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Euler de França Belém
ffeubel@uol.com.br
Ele vem mesmo 1
O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, conversou com uma importante política goiana e disse, com todas as letras, que será candidato a governador de Goiás.
Não vai disputar mandato de senador ou de deputado federal. Chega para disputar o governo. Está tudo firmado, inclusive com o apoio do presidente Lula e do governador Alcides Rodrigues.
Ele vem mesmo 2
O empresário Cesário Lopes é amigo de Henrique Meirelles e, de algum modo, seu porta-voz oficioso, quando o assunto é imprensa.
Lopes garante que Meirelles vai disputar o governo de Goiás. Concordam com ele Serjão Caiado, Sérgio Lucas, Alcides Rodrigues e toda a torcida do Vila Nova e do Goiás.
Ele vem mesmo 3
O grupo de Henrique Meirelles comenta que ele terá o apoio do PP, seu futuro partido, do PR, do PMDB, do PT, do PTN, do PT do B, do PSB, do PDT e do PC do B.
O PC do B está numa encruzilhada, mas terá de defender o “banqueiro” por dois motivos. Primeiro, porque Meirelles deve ser o candidato do presidente Lula. Segundo, porque o chefão do partido, Aldo Arantes, é primo de Meirelles.
O líder do PDT de Anápolis, o histórico Haroldo Duarte, também é primo de Meirelles.
Primeira via
A vários interlocutores, o governador Alcides Rodrigues tem dito, com insistência, que os analistas erram quando falam que vai lançar um candidato da terceira vida.
Alcides diz, a sério, que Meirelles é a primeira via.
Longe de Marconi
Dois prefeitos do PTB informaram a um político ligado ao governador Alcides Rodrigues que não vão apoiar o senador Marconi Perillo para o governo do Estado em 2010.
Vão ficar com o candidato de Alcides. Um deles é o prefeito de Jaraguá, Lineu Olímpio, que, quando ouve o nome de Marconi, fecha a cara.
Nome para a Sudeco
Carlos Silva é cotado para assumir o comando da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).
Engenheiro e estudante de direito, é tido como um técnico competente e trabalhador. E é tão discreto e sério quanto o governador Alcides Rodrigues.
Serra será cidadão goiano
O governador de São Paulo, José Serra, vai receber título de cidadão goiano da Assembléia Legislativa. Este ano.
O projeto é do deputado Daniel Goulart. “Serra foi um grande ministro da Saúde”, justifica-se Goulart.
Sísifo
O senador Marconi Perillo não desiste de disputar o governo de Goiás nem que a vaca tussa em aramaico. Ele sabe que está jogando a sua sobrevivência política.
Seu aliado José Serra não quer composição de Marconi como Henrique Meirelles.
Razões básicas
Marconi Perillo quer o apoio do DEM, em 2010, por dois motivos. Primeiro, porque o partido tem bom tempo no programa de televisão. Segundo, tem políticos de prestígio, como os deputados Ronaldo Caiado e Helio de Sousa, o senador Demóstenes Torres e o ex-deputado Vilmar Rocha.
Adesão
Dois prefeitos do PMDB querem pular para o barco do senador Marconi Perillo.
A filha pródiga
Sirlene Borba, a rainha do PTN, cotada para assumir a vaga de Deivison Costa na Câmara de Vereadores de Goiânia, voltou para a Caixa Econômica Federal.
Curiosidade
O presidente do PPS, Gilvane Felipe, e o presidente da Agência de Comunicação (Agecom), Marcus Vinicius Felipe, são primos.
Candidatíssimo
O vereador goianiense Djalma Araújo será candidato a deputado estadual em 2010. E avisa: vai disputar a Prefeitura de Goiânia em 2012.
Modernidade
A Prefeitura de Goiânia sai na frente de várias cidades brasileiras e começa a fazer a coleta seletiva do lixo.
O fato prova, mais uma vez, que o prefeito Iris Rezende modernizou-se.
Dizia-se, à boca pequena, que o prefeito iria colocar jovens nos principais cargos, mas os velhinhos do PMDB mandariam por baixo dos panos. Nada disso ocorreu.
Entre outros, brilham os garotos Clarismindo Júnior (sim, tem 50 anos, mas trabalha como um menino de 25 anos), Wagner Siqueiram, Andrey Azeredo e Thiago Camargo. Brilharam, antes de assumir mandato de vereador, Francisco Júnior, na área de planejamento, e Agenor Mariano, o craque da administração.
