34 anos
Goiânia
Empresa alega legalidade no contrato com Amob
EcoTech Engenharia se defende de denúncia, justificando que contrato foi feito por Inexigibilidade de Licitação

Déborah Gouthier

Uma discussão foi realizada na Câmara Municipal de Goiânia nesta quarta-feira, 1°, a respeito do contrato realizado pela prefeitura, por meio da Amob (Agência Municipal de Obras), para execução de reparos asfálticos na capital. Após acusações feitas por alguns vereadores da Casa, veiculadas em matéria do Jornal Opção, a EcoTech Engenharia – empresa responsável pelo serviço – se defendeu da denúncia de suspensa de processo licitatório, alegando que o contrato foi feito por Inexigibilidade de Licitação.

De acordo com João Coragem, CEO da empresa, foram analisados todos os pressupostos e requisitos legais pertinentes à contratação, já que foi verificada a “situação de inexistência ou ausência de empresas concorrentes”, o que justifica a ausência da licitação. Ele também esclarece que não há outras empresas no país que realizem o referido serviço (de manutenção preventiva ou corretiva do asfalto) com a tecnologia e métodos utilizados pela EcoTech.

Diferente do que foi declarado pelo vereador Santana Gomes (PSD), João Coragem também explica que não existem contratos da empresa firmados com o governo do Distrito Federal e com as prefeituras de Canoas (RS) e Florianópolis (SC). “Todos os contratos da EcoTech são celebrados com Administrações Municipais ou Governos Estaduais, independentemente das legendas partidárias de cada região. Não há vinculação política/partidária nesse processo”, declara.

O CEO também considera como “falsas e infundadas” as acusações feitas contra os sócios da EcoTech, pelo recebimento de recursos advindos do mensalão, e declara que essas denúncias serão propriamente questionadas.