Esquerda e mídia jogam contra Bolsonaro e o Brasil

O presidente chocou os vermelhos na ONU por ter falado a verdade e por não se agachar diante de nenhuma potência

Cilas da Silva Gontijo

Em 1947 o brasileiro Oswaldo Aranha presidiu uma sessão especial da Assembleia Geral da ONU e, com o seu apoio, ficou decidida a repartição da Palestina — criando-se, em 1948, o Estado de Israel.

Por ter sido considerado fundamental nesse processo, desde então fixou-se a tradição de um líder brasileiro abrir a sessão da ONU.

Na terça feira, 21, pela terceira vez, o presidente do Brasil, Jair Messias Bolsonaro, deu início a mais uma sessão com um discurso de aproximadamente 12 minutos. Ele falou como um verdadeiro chefe de Estado, denotando que ama verdadeiramente seu país. O líder brasileiro apresentou argumentos verdadeiros na defesa da sua pátria —diferentemente do que a mídia nacional publicou após a sua fala.

Bolsonaro mostrou para o mundo, de modo corajoso, o Brasil como realmente é. Falou da turbulência econômica e da crise sanitária. Dois problemas que atingiram praticamente todos os países — uns menos, outros mais. Por exemplo: morreram mais americanos do que brasileiros em decorrência da Covid-19. Recentemente, uma grande empresa da China quebrou e deu calote. Porém, a mídia militante, os vermelhos da caneta e das teclas, optou por fazer oposição, não só a Bolsonaro, mas sobretudo à própria nação. Há uma aposta de que, quanto pior, melhor. O objetivo, claro, é eleitoreiro. Mas camufla-se a intenção efetiva.

Vale lembrar que Bolsonaro foi eleito pelo voto direto. Portanto, é o presidente não só dos que votaram nele, e sim de todos os brasileiros, inclusive daqueles sete manifestantes do grupo 342 Artes liderado por Paula Lavigne, mulher do cantor e compositor Caetano Veloso. Com ajuda da mídia, tentam todo o tempo atrapalhar o bom andamento do governo.

A turma do “movimento” Quanto Pior, Melhor está totalmente alinhada com os grandes concorrentes do Brasil e têm como único objetivo arranhar a imagem do país lá fora. O objetivo é atrapalhar os negócios do Brasil, que lidera a produção e exportação de soja do mundo. O país é um forte exportador de commodities.

Vamos aos pontos da fala de Bolsonaro

Jair Bolsonaro na ONU:um presidente que não se agacha ante as potências globais | Foto: Reprodução

Primeiro, o presidente disse que o país está há dois anos e oito meses sem nenhum caso de corrupção concreto. O que é verdade. A CPI da Pandemia está investigando o governo, mas, até agora, nada provou em termos de corrupção. Acusação não é o mesmo que condenação por corrupção. Os senadores não são juízes. Muito do que estão dizendo, acossando as pessoas numa verdadeira Inquisição de Torquemadas, dificilmente será provado em juízo. Muitas vezes, levantam suspeitas para alavancar as manchetes dos jornais e emissoras de televisão. Por vezes, ou quase sempre, os senadores parecem se esquecer de que quem acusa é que tem de provar. A presunção de inocência está indo por água abaixo nesta CPI, na qual as falas têm mais a ver com a eleição de 2022 do que com investigações criteriosas e independente. As pessoas vão “depor”, mas estão “condenadas” a priori.

Veja-se o caso da Covaxin. Ora, se o governo não comprou a vacina indiana, se não dispendeu um centavo com sua aquisição, onde está, a rigor, a corrupção? Ora, o contrato foi cancelado. A Justiça — juiz, desembargador e ministro do STF — tem como julgar e condenar suposta intenção?

É possível que haja corrupção na máquina pública? Sim. Porque a estrutura do governo é gigante e, por isso, é incontrolável. As sanguessugas, alimentadas nos governos anteriores, do PT, estão por aí — à espera de meter a mão no dinheiro público. Mas é preciso enfatizar: algum caso chegou ao presidente Bolsonaro? Não. Nenhum. Por que a mídia nada diz a respeito? Não há mensalão, não há petrolão, não há petecozão.