Malan de Arruda
Ninguém entusiasma mais o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do que o secretário da Fazenda, Valdivino de Oliveira.
Arruda costuma dizer, aos outros auxiliares, que Valdivino sabe tudo de finanças. Na prática e na teoria. “É o meu Malan”, teria dito o governador.
Rompimento 1
De um petista: “O governador Alcides Rodrigues e o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, são inteiramente favoráveis à aliança com o PT de Rubens Otoni”.
Alcides teria rompido, ainda que sem alarde, com o senador Marconi Perillo.
Rompimento 2
Um líder do PP disse ao Jornal Opção que dois deputados tucanos estão forçando a barra para que o governador Alcides Rodrigues anuncie o rompimento público com o senador Marconi Perillo.
O fato é que Alcides e Marconi não querem dar o primeiro passo. Mas a tendência pelo rompimento é mesmo muito forte. Muita gente acreditava que a crise era uma armação, para enganar Lula, mas não é.
Sabe-se que Marconi quer mesmo romper com a criatura, porque já concluiu que a perdeu para Lula e Henrique Meirelles.
Central Park goianiense
O espaço onde hoje funciona o Jardim Zoológico de Goiás e o Lago das Rosas será transformado numa espécie de Central Park de Goiânia, anuncia o presidente da Agência do Meio Ambiente da Prefeitura da capital, Clarismino Júnior (o sujeito que faz mais pelo verde do que todo o Partido Verde).
O Zoológico deve ser transferido para o Jardim Botânico.
Estranho amor
As pílulas nacionais do PP mostraram as realizações de seu único governador, Alcides Rodrigues.
Estranhamente, exibiram como grande obra da gestão de Alcides a Estação de Tratamento de Esgoto de Goiânia, uma obra do ex-governador Marconi Perillo. Claro que é fato que, como secretário do Meio Ambiente do primeiro governo Marconi, Alcides contribuiu para a construção da ETE.
De qualquer modo, para a felicidade da galera pepista, o PP nacional não apresentou imagens do Centro Cultural Oscar Niemeyer.
Ferrovia embargada
A mãe do PAC, Dilma Rousseff, virou carnavalesca, em Recife, e esqueceu que algumas obras do governo Lula estão empacadas.
O Tribunal de Contas da União embargou o trecho da Ferrovia Norte-Sul que estava sendo construído pela Camargo Corrêa, no Tocantins.
Vetos de Pedro Wilson
O PT está dividido. O grupo do deputado Rubens Otoni acredita que o governador Alcides Rodrigues, o PT e Henrique Meirelles estarão no mesmo palanque em 2010.
O grupo do deputado Pedro Wilson não confia na lealdade de Alcides ao presidente Lula, mas quer apoiar a candidatura de Meirelles para governador.
Pedro Wilson só veta dois nomes para o governo: Rubens Otoni, a quem finge tolerar, e o prefeito Iris Rezende. Ele prefere Meirelles, mas, se Lula não fosse contra, apoiaria até mesmo o senador Marconi Perillo.
Norberto no DEM
Norberto Teixeira deve ser candidato a deputado federal pelo DEM de Ronaldo Caiado e Demóstenes Torres.
O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia deve se filiar ao DEM brevemente.
Novo desembargador
Se depender de Ronaldo Caiado, a advogada Maria Tereza Alencastro Veiga será a próxima desembargadora do Tribunal de Justiça de Goiás. É uma profissional eficiente e inteligente.
Se depender do PMDB, e mesmo de gente do PP, o advogado Geraldo Gonçalves será o desembargador. Mas é preciso dizer uma coisa: não se pode reduzir Gonçalves, um profissional sério e competente, ao rótulo de peemedebista. Ele tem méritos, e muitos. Tanto que tem recebido elogios do senador Demóstenes Torres. O maçom e ex-vereador Rui Rocha trabalha, em tempo integral, por Gonçalves.
Se depender do presidente da OAB, Miguel Cançado, o novo desembargador será Marisvaldo Cortez. Advogado do primeiro time, Cortez tem apoio em vários setores da sociedade, da maçonaria à Igreja Católica.
Menos mídia e menos política
Eduardo Abdon foi reeleito para comandar a Procuradoria-Geral de Justiça de Goiás.
