Yago Rodrigues
Yago Rodrigues

O que candidatos ao Senado, se eleitos, podem fazer por Anápolis?

Os sete candidatos ao Senado Federal: a questão é se algum deles poderá interferir diretamente pela cidade de Anápolis

Os sete candidatos ao Senado Federal: a questão é se algum deles poderá interferir diretamente pela cidade de Anápolis

Qual a influência de Anápolis na corrida ao Senado? O que o eleitorado anapolino significa para os candidatos? E o que eles, se eleitos, podem fazer pela cidade? Os senadores inferem diretamente no município? Primeiro, a influência é proporcional ao tamanho da cidade. Se a cidade é o terceiro maior colégio eleitoral (atrás apenas de Goiânia e Aparecida de Goiânia), os eleitores representam muito nessa corrida. A força é grande tanto na escolha do senador, como na escolha do governador. Em relação à influência dos senadores no município, a palavra “diretamente” não entra na resposta. De forma geral, os senadores contribuem com o Estado.

Em miúdos, cada Estado brasileiro elege três senadores. Eles representam os Estados e atuam no Congresso Nacional para que a política republicana da Federação seja equânime e, assim, não os prejudique. Já a Câmara dos Deputados repre­senta a população. Os Estados mais populosos têm mais deputados. Portanto, o equilíbrio federativo é feito no Senado Federal. Ali, é possível impedir que uma matéria seja aprovada e prejudique, às vezes, mais especificamente o desenvolvimento de determinada região de seu Estado.

Even­tualmente, Anápolis, por sua expansão e importância econômico-industrial, pode receber o apoio em algum projeto para ajudar o município. O apoio vem de medidas, que são decididas no Congresso Nacional. Um exemplo, pauta de campanha de todos os senadoriáveis, é a reforma tributária. Os benefícios tributários, ainda como exemplo, chegam à ponta. O incentivo fiscal atrai o desenvolvimento. Como os dados apontam, o município anapolino, bem como Goiás, cresceu por meio da industrialização.

Em Brasília, uma proposta tramita para acabar com o benefício. O lugar para se barrar matérias como essa é no Senado Federal. Às vezes, elas passam na Câmara, onde a discussão ganha diferentes proporções. A função do senador e sua representatividade não são para o município em si, e sim para o Estado como um todo. Entre os principais candidatos para discutir não só a questão da reforma tributária ou incentivos fiscais, mas também segurança, educação e até reforma política no Congresso Nacional estão Ronaldo Caiado (DEM), Vilmar Rocha (PSD), Marina Sant’Anna (PT), Aguimar Jesuíno (PSB), Aldo Muro (PSDC), Antônio Neto, (PCB) e Elber Sampaio (Psol). Mas o anapolino ainda não deu sinais de quem é o seu favorito.

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