O Brasil é um país cuja maioria da população é cristã, portanto acredita em Deus e Jesus Cristo. Bolsonaro é cristão e valoriza a família. E, ao contrário do que a mídia propaga, o presidente respeita a Constituição. Ele é leal à nação, não apenas àqueles que o elegeram. Por falar nisso, quero pearguntar: os vermelhos podem levar seus seguidores às ruas, mas Bolsonaro não pode? Ademais, Lula defendeu que, se eleito, vai regulamentar a mídia, ou, noutras palavras, pretende controlá-la. Cadê o barulho da mídia? Nenhum. Síndrome de Estocolmo ou masoquismo?

Estávamos, sim, à beira do socialismo. Mas a vitória de Bolsonaro, em 2018, estancou o reinado do PT — que, se tivesse elegido Fernando Haddad, teria ficado ao menos 20 anos no poder, um ano a menos do que a tão criticada ditadura militar. Hoje, quando há um novo Brasil, esquerdistas solertes criam teorias da conspiração e fazem tudo para atrapalhar o governo do presidente. O fato de Bolsonaro ter brecado a corrupção, tanto de políticos quanto de empresários, tem desagradado vários setores. Ao contrário das pessoas de má-fé, os de boa-fé têm de dizer, com coragem: Bolsonaro acabou com o rio da corrupção articulado pelo petismo e outros setores.

Presidente Jair Bolsonaro: discurso altivo | Foto: Reprodução

É preciso acrescentar que, ao contrário do que pregam nos jornais, os investidores continuam chegando para aplicar recursos financeiros no Brasil. Não fugiram do país.

O BNDES era usado para investir em obras de países governados pela esquerda. Bilhões de reais foram simplesmente “doados”, quer dizer, jogados no lixo. Ou alguém acredita que Cuba, país quebrado, vai pagar o financiamento do governo brasileiro? Lula e Dilma Rousseff são brasileiros, mas agiram, ao “doar” dinheiro, como se fossem cubanos. Não defenderam os interesses dos brasileiros, e sim os dos companheiros cubanos. Mas quem terá de pagar a conta dos erros dos governos do PT? Sabe quem? Todos os brasileiros. Aliás, já estão pagando.

Na infraestrutura, o país está avançando de maneira acelerada, dado o trabalho incansável e produtivo do ministro Tarcísio de Freitas. Há obras nos quatro cantos do país. Por isso, os elogios para o ministro, por sinal, cotado para disputar mandato de senador por Goiás.

Temos uma agricultura sustentável e somos o país responsável pela alimentação de mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo — e utilizando apenas 8% do território para plantação.

Quanto ao meio ambiente, o código florestal é o mais duro do mundo. Por sinal, nem foi elaborado pelo governo de Bolsonaro, porém está em pleno vigor. De fato, as pessoas que tentam burlar as leis precisam sofrer as consequências e serem penalizadas.

A floresta amazônica é a maior reserva do mundo — e, como disse Bolsonaro, está com 84% de sua área preservada. Ao contrário do que dizem os mal-informados, como o presidente da França, Emmanuel Macron, a floresta não está sendo derrubada para plantação de soja ou criação de gado. Aliás, como disse o deputado José Mário Schreiner, para aumentar a produção agrícola do país, não é preciso derrubar nenhuma árvore mais.

As reservas indígenas estão preservadas e os índios estão cada vez mais integrados à sociedade. Eles utilizam suas terras para produção de alimentos em larga escala — com uma agricultura arrojada.

Pandemia e a preocupação social de Bolsonaro

Quanto à pandemia, sou contra o presidente não ter se vacinado e não usar máscara. Como líder da nação, Bolsonaro deveria dar o exemplo. Porém, reconheço que é um direito dele e de qualquer cidadão que vive em um país democrático, no qual suas liberdades precisam ser respeitadas.

O presidente apostou em um tratamento inicial, em um momento de muitas incertezas, sobre como tratar a Covid-19. Ele apostou em alguns medicamentos que já vinham sendo usados em muitas partes do mundo e defendidos por muitos médicos estrangeiros e brasileiros que aparentemente deram resultados em muitos pacientes e em outros não.

