Goiânia, 07 de setembro de 2010 (9:39)
De: 30 de maio a 05 de junho de 2004

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  Bastidores

Patrícia Moraes
patriciamoraes@jornalopcao.com.br

CURTAS & QUENTES

No governo Lula, depois das pesquisas feitas em Goiânia, conclui-se que Rubens Otoni “é o futuro do PT em Goiás”.



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Amigo do governador Marconi Perillo, com quem conversa sempre — numa interlocução de alto nível —, Rubens Otoni articula, com a simpatia do Palácio das Esmeraldas, um frentão para as eleições anapolinas.



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A tucana Carla Santillo recebeu convite para ser vice de Rubens Otoni, relutou no início, mas recebeu sinal verde do Palácio para entabular a negociação. A deputada não tem qualquer simpatia por Pedro Sahium.



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Pedro Sahium (PSB), se não disputar a reeleição, pode ocupar uma vaga no governo estadual, em 2005. Mas ele insiste e diz que vai disputar a reeleição.



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O PT contratou o Ibope, mas decidiu não divulgar sua primeira pesquisa sobre Goiânia. Quem viu os dados ficou com “dó” de Pedro Wilson. O prefeito está malíssimo. E ele continua dizendo: “Deus já me deu tudo”. A turma do PT fica irritadíssima quando ouve Pedro Sem Esperança Wilson.



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Arrogantes, líderes do PT, como Marina Sant’Anna, não queriam coligação proporcional com o PC do B. Agora, sem o apoio do governador Marconi Perillo e do PMDB de Iris Rezende, Pedro Wilson sentiu-se obrigado a visitar a sede do partido.



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Na surdina, os comunistas morrem de rir da fragilidade de Pedro Wilson.



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Flávio Peixoto, que antes era menosprezado pelo PT como “apenas aquele economista do PMDB”, agora é convidado para quase todo convescote petista. Pedro Wilson e Marina Sant’Anna já o acham o segundo gênio da raça (o primeiro, segundo Glauber Rocha, o cineasta, foi Golbery do Couto e Silva).



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Por mais que se duvide de qualquer aliança entre o PT de Pedro Wilson e o PSDB de Marconi Perillo, gente da cúpula do PSDB diz que é preciso ler os “sinais de amizade”.



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Entre os sinais estão a possibilidade de se construir a Ferrovia Norte-Sul (a China tem o dinheiro e a vontade política), no lugar do metrô de superfície de Goiânia, e o dinheiro liberado para o FCO.



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Um vereador com fortes ligações com o Palácio das Esmeraldas diz que, mesmo que o PSDB não indique o vice de Pedro Wilson — o que parece uma missão impossível —, as hostes governistas poderiam lançar um vice da base governista. Parece confuso, mas ele diz que tem sua “lógica”. Não se sabe, porém, qual é.



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Um jornalista da IstoÉ disse a um deputado goiano que o acordo Lula-Marconi vai ser feito. A questão é: e o acordo com Pedro Wilson? Mor-reu!, como diria o Nerso da Capitinga.



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A reclamação é geral: o governo de Pedro Wilson não paga fornecedores e não consegue manter todas as creches de Goiânia. “Pedro só está pagando os funcionários”, denuncia um vereador.



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O jornalista Ricardo Noblat revela que o presidente da Câmara Federal, João Paulo Cunha, pode ser nomeado ministro pelo presidente Lula.



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José Dirceu (ou Aldo Rebelo) deixaria o governo para dirigir a Câmara nos próximos dois anos.



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O PPS da Cidade de Goiás quer coligação com o PT de José do Carmo, uma das principais revelações do partido em Goiás, mas enfrenta a resistência de Linda Monteiro.



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O PT de Brasília e o PT de Goiás criaram o “Fênix-Entorno”. O objetivo do partido é crescer maciçamente na região, pois seus líderes avaliam que o reinado de Joaquim Roriz está acabando e que poderá ser ocupado pelo petismo. No sábado, com a presença de Duda Mendonça, o PT da região discutiu as possibilidades eleitorais para 2004 e 2006.



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Em Luziânia, o PT vai lançar a candidatura de Didi Viana, ex-secretário do prefeito Delfino Machado. Mal nas pesquisas, Delfino pode desistir da disputa e apoiar Didi Viana contra Célio Silveira, o líder nas pesquisas.



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O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, está se transformando num dos principais interlocutores do presidente Lula.



