovido ante uma maravilhosa narrativa de tortura psicológica sofrida por um homem mau. A vingança do boi Navegante é feita pela própria consciência do seu assassino Jodisão. Com certeza, este texto desafia, em verve e em lavra, os grandes nomes da literatura brasileira.

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“Troca de Dilma por Lula mostraria desespero”

Epaminondas Silva

O brasileiro não tem ideia do que representa o papel do presidente. É uma mera gincana, concurso de popularidade, “votarei em quem vai ganhar”. Ninguém está participando do pleito, elegendo ou sendo eleito, por causa de propostas. Sobre a nota “Lula pode ser o candidato do PT a presidente. Dilma pode ser substituída até 15 de setembro” (Jornal Opção 2043), duvido plenamente que ele substitua Dilma Rousseff. A campanha já está quase definida e uma troca mostraria desespero, despreparo, evidenciaria que o que importa é permanecer no poder e uma derrota derreteria ainda mais a imagem de Lula.

Falam em legalidade. “Dentro da legalidade”, em se tratando de política, é um conceito muito vago, que os anos de PT no poder enlargueceram muito. Por exemplo, dentro da legalidade, prédios públicos não deveriam ser usados para fazer campanha. A Dilma não se avexa em usar as instalações para fazer reuniões e dar entrevistas eleitorais. Falta de responsabilidade para o cargo.

O PT só fez basicamente uma coisa nos últimos 4 anos: manter seu projeto de poder. In­vesti­mentos sendo deixados, projetos que não andam, os que eram contra privataria adotaram a concessão. Na impossibilidade de um terceiro mandato, Lula precisou escalar alguém para “esquentar a cadeira”. Calhou ser Dilma, única que sobrou em pé depois que José Dirceu, Antonio Palocci e Marta Suplicy sucumbiram em escândalos. O próprio presidente do PT [Rui Falcão] assume que a função da Dilma é ocupar o lugar para a volta de Lula.

E ele só não voltou agora, em 2014, acredito eu, por um motivo: Rose Noronha. Ele não se dignou a dar uma única explicação e só aparece em audiências controladas, para não ter de passar por esse constrangimento.

Lula conta com o fato de que em 2018 assuntos como mensalão ou Rose Noronha tenham esfriado. É plausível: uma conhecida de 26 anos me disse que votaria na Dilma porque “o PT acabou com a inflação”. Ela tinha coisa de 5 anos quando aconteceu o Plano Real. Não tinha como calcular e nunca se interessou pela história. Então, até 2018, fatos agradáveis à biografia do Lula poderão sobressair e apenas uma pequena parcela da população saberá da história inteira para formar uma opinião adequada.

Prova disto é que Lula nunca teve sua popularidade arranhada por causa do mensalão, que o sujeito preferiu se dizer um idiota que não sabia o que acontecia embaixo das barbas dele a assumir que tinha domínio do fato.

Este povo que acha o PT e o Lula pais dos pobres ou não acompanhou o processo do fim da hiperinflação ou não leu os livros de história. O processo não é repentino: demora. E o passo inicial foi o Plano Real. O que o PT fez comparado ao plano Real em seus 12 anos de poder? Nada. Estamos engargalhados sem infraestrutura; há transposições que não aconteceram, uma inflação maquiada no topo da meta, recessão técnica, juros na altura; e restrição para compra no exterior, já que o Brasil perde competitividade no consumo interno.

É tolice que com uma volta do PSDB acontecerá alguma espécie de “Plano Real 2”. Mas o PT já mostrou como é seu jeito de governar. E não tem sido bom. Hora de trocar a fralda e os políticos. Pelas mesmas razões.

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“Figurinhas carimbadas na lista da Petrobrás”

Talmon Pinheiro Lima

A citação do Eduardo Campos na lista de Paulo Roberto Costa no escândalo da Petrobrás não causa estranheza. Afinal, a maior obra (e mais superfaturada) é a Re­finaria Abreu e Lima, em Per­nambuco, terra do falecido e onde estão os campos de ex­ploração da companhia, ao lado do Rio de Janeiro de Sergio Cabral (PMDB), também citado. A presença dos demais também não causa surpresa, quase todas “figurinhas carimbadas” da maracutaia tupiniquim. Agora, quero ver a reação deles, tipo “isso é uma infâmia”, “estou sendo caluniado”, “sou inocente”, “esse cara é um desvairado”, ou seja, a repetição do velho coro dos corruptos pegos em flagrante. Apesar disso, teremos eleição, sim.

Dilma, Lula, Marina e o meio ambiente

Dilma Rouseff tem mostrado ser pano de preparo para a volta de Lula, que só não voltou este ano devido aos escândalos

Dilma Rouseff tem mostrado ser pano de preparo para a volta de Lula, que só não voltou este ano devido aos escândalos

Wellington Miranda França

Dilma, ao perder a eleição, foi pedir emprego para Marina. E Marina, decepcionada e indignada com Dilma, que é “xonada” pelo agronegócio, ofereceu-lhe a pasta do Ministério do Meio Ambiente para ela sentir o lado “detonation” do agronegócio. Dilma, muito preocupada e sem saber o que fazer, ligou para Lula, o salvador da pátria. E Lula lhe disse: “Não tem problema, companheira, é só você não comer alimentos com agrotóxicos, não beber água captada nas microbacias hidrográficas e fazer vistas grossas para a aniquilação da fauna e da flora.”

Passaram-se alguns dias e Dilma tinha desaparecido. Mobili­za­ram toda a máquina do governo para tentar encontrá-la. Dilma estava dentro de uma cápsula, a caminho de Marte. Lula perguntou se ela estava louca. E Dilma respondeu: “Consumir alimentos sem agrotóxico, beber água de fonte não contaminada com inseticidas, fungicidas, bactericidas, herbicidas, nematicidas, sal sintético concentrado etc., e parar de “dizimar” a fauna e a flora apoi­an­do, ao mesmo tempo, a expansão do agronegócio? Isso só pode ser em Marte! E como eu não sou incoerente como Marina, eu estou indo para outro planeta.” Então Lula perguntou: “E a fauna e a flora?” Dilma respondeu: “Estou levando fotos dos bichos e das florestas, de tanto olhar para elas, todos os dias, eu vou começar a acreditar que os mesmos ainda existem. Afinal, como você me en­sinou, uma mentira contada dez vezes acaba virando verdade, não é?”

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“Reguffe merece respeito e voto”

Lucas Bombonatti

Ao ler o texto sobre o deputado José Antônio Reguffe [“Reguf­fe, o homem de Marina Silva no DF”, Jornal Opção 2043], de Cezar Santos, nota-se: quando se é de fato honesto, é realmente difícil dialogar no meio em que ele está, mas ele segue lutando pela moralidade e ética que a política tanto precisa. Merece o respeito e o voto.

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“Maurício Sampaio é pessoa séria e de valor”

Flávio Elias

Quem conhece o dr. Maurício Sampaio sabe que ele é uma pessoa sincera e que, se tiver de fazer alguma coisa contra alguém, a fará pessoalmente (já ouvi isso de várias pessoas). É um homem raro hoje em dia: de palavra, sério, íntegro e de valor. Tem o peito aberto e não foge da luta. Conheço-o pouco, mas o pouco que o conheço tenho essa avaliação dele. Que a justiça seja feita.

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Uma resposta para ““Espero um livro de Herbert Moraes””

  1. Avatar simone disse:

    Obrigada por publicar minha carta , espero que estas palavras cheguem até o jornalista Herbert Moraes , pois admiro muito seu trabalho.

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