Por que Abdon é a unanimidade inteligente, agradando desde o seriíssimo Rodnei Silva ao intelectual Marcelo Franco? Porque faz um trabalho sério na chefia do Ministério Público.
O tripé de Abdon é mais ou menos o seguinte: mais trabalho, menos mídia e menos política no MP. Está funcionando.
Vale acrescentar que, finalmente, o procurador-geral conseguiu organizar o planejamento estratégico do MP. Noutras palavras, o MP trabalha com menos improvisação.
Contra a educação e a ciência
O tucano Evandro Magal, com sua emenda cortante, pode ficar na história de Goiás como o deputado que tosou as verbas do setor de educação e ciência. Por sua proposta, o orçamento da UEG vai cair de 14 milhões de reais para 1,75 milhão.
A Fapeg tinha 3 milhões de reais e vai passar a ter 700 mil. A Sectec, de 3,5 milhões de reais, passará a contar com 700 mil reais.
Detalhe: PP e PSDB se uniram para defender os cortes. A UEG era, ou é, a menina dos olhos do Tempo Novo.
Mioranza
Comentário de um tucano, ácido e cortante: “O deputado Evandro Magal gosta mesmo é de governo e de polícia”.
ONG hegemônica
Do senador Demóstenes Torres, do DEM: “A maior ONG do Brasil é a esquerda”.
Cairo de Freitas apanhou
Um médico experimentado, ex-secretário da Saúde, garante: “Um secretário do governo Alcides Rodrigues bateu no ex-secretário Cairo de Freitas e o pôs para correr”.
O mesmo secretário chegou a pensar em bater em Paulo Roberto Cunha. Mas desistiu ao ser lembrado que Paulo Roberto tem deficiência numa perna.
Dilma cobra projetos do governo
Dois deputados, um deles do PT, contam que a ministra Dilma Rousseff tem cobrado, de maneira enfática, projetos do governo Alcides Rodrigues.
Dilma assegura que o governo federal tem as verbas, mas que o governo Alcides precisa apresentar os projetos. Uma assessora de Dilma, de prenome Lillian, chegou a ser arrogante com uma equipe goiana.
Mão Santa ocupa espaço de Marconi
Quem está presidindo o Senado de fato é o piauiense Mão Santa, o terceiro-secretário. Como Marconi Perillo não tem paciência, e fica muito tempo em Goiás, está perdendo a chance de ocupar espaço na política nacional.
Sarney, como se sabe, fica apenas meia hora, ou no máximo uma hora, e sai. Mão Santa agradece e comanda as sessões.
Marconi só tem ficado em Brasília na terça, na quarta e na quinta-feira. Se quiser aparecer na mídia nacional, com destaque, tem de ficar na capital da República cinco dias por semana. Pelo menos.
JBS teve lucro
Ao contrário do que publicou um jornal goiano, a JBS, multinacional dirigida pelo goiano José Batista Júnior, teve lucro em 2008.
O lucro poderia ter sido maior, mas, considerando a crise mundial, foi considerado satisfatório pelo mercado.
Deputado banca trem da alegria
O deputado Fábio Souza (PSDB) entrou numa enrascada ao defender que era possível o Estado “contratar”, sem concurso público, um grupo de pessoas que trabalhou na extinta Caixego.
Apesar do parecer negativo da Procuradoria-Geral do Estado, um estudo competente da equipe do procurador-chefe Norival Santomé, Fábio Souza e os ex-servidores da Caixego insistem.
Basta dizer, para provar a ilegalidade da proposta de Fábio de Souza, que funcionário da Caixego não era servidor público. Então, como falar em “voltar” para o governo? Voltar sem nunca ter sido? Impossível.
Fim da lua-de-mel?
O vereador William Ludovico começa a criticar o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, do PMDB.
A lua-de-mel com os aliados está acabando.
Marconi teme mais Iris
O Jornal Opção ouviu dez tucanos e fez a mesma pergunta: “Qual candidato é mais difícil de ser derrotado pelo senador Marconi Perillo na disputa pelo governo do Estado em 2010?”
Todos disseram que o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, será o candidato mais difícil de ser derrotado. Porque, além de político experiente, tem história, currículo e é ousado
Ao mesmo tempo, os tucanos dizem que torcem pela disputa contra Iris. Na opinião deles, será o duelo decisivo. O último.