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Com isso, o projeto Goiás pode ficar para 2010. Mas Meirelles admite que tem vontade de governar seu Estado natal.



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O deputado Sandro Mabel já disse a Meirelles que só será candidato a governador se ele não for.



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No PL do vice José Alencar já se conversa abertamente sobre a possibilidade da adoção do parlamentarismo em 2005. Mas tudo vai depender do governo Lula, que está muito parecido, em termos de caos, ao governo de João Goulart.



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Uma dica: Marconi Perillo não está nada afobado para resolver o problema sucessório em Goiânia. Ele sempre gosta de ganhar tempo para articular uma saída habilidosa.



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O governador só vai despachar em Goiânia nas segundas, terças, às vezes, quartas, e, no restante da semana, vai trabalhar intensamente no interior.



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O deputado Ernesto Roller e o prefeito de Formosa, Sebastião Caroço, ambos do PP, permanecem aliados, até por uma questão de sobrevivência política, mas não tocam a mesma música há pelo menos dois meses.



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Aliados de Roller sugerem, nos bastidores, que Sebastião Caroço teme o crescimento político do jovem parlamentar.



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O prefeito de Caldas Novas, Evandro Magal (PSDB), trocou de candidato na semana passada. Ele vai apoiar o empresário José Araújo (PPS) para disputar a eleição e o PSDB lança a vice, Maria Inês.



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Cristiano Nicolau fica de fora do processo em Caldas Novas.



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O jogo contra Magda Mofatto vai ser pesadíssimo. José Araújo não vai brincar. A guerra dos dossiês e dos ataques brutais nos comícios estará de volta.



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Gisélia Custódio (PSDB), aliada de Raquel Teixeira, vai disputar mandato de vereadora em Caldas Novas.



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O médico Mac Mahoen Távora lidera as pesquisas em Iporá, mas o geógrafo Rui Júnior, do PTC, pode surpreender, sobretudo porque tem o apoio do governador Marconi Perillo e do deputado Daniel Goulart. O PSDB pode apoiá-lo.



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Mac Mahoen só tem uma obra para mostrar, um lago, e é tido como responsável por produtores rurais terem se endividado ao tentar implantar o cultivo de frutas na região.



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O grupo de Darci Accorsi garante que a equipe de Nion Albernaz trabalha, em tempo integral, para minar a candidatura do PL. “A conspiração vem de uma fazenda de Morrinhos”, diz um pelista, numa alusão ao Professor. “Trata-se de uma conspiração rural — o MST do PSB.”



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O vice-presidente do PL, Cleovan Siqueira, na ausência do presidente Sandro Mabel, foi obrigado a apagar um incêndio por dia. “Um dia, os jornalistas me ligavam para perguntar se Darci Accorsi iria mesmo para o Tribunal de Contas dos Municípios; no outro, queriam saber se ele aceitaria a Secretaria do Meio Ambiente. Só faltou me perguntarem se o pré-candidato do PL disputaria eleições com George W. Bush”, brinca Cleovan Siqueira, um político espirituoso.



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Os jornalistas disseram a Cleovan Siqueira: “Mas a secretaria poderá acomodar todo mundo do PL...”. A resposta de Cleovan: “Mas nós queremos eleger o próximo prefeito de Goiânia. E Darci não tem vocação para conselheiro de tribunal”.



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Na terça-feira, 1º de junho, o governador Marconi Perillo recebe Sandro Mabel, Cleovan Siqueira, Darci Accorsi e 28 prefeitos do PL para um almoço.



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O deputado federal Sandro Mabel costuma dizer que está tentando falar com Marconi Perillo há pelo menos seis meses.



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Na segunda-feira, 31, às 16h10, o governador Marconi Perillo conversa com os quatro prefeitáveis de sua base — Sandes Júnior, Darci Accorsi, Barbosa Neto e Jovair Arantes.



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Darci Accorsi diz que vai dizer a Marconi que sua candidatura a prefeito será mantida a qualquer custo. ‘‘Nossa convenção será feita no dia 15, com a presença do presidente nacional do PL, Valdemar Costa Neto.’’



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O PT nacional leu a entrevista de Sandro Mabel ao Jornal Opção e o procurou para tomar satisfações. Como Mabel estava na Europa, a ira foi esfriando aos poucos.