Bolsonaro sempre defendeu a autonomia médica com base na liberdade de escolha do melhor tratamento decidido entre médico e paciente e não políticos decidindo o que os médicos devem receitar.

O presidente sempre foi contra o “fique em casa” e fechamento total das cidades. Porque estava e está preocupado não somente com a doença, mas também com seus efeitos na economia. Observe-se que, ao criar o auxílio emergencial, o governo reduziu o impacto da crise na vida dos pobres. Os recursos serviram também para movimentar a economia. O que prova que ele tem preocupações sociais.

Com respeito à vacinação, o Brasil, com uma população de mais de 210 milhões de habitantes, hoje ocupa a quarta colocação geral com aplicação da segunda dose ou dose única, segundo dados do Ministério da saúde. Se comparado ao G20, o país é o quinto colocado — atrás apenas de China, Estados Unidos, Índia e Reino Unido. O Brasil hoje tem condições de ajudar outros países com doação de doses.

Isso derruba a tese da oposição e de grande parte da mídia que dizem que o presidente, por não usar máscara e não ter se vacinado, influencia seus apoiadores fazer o mesmo. Tanto não é verdade que seus ministros estão vacinados.

A alta taxa de adesão à vacinação mostra que o governo Bolsonaro é totalmente proativo na questão da imunização dos brasileiros.

Então, leitor, quais foram as mentiras ditas pelo presidente em seu discurso?

Tudo que ele falou é absolutamente verdade. Só não enxergam aqueles que realmente não querem ver.

Quais foram as vergonhas que ele nos fez passar?

Seria por ele ter comido pizza na calçada, ou seria por que foi almoçar em um puxadinho?

Sério? Foi isso mesmo?

Nos Estados Unidos, os direitos individuais são respeitados. Há muitos americanos que não querem se vacinar e não se vacinaram. Bolsonaro, andando pelo país de Joe Biden, não usou máscara nem se vacinou. Como, repetindo, muitos americanos.

O episódio do ministro Marcelo Queiroga mostrando o dedo para aqueles sete manifestantes foi um fato isolado. Ele perdeu a cabeça. Mas quem nunca perdeu a cabeça?

Vergonha mesmo é uma presidente que propõe a estocagem de vento.

Vergonha é uma presidente de uma país de maioria cristã defender o Estado islâmico, que, como se sabe, é terrorista.

Vergonha é sete manifestantes e cinco militantes da imprensa torcerem contra seu país.

Vergonha é essa imprensa esquerdista mostrar somente o lado que lhe interessa e não o que interessa à grande maioria do povo brasileiro.

Cilas da Silva Gontijo é estudante de Jornalismo na Faculdade Araguaia.

6 respostas para “Esquerda e mídia jogam contra Bolsonaro e o Brasil”

  1. Avatar Allan Barreto disse:

    Parabéns pelo texto lúcido e, sobretudo, pela coragem de enfrentar a “mídia”, inclusive a da redação do próprio Opção.

  2. Avatar Raimundo disse:

    Parabéns pelo trabalho concluído e um texto bem explicito com a verdade valeu editor Silas .

  3. Avatar Valdir disse:

    Parabéns, falou verdades e o que os sensatos e éticos pensam.

  4. Avatar Gustavo Leão disse:

    Excelente. Belo texto. Falou toda a verdade, só quem não é brasileiro que não enxerga a verdade. A mídia esquerdista quer e torcem para ter muita notícia negativa para venderem notícias, mas graças a Deus o país está indo de vento em polpa. Uma CPI presidida e relatada por bandidos tentam incriminar um Presidente honesto, em claro e evidente síndrome de abstinência da corrupção. Quando lemos um texto assim, acreditamos que a mídia brasileira ainda tem recuperação. Brasil acima de tudo e Deus acima de todos.

  5. Avatar Rafael Barreto disse:

    O autor do texto mora na lua ou embarcou na distopia.

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *

Esse site utiliza o Akismet para reduzir spam. Aprenda como seus dados de comentários são processados.