Bittencourt é mais forte do que Adib
Quem é mais forte na disputa pelo governo do Estado: Adib Elias ou Luiz Bittencourt?
Dois oito peemedebistas entrevistados, seis disseram que Bittencourt é mais forte. Por dois motivos: é um político de fato urbano e mantém mais contato com o Estado.
Os peemedebistas, sob o manto do anonimato, dizem que Adib “é tosco” e não sabe lidar com políticos do seu mesmo nível ou superior. “Ele pensa, a todo momento, que está falando com seus comandados de Catalão”, diz um deputado.
Alcides não gostou
Quatro pepistas disseram ao Jornal Opção que a nomeação do jovem Christian Gomes para a equipe do prefeito Iris Rezende vai contribuir, ainda mais, para afastar o governador Alcides Rodrigues do peemedebista.
Christian é o mais contundente crítico da administração de Raquel Rodrigues, mulher de Alcides.
PT quer controlar Ronaldo Caiado
Um petista de Brasília teria consultado um político goiano a respeito do deputado federal Ronaldo Caiado. O petista pensou em sugerir ao governador Alcides Rodrigues que “controlasse” Ronaldo. “Ele está batendo mais no governo Lula do que o senador Marconi.”
O político goiano aconselhou o petista a não procurar o governador Alcides. “Ele não tem controle algum sobre Caiado”, revelou. Não tem mesmo. É fato.
Sahium no PP
O ex-prefeito de Anápolis Pedro Sahium deve ocupar uma diretoria do governo Alcides e, em 2010, vai disputar mandato de deputado estadual ou mesmo federal.
Sahium deve disputar mandato eletivo pelo PP de Alcides. A informação é de um líder do partido.
Cachoeira Dourada
O médico Clodoveu Azevedo diz que não há água suficiente para movimentar a 4ª etapa de Cachoeira Dourada. “O lago só serve para criar peixe.”
“Para piorar as coisas, o lago está sendo aterrado 30 centímetros por ano”, sustenta Azevedo.
Crise na Celg 1
A crise na Celg está tão feia que não há recursos para eletrificação rural. O programa está paralisado, apesar da necessidade de expansão do setor agrícola.
Crise na Celg 2
Há quatro meses que a Celg abre as portas, distribui energia para as casas e empresas, mas está praticamente parada. Não se investe nada.
Crise da Celg 3
Vender as ações da Celg na baixa não é economicamente viável para Goiás. Por isso o governo Alcides insiste na tentativa de obter o empréstimo de 1,2 bilhão.
Com as dívidas pagas, e com a possibilidade de elevar a tarifa, as ações da Celg seriam valorizadas.
Crise da Celg 4
Ao ouvir que o governador Alcides está negociando a questão da Celg diretamente com o presidente Lula, porque envolve também a questão política, um pepista saiu com essa: “E ainda tem gente que acha que o PP tem como apoiar Ronaldo Caiado para governador. Não somos loucos”.
Crise na Celg 5
Segundo um integrante do governo, a Organização Jaime Câmara não quer a venda da Celg. Porque, se o governo vender a empresa, a OJC perde um dos principais anunciantes ao longo de sua história.
A Eletrobrás permite que apenas 1 por cento do orçamento seja torrado com publicidade. A Celg, assim, deixaria de financiar jornais e mesmo pilotos de automobilismo. Só a TV Anhanguera faturava, em tempos idos, mais de 1% do orçamento da Celg.
Reis do fuxico
Qual o político goiano que mais gosta de fuxico? O Jornal Opção ouviu 12 deputados. A maioria disse mais ou menos o seguinte: um é do DEM e o outro é do PSDB. Mas, enigmáticos, evitavam citar o nome.
Nomes do PTN para 2010
O PTN definiu três candidatos para 2010. Francisco Gedda pode disputar tanto mandato de deputado federal quanto estadual. Sirlene Borba e Deivison Costa vão a deputado estadual.
“O nome mais forte é o de Marconi”
O presidente da Associação dos Municípios, Abelardo Vaz (PP), disse ao Jornal Opção que “a base aliada tem entre suas forças principalmente PP e PSDB e, por isso, têm de lançar o nome mais forte para o governo do Estado. No momento, o nome mais sólido é o do senador Marconi Perillo”.
Moderado, com menos de 40 anos, Abelardo disse que “há desavenças entre PP e PSDB. Mas Marconi respeita o PP e o governador Alcides Rodrigues respeita o PSDB”.