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Sandes Júnior (PP) pode ter como vice Geraldo Felix de Sousa, presidente da Saneago, ou o vereador Sérgio Câmara, filho do empresário Tasso Câmara, sócio da Organização Jaime Câmara. Os dois são tucanos.



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Os candidatos estão de olho gordo no tempo de televisão do PSDB.



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O tucano Daniel Messac também trabalha para ser vice de Sandes Júnior.



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Chiquinho Oliveira começou ao lado de Sandes Júnior, mas, na semana passada, estava mais próximo de Barbosa Neto. Este teria dado garantias de que pode apoiá-lo para deputado federal em 2006, com ampla estrutura.



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A senadora Lúcia Vânia está “quieta”, mas, se o PSDB decidir lançar o vice de Barbosa Neto, ela pode romper e até sair do partido. A visita de Barbosa Neto a Iris, interpretada como uma “recaída”, não agradou setores do PSDB.



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Leal e firme, Lúcia Vânia apóia Sandes Júnior. Abertamente.



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Um líder do PSDB conta que o governador Marconi Perillo vê com bons olhos a aliança com Sandes Júnior.



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Nos últimos dias, o vice-governador Alcides Cidinho Rodrigues, sempre discreto, virou um leão na defesa da candidatura de Sandes Júnior.



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Sandes Júnior deverá ser, provavelmente, o primeiro nome da base do governo a ser anunciado oficialmente como candidato a prefeito de Goiânia.



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Jovair Arantes insiste que vai ser candidato a prefeito de Goiânia, mas está cotadíssimo para ser vice de Barbosa Neto.



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Confiando no seu marqueteiro, Jovair Arantes diz que não joga a toalha, mas os índices na pesquisa não sobem. “Marqueteiro é igual advogado: diz que vamos ganhar a causa (a eleição), quando a causa depende do julgamento do juiz (do povo)”, critica um político experimentado.



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A pesquisa Serpes apresentou Iris Rezende com uma rejeição menor devido à baixa amostragem. O Serpes só ouviu 400 pessoas e, por isso, pode ser surpreendido nas próximas pesquisas, sobretudo se aumentar o número de entrevistados.



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Já estão no barco de Barbosa Neto os vereadores Capitão Wayne, Maurício Beraldo e os deputados Rachel Teixeira, Afrêni Gonçalves e Kennedy Trindade.



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Barbosa Neto contratou dois marqueteiros para fazer sua campanha: Marcus Vinícius, da Central do Brasil, e Marco Antônio Siqueira, da AMP.



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Marco Antônio Siqueira não tem experiência com propaganda eleitoral, o que pode representar risco. A AMP fez o programa que deu problema com a Justiça Eleitoral.



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O presidente do PSB goianiense, Gilson Bueno, bateu o martelo: vai apoiar a candidatura de Raquel Rodrigues em Santa Helena.



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O presidente do PPS de Goiânia, Wagner Villela, esteve no encontro do PSB na Câmara de Vereadores no sábado, 29. Ele não hipotecou apoio oficial a Barbosa Neto. Mas disse que a tendência é apoiar o candidato socialista.



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A presidente regional do PSB, Linda Monteiro, também tem simpatia por Barbosa Neto. Mas vai esperar um pouco mais antes de emprestar-lhe apoio.



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Comentário geral: Leandro Sena dançou e não será candidato a prefeito pelo PPS. Tem o veto de Linda Monteiro. Por isso, na campanha, é provável que Linda e Leandro estejam em palanques diferentes.



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A equipe de Barbosa Neto garante que já tem o apoio do prefeito de Guapó, Colemar Cardoso de Queiroz.



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Os prefeitos de Trindade, George Moraes, e de Senador Canedo, Divino Lemes, também estariam integrados à pré-campanha de Barbosa.



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Hermes Traldi (PTB) é o preferido do eleitor de Goiatuba. Mas o PSDB quer lançar uma alternativa na cidade. Traldi já foi afastado da prefeitura sob acusação de corrupção.



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A deputada Raquel Teixeira — que apóia Barbosa Neto em Goiânia, já abertamente — diz que em Itumbiara o PSDB pode disputar como vice de um empresário do PSB.



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Nesta perspectiva, o promotor de Justiça Clayton Korb estaria fora do processo, em Itumbiara.



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Não se comenta outra coisa na Assembléia Legislativa: o prefeito de Aparecida de Goiânia, Ademir Menezes (PFL), blefou com o nome do inexpressivo José Macedo e dançou. Pode ficar sozinho.



