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Irresponsabilidade alheia
Para o deputado estadual Daniel Goulart (PSDB), ao contrário do que sugere o presidente do PMDB, Adib Elias, em entrevista ao Jornal Opção, publicada na semana de 26 de setembro a 3 de outubro, quem deixou o Estado de Goiás em dificuldade foram os peemedebistas.
O tucano questiona a declaração de Adib sobre uma saída não comprovada de R$ 1 bilhão da Celg para o Estado que, segundo ele, não chegou aos cofres públicos. “O presidente deve responder na Justiça por essa afirmação infundada. Deveria saber que se trata de calúnia atribuir um crime a alguém sendo que este não o cometeu”, rebate Goulart.
Daniel Goulart lembra que ao sair do governo de Goiás, em 1998, o PMDB deixou como legado a total desarticulação do fomento à economia do Estado. “Temos exemplos conhecidos, como a quebra do Banco de Desenvolvimento de Goiás, da Caixego e do BEG. Até mesmo a Celg, grande responsável pelo desenvolvimento econômico goiano, está em situação difícil que se agravou com a venda da usina Cachoeira Dourada”, diz.
Ainda segundo Goulart, ao invés de apontar situações inverídicas, Adib deveria se preocupar em dar satisfações à sociedade sobre a Operação Ouro Negro, que foi deflagrada pela Polícia Civil e pelo Ministério Público Estadual, em 2007. A operação denunciou desvio de dinheiro da Prefeitura de Catalão, que era administrada pelo atual presidente do PMDB. “Vários secretários da sua gestão foram presos, mas até agora ninguém foi punido. Antes de apontar inverdades alheias, o senhor Adib deveria se preocupar em explicar ao povo goiano as falcatruas que foram apontadas pela polícia”, fala Goulart.
MARIA CRISTINA FURTADO é assessora de Imprensa do deputado estadual Daniel Goulart.
Imprensa treteira
A chuva cedeu, como das outras vezes ficaram os estragos: postes caídos, ruas alagadas, árvores frondosas e centenárias no chão. A tendência é ficar pior a cada período chuvoso. Obras de contenção estão sendo realizadas, mas como nosso solo é íngreme e arenoso, será uma luta inglória.
Guimarães Rosa dizia “que Minas são muitas”. Na política não é diferente, são muitas as possibilidades e combinações. Hélio Costa pode apoiar Aécio Neves se Aécio o apoiar para governador. Só que Aécio Neves tem um grande compromisso político com o ex-prefeito de BH Fernando Pimentel, que fez dobradinha com Aécio na eleição do então desconhecido Márcio Lacerda para prefeito da Capital. Pouca gente fora de Minas sabe que Pimentel é forte, emblemático e fez uma bela administração em Belo Horizonte. Aécio tem muito apreço por ele e vice-versa. Assim, o meio de campo fica embolado, deverá ter seu jogo voltado pelas laterais do campo. Quem souber fazer melhor o “overlapping” vai sair em vantagem.
A imprensa de Minas é “treiteira” em relação à política. Não é como vocês do Jornal Opção, que fazem analise “sintática e morfológica” de candidatos e partidos. A?imprensa lá fica no periférico, aguardando as tacadas dos astutos jogadores da política pão de queijo. Quando tiver algo do nível do Jornal Opção, eu mando para vocês.
EDUARDO RODRIGUES é jornalista e empresário em Belo Horizonte, via e-mail
Câmara itinerante
Um jovem político de nome Sírio Miguel é atualmente presidente da Câmara Municipal de Anápolis. Ele tem estado em sintonia com seus pares e com a população de Anápolis. Criou, de forma inteligente, as sessões itinerantes, quando os parlamentares vão aos bairros ao encontro das necessidades da população. É um parceiro de valor da sociedade civil organizada atuando em todos os setores produtivos e lutando pelas causas mais urgentes na cidade, como Saneago, Daia, UEG, saúde pública. Ele está prestes a fechar parcerias para os próximos pleitos.
EVANDRO COUTINHO FRANÇA é advogado.
Ética médica
O novo Código de Ética, recentemente aprovado pelo Conselho Federal de Medicina, continua com o vício da arbitrariedade e da ilegalidade. Todas as 118 vedações às quais os médicos estão submetidos, não são previstas em lei. Uma afronta ao princípio constitucional da legalidade. Os ilícitos também não são cominados, como manda a Constituição Federal, o que conduz a julgamentos subjetivos, configurando um tribunal de exceção. Um verdadeiro ataque ao estado de direito democrático. Eu perguntaria: onde ficaram os direitos humanos? Que justiça é essa que não garante os direitos estabelecidos pela Constituição cidadã de 1988? Que país é esse?
VIRMONDES VIEIRA MACHADO, do Rio de Janeiro, via internet
Uma bagunça danada
Não quero falar do presidente Lula da Silva, exceto dizer que gostei do seu discurso em defesa da cidade do Rio de Janeiro para sede dos jogos olímpicos. Também aproveito para dizer que sou contra o terceiro mandato para quem quer que seja, inclusive para vereador, deputado e senador. Todavia, quero falar é desse tal Gaguim que, pelo visto, não reúne condições para governar o Estado do Tocantins. Li o artigo de Euler Belém, que descreve com precisão o caminho traçado por esse político de encomenda. Pior é que os deputados estaduais do Tocantins parecem estar vendidos na história e vão colocá-lo no cargo de governador para o mandato-tampão, o que é lamentável. Melhor seria que a imprensa mostrasse a in competência desse cidadão que, certamente, vai fazer uma bagunça danada.
LUIZ PEREIRA, via internet
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