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A mais prestigiosa revista do mundo, The Economist, vai entrevistar a deputada federal Raquel Teixeira pela segunda vez.



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O secretário Fernando Cunha diz que, se Nion Albernaz disputar a Prefeitura de Goiânia, ele disputa a de Anápolis. Sempre bem-humorado, Fernando ri, fartamente, de sua brincadeira.



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As eleições de Porangatu caminham para ter dois candidatos: José Osvaldo, pelo PSDB, e Eronildo Valadares, pelo PPS. O PMDB mantém a candidatura de Apuram Pereira, mas Valadares trabalha para retirá-lo do páreo.



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O PP e o PT pode fechar com José Osvaldo. O acordo depende muito do que se definir em Goiânia.



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Não se pode negar que, apesar da rejeição altíssima, há, no momento, uma espécie de “onda Iris”. Dura até quando?



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Iris Rezende quer uma campanha de alto nível, mas um editor do Jornal Opção conversou com dois políticos na semana passada e ficou surpreso com o volume do dossiê sobre os governos do PMDB.



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Os dois políticos dizem que Pedro Wilson e Iris Rezende vão “apanhar” mais nos debates.



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O Caso Caixego vai voltar à tona, inclusive na voz de um radialista contundente. Os programas da Rádio K foram guardados e poderão ser utilizados.



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Fontes palacianas confirmam que Iris Rezende fez uma sondagem sobre a possibilidade de o seu vice ser do PSDB. A recepção foi negativa.



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As correntes mais próximas de Marconi Perillo avaliam que Iris Rezende só tem um objetivo na vida: tentar ser governador para “predar” a imagem do governador Marconi Perillo tanto quanto a sua foi “predada” a partir de 1999.



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Os governistas dizem que estão informados de que Iris Rezende tem dito que o objetivo central de sua política daqui para frente é restaurar sua imagem política e de administrador. Por isso, no alto tucanato, considera-se que o adversário-quase inimigo é Iris Rezende, sobretudo porque, em 2004, já está em jogo 2006.



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O PMDB goiano ofereceu apoio para Marconi Perillo disputar a Presidência da República em 2006. Mas é óbvio que o PMDB goiano, que nunca conseguiu emplacar um candidato a presidente seu, como Iris, não vai conseguir emplacar Marconi.



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Nas conversas com Joaquim Roriz, Iris teria desabafado e criticado os “traidores”. Iris teria dito que dorme e acorda pensando nas duas derrotas.



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José Dirceu teria proposto a Iris Rezende que indicasse o vice de Pedro Wilson e, em 2006, coordenasse a campanha de Lula em Goiás. E até mesmo que o PT indicaria seu vice, em 2006.



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José Dirceu não é nenhum neófito e sabe que acordo de tão longo prazo costuma não funcionar, devido ao acaso. Luís Eduardo Magalhães, filho de ACM, seria candidato a presidente em 2002, mas morreu bem antes, com menos de 50 anos.



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Iris não tem qualquer empatia com o PFL, diz um de seus mais fiéis aliados. “Em 2006, quem viver, verá o PMDB e o PSDB no mesmo palanque”, diz um deputado da base de Marconi, mas que tem simpatia por Iris. A questão chave é sobre hegemonia: quem vai subordinar-se a quem?



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O prefeito de Catalão, Adib Elias, começa a jogar para a platéia do interior. Ele tem conversado com vários prefeitos, tentando posar de estadista, e diz, abertamente, que quer disputar o governo de Goiás em 2006.



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Adib Elias, embora ligado a um dos mais fiéis amigos de Iris Rezende, Haley Margon Vaz, pode até mesmo disputar a convenção do PMDB em 2006. Com o apoio do deputado Luiz Bittencourt, ele trabalha para ter um vice do PFL.



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Um deputado diz que o jornalista precisa entender os signos da política. “Como Iris Rezende foi à casa do senador Demóstenes Torres, isto significa que ele não vai compor com o PFL. Foi um gesto de boa vontade. Iris, quando quer se aliar com alguém de verdade, o convida para sua casa. É uma senha.”



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Um marqueteiro consultado pelo PMDB diz o óbvio: “Ser prefeito de Goiânia é muito mais fácil do que ser governador do Estado”.



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A maioria dos melhores restaurantes de Goiânia continua não fornecendo nota fiscal.



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Depois da denúncia da revista Veja, o representante da Novadata em Goiânia, Ricardo Mariano, está com a pulga dentro do ouvido, e não atrás da orelha.



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Os empresários Júnior Câmara e Ciro Miranda, sócios num empreendimento em Acreúna, decidiram saltar da etapa de apenas esmagar soja para a fase da industrialização.



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O padre César Garcia tem sua teoria sobre eleições: “A situação em Goiânia está indefinida, mas é preciso entender que a máquina pesa muito, depois o marketing é fundamental e, em seguida, o carisma pessoal”.



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A direção do Jóquei Clube vendeu uma área para o Detran — que vai ampliar sua sede — por 2 milhões de reais. Com isso, o clube vai se salvar da falência.



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O prefeito de Leopoldo Bulhões, Deusvir Tristão, pode ser cassado. O pedido de cassação é da Assembléia Legislativa. “As provas contra ele parecem robustas”, afirma o deputado Luis Cesar Bueno. O pedido de cassação é do deputado José Nelto (PTB).



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A procuradora-geral de Justiça, Laura Bueno, já havia pedido, além da cassação do prefeito Deusvir, a sua prisão.



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Joel Santana Braga Filho pode ser o vice de Rachel Azeredo porque não se acredita que o PFL vai conquistar um aliado de fôlego para uma aliança. O partido está com dificuldade para montar uma chapa competitiva de candidatos a vereador.



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Em São Paulo, José Pinotti (PFL) deve ser vice de José Serra (PSDB).


 
Suicídio político em Rio Verde
 

Como as pesquisas recentes — tanto a do Grupom quanto a do Brasmarkert — mostram uma reação do prefeito de Rio Verde, Paulo Roberto Cunha (PP), setores do PSDB estadual avaliam que o deputado Padre Ferreira pode desistir da disputa. Em entrevista às rádios de Rio Verde, quase sempre destemperado, o ex-padre garante que mantém a candidatura. Mas pode acabar falando sozinho, ou apenas ao lado do médico e empresário Antônio Faleiros, presidente do PSDB, como Dom Quixote e Sancho Pança.

A razão indica que, para vencer o deputado Wagner Guimarães (PMDB), o segundo colocado nas pesquisas, Paulo Roberto Cunha — por mais que as pesquisas mostrem uma certa folga —, vai precisar do apoio do PSDB. Se o PSDB não apoiá-lo e Wagner vencer as eleições — o peemedebista, embora discreto, é bom de campanha —, tanto tucanos quanto pepistas terão cometido suicídio político, pois assistirão, do camarote dos derrotados, a ascensão de uma nova força política no Sudoeste. Ganhando em Jataí e Rio Verde, as duas cidades mais desenvolvidas do Sudoeste, e somando-se, digamos, a Goiânia — no caso de vitória de Iris Rezende —, Itumbiara, com Zé Gomes da Rocha, e Catalão, onde Adib Elias é quase imbatível, o PMDB terá conquistado não só poder, mas estrutura que possibilite disputar as eleições de 2006, se não em igualdade de condições, com maior poder de fogo do que em 2002.

Paulo Roberto, que não tem muito jogo de cintura, Padre Ferreira, Alcides Cidinho Rodrigues, Marconi Perillo e Antônio Faleiros precisam refletir um pouco sobre isto. Refletir depois das eleições, com Wagner na prefeitura, será perda de tempo. Portanto, tanto Paulo Roberto quanto Padre Ferreira precisam ceder um pouco para que todos ganhem, até Faleiros, que quer ser deputado federal com os votos de Rio Verde. (Euler Belém)


 
Reforma depende da definição de candidatos
 

O governador Marconi Perillo deve preparar uma pequena reforma em sua equipe com o objetivo de deslanchar ainda mais suas políticas de desenvolvimento para este ano, 2005 e início de 2006 (ele deixa o governo em abril de 2006).

A reforma não será apressada, mas deve conter o perfil do que for definido em termos de candidaturas para prefeito de Goiânia. Quem ficar de fora da disputa — e mesmo quem estiver na disputa — deverá adquirir espaço no governo, tanto para si quanto para aliados. Mas, para cargos essenciais, o governador prefere executivos competentes, que não vejam o cargo tão-somente como trampolim político.

As mudanças não se darão, certamente, apenas no segundo escalão. Pelo menos dois secretários poderão ser trocados. O da Indústria e Comércio, Ridoval Chiareloto, embora seja considerado trabalhador, estaria com os dias contados. Na SSP, Jônathas Silva está prestigiado, mas continua sob observação dos “olheiros” de Marconi.

Linda Monteiro, se não fechar acordo de última hora com Pedro Wilson, deve ir para o governo. A presidenta do PPS voltou a conversar com o governador Marconi Perillo.


 
Social e investimento de fora do arrocho
 

Na demonstração das contas de 2003 do governo de Goiás para a missão da Secretaria do Tesouro Nacional (STN), nos três dias que os técnicos estiveram em Goiás no final da semana, o secretário da Fazenda, Giuseppe Vecci (foto), não conseguiu disfarçar sua satisfação por estar demonstrando que duas das seis metas não foram cumpridas.

O governo “estourou” nos índices aplicados em programas sociais e de investimentos em infra-estrutura.

Por ter cumprido a meta do superávit primário (mais receitas do que despesas efetuadas, já descontado o repasse com serviços da dívida), e o limite de gastos previstos com pessoal, a missão aprovou as contas de 2003, sem ressalvas.

E a satisfação do secretário da Fazenda se justificava pelo fato de ter conseguido, apesar de todo o aperto e contorcionismos necessários, cumprir com o governador Marconi Perillo a promessa de não estourar o caixa geral, mas também não deixar de atender as necessidades de recursos para os programas sociais e para a infra-estrutura necessária para o Estado continuar crescendo.

O pessoal técnico da Fazenda, que sentiu na pele a dificuldade para chegar a este equilíbrio, com sobras para os programas sociais e o investimento, comemorou muito.


 
Materno Infantil em reforma
 

Decidida a não prejudicar o atendimento, a equipe do Hospital Materno Infantil se estruturou como pode para ajustar a rotina do hospital a uma reforma prevista para durar 12 meses, com a troca de rede hidráulica e elétrica, de pisos e revestimentos internos e ainda da central de esterilização e de esquadrias externas.

A reforma é extensa, e vai levar inclusive à ampliação do Centro Cirúrgico, mas o diretor da unidade hospitalar afirma que o atendimento aos pacientes não será interrompido, ainda que, nos casos em que isto for possível, a tentativa será de reduzir o fluxo de pacientes durante o período da reforma.


 
Doação contra o frio
 

A Universidade Estadual de Goiás (UEG) está envolvendo todas as suas unidades, através de pró-reitores, professores, centros acadêmicos e os alunos para participarem da coleta de contribuições na campanha Movimento Cidadania Contra o Frio, organizada pela Organização das Voluntárias de Goiás (OVG).

Uma das formas de participação dos alunos da UEG é a venda, por 10 reais, da camiseta da campanha.

Com a aprovação do Conselho Fazendário (Confaz), colegiado que reúne todos os órgãos fazendários dos Estados, o governador Marconi Perillo assina em breve um decreto que permitirá o desconto dos impostos nas aquisições de mercadorias e serviços doados à OVG.

A intenção da campanha deste ano é arrecadar 150 mil cobertores.


 
Encontro de Porangatu
 

O 2º Grande Encontro de Porangatu será realizado no sábado, 5, a partir das 10h30, na chácara Aldeia das Flores, rodovia GO-070, KM 7, na saída para Inhumas. Um dos coordenadores do encontro, o médico Antônio Macedo, avisa que ainda tem ingressos para vender (no valor de 25 reais). Ele pode ser contatado pelo telefone celular 9686-0257. “É importante esclarecer que não se trata de um encontro político-partidário, e, sim, de confraternização de porangatuenses que residem em Goiânia e outras cidades e de pessoas que moraram (ou moram) em Porangatu”, diz Antônio.


 
Turismo no Norte
 

De raízes fincadas em Porangatu, o presidente da Agência Goiana de Transportes e Obras Públicas (Agetop), Carlos Rosemberg, foi um dos palestrantes no seminário regional Perspectivas de Desenvolvimento Turístico da Região de Serra da Mesa e do Norte, que aconteceu dentro da 4ª Feira da Indústria, Comércio e Serviços de Porangatu.

Uma maior exploração turística do Lago de Serra da Mesa e outros pontos potencialmente fortes da região foram tratados pelo presidente da Agência Goiana de Turismo (Agetur) e pela diretora de marketing da Empresa Brasileira de Turismo (Embratur), a goiana Nair Xavier Lobo.


 
Caso no TCE
 

Os atos não são recentes, e baseiam-se na Lei Orgânica do Tribunal de Contas do Estado (TCE), aprovada em dezembro de 1995.

Mas argüindo que o dispositivo legal fere a constituição aprovada em 1988, o Ministério Público de Goiás apresentou Ação Direta de Inconstitucionalidade (Adin) contra as decisões internas do TCE que transformam empregos públicos em cargos públicos, o que ocorreu na regulamentação do quadro de servidores do TCE.

O MP questiona que, sem concurso público, só servidores admitidos até cinco anos antes da aprovação da Constituição Federal poderiam ser transformados de celetistas, provisórios, para estáveis.


 
Sede do Banco do Povo
 

A gerência regional do Banco do Povo funciona desde a terça-feira, 25, em sede própria na Rua Dr. Olinto Manso Pereira (Rua 94), nº 816, Setor Sul.

A gerência regional dá organicidade a uma rede de microcrédito que já atinge 203 municípios goianos e quer chegar até o final do ano em todos os 246 municípios.

O governador Marconi Perillo participou da inauguração da nova sede, ao lado do secretário do Planejamento, José Carlos Siqueira, e do gerente geral do Banco do Povo, Osmar Moura, destacando os números: 49,33 milhões de reais aplicados em 37.284 empreendimentos, todos informais, com a geração de 63.484 postos de ocupação e renda.


 
Investindo no esporte
 

Com patrocínio da Celg, a 6ª Etapa do Circuito Goiano de Tênis Infanto-Juvenil aconteceu no Country Clube de Goiás no fim de semana e teve como principal atração o tenista Fernando Meligeni.

Meligeni, medalhista de ouro nos jogos Pan-Americanos de 2003, joga neste domingo uma partida com o atleta goiano Ronaldo Carvalho, mas também fez demonstrações e deu palestra sobre sua carreira e sobre o esporte.

A Celg também é patrocinadora de outro esportista famoso, o boxista Arcelino Popó, que tem uma academia em Goiânia voltada principalmente para tirar das ruas e treinar crianças de baixa renda.


 
Sebrae e Goiás Fomento
 

Parceria entre o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-Goiás) e a Agência Goiana de Fomento (Goiás Fomento) permitiu a disponibilização de 10 milhões de reais em uma linha de crédito com juros subsidiados, que até o limite de 30 mil reais por empresa, possibilita o financiamento de projetos com até 100 por cento dos investimentos e 50 por cento de capital de giro.

O presidente do Sebrae, Gilvane Felipe, e da Goiás Fomento, José Taveira, assinaram convênio em que o primeiro se compromete a realizar o projeto de viabilidade econômica, e o segundo a abrir a linha de crédito.

Para os 13 municípios (Goiânia e entorno) onde o financiamento já está funcionando, haverá também cobertura do Fundo de Aval das Micro e Pequenas Empresas (Fampe), no patamar de 50 por cento para os investimentos e capital de giro, 80 por cento para exportação e 90 por cento em projetos de programas de Qualidade Total.


 
Palácio Pedro Ludovico
 

A administração do novo Palácio Pedro Ludovico Teixeira (o antigo Centro Administrativo) prevê que na próxima semana estejam se instalando no prédio os 1,2 mil servidores que trabalharão nos 18 órgãos a funcionar no prédio.

A instalação começou pelo gabinete do governador e da primeira-dama, no décimo andar do prédio, a Redatoria e o Cerimonial, no nono andar; o Gabinete Civil e a Secretaria Geral da Governadoria, no oitavo andar; a Vice-Governadoria, no sétimo andar; a Secretaria de Indústria e Comércio, no quinto. As secretarias do Comércio Exterior e a de Infra-estrutura ocupam o quarto andar. No terceiro andar já funcionam a Ouvidoria Geral do Estado, o Gabinete de Controle Interno e a ADESG. No segundo andar, o Conselho Estadual de Educação e a Gerência de Divulgação Institucional (Agecom); e no primeiro andar, a Secretaria de Habitação e Saneamento e a Agepel.

Ainda estão de mudança para o Palácio Pedro Ludovico as secretarias para Assuntos Institucionais, a Extraordinária para Assuntos Metropolitanos e a de Ciência e Tecnologia, além do Centro de Processamento de Dados da Aganp e a Assessoria Especial da Governadoria.



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