Na visão de Abelardo, a base é maior do que as desavenças pessoais. “Não acredito que um racha político será produzido por crises pontuais.”
Ao ser eleito presidente da AGM, na semana passada, Abelardo fez um discurso conciliatório. “Como presidente da AGM, represento todos os prefeitos, não apenas os do PP ou os que me apoiaram. Vamos lutar por todos os municípios.”
Abelardo diz que ficou “contente” com o fato de o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, do PMDB, participar do conselho da AGM. O prefeito Iris Rezende compareceu à Assembléia, onde Abelardo foi eleito por aclamação.
Qual a lição que Abelardo extrai de sua eleição consensual, com o PSDB retirando o seu candidato para apoiá-lo? “A grande lição é que se pode fazer uma eleição sem traumas e sem constrangimentos.”
Suzuki não quer Catalão
Dirigentes da Suzuki, por conta da crise internacional, desistiram do investimento numa montadora em Goiás. Mas a montadora pode ser anunciada para o próximo ano.
Detalhe: a sede deve ficar, se ficar, em Itumbiara. O sindicalismo agressivo dos trabalhadores de Catalão incomodam o grupo que iria implantar a Suzuki.
Sine e Mitsubishi
O secretário do Trabalho de Catalão, Leonel Safatle, curtiu o carnaval em Salvador. Sem a namorada, que ficou em Goiás, pulou quatro dias seguidos. Na maior animação.
Volta com as energias respostas. Um dos seus objetivos é trabalhar para que o Sine funcione integralmente em Catalão. “Estou feliz com a ampliação das ações da Mitsubishi na cidade.”
Conselho de veterano
Recomendação de um líder do PP: “Antes de resolver possíveis problemas com o governador Alcides Rodrigues, o senador Marconi Perillo tem de resolver as pendências com os deputados Ronaldo Caiado e Sandro Mabel”.
Marconi seguiu o conselho e procurou os dois. Mas Ronaldo e Mabel persistem não querendo apoiar o senador.
Lula rejeita dois técnicos na chapa presidencial
O Jornal Opção ouviu petistas goianos e de outros Estados a respeito da possibilidade de o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, ser indicado vice de Dilma Rousseff. As respostas sugerem, em linha geral, que não há mais tempo para firmar Meirelles nacionalmente, em termos políticos, e que o vice da petista deve sair da seara política consolidada, sobretudo do PMDB. Os nomes mais cotados são, pela ordem, os de Sérgio Cabral, governador do Rio de Janeiro, e Geddel Vieira, deputado federal e uma espécie de vice-rei informal da Bahia.
Lula nada tem contra Meirelles. O problema é de outra natureza. O presidente tem dito aos interlocutores que seria um equívoco lançar dois técnicos na mesma chapa. Um não complementaria o outro. Portanto, Lula quer uma técnica, Dilma, aliada com um político, Sérgio Cabral ou Geddel. A preferência recai em Cabral porque é menos controvertido do que Geddel e é considerado uma revelação política — tanto que levou seu candidato a prefeito do Rio de Janeiro, o insosso Eduardo Paes, a derrotar o incensado Fernando Gabeira. Meirelles é ótimo, observa o presidente, mas é técnico, assim como Dilma.
O objetivo de Lula é, também, amarrar o PMDB ao PT. Porque assim reduzirá a aliança de José Serra, que, a partir de São Paulo, Pernambuco e Rio Grande do Sul, vem trabalhador para seccionar o PMDB. Com um vice do partido, sobretudo um vice respeitado por seus companheiros, Lula acredita que o PMDB serrista vai perder fôlego. O petista tem razão.
Negócio da Celg com BNDES
só depende de acordo político
Em política não há amores puros, ideais. Só amores objetivos. Há, claro, o bem-querer, mas o querer dos interesses sempre fala mais alto.
O presidente Lula da Silva é, como no caso dos pais, o “sim”, enquanto o BNDES é o “não”. O primeiro manda mais e autorizou a negociação da Celg com o BNDES. Este, que não tem como não aceitar pressões políticas, porque não é independente, finge que está jogando duro. Mas o jogo, na verdade, é do PT de Lula.
O que quer o PT e Lula? Que Alcides defina, de vez, seu projeto político: está com o PT, na disputa pelo governo de Goiás, ou está com o senador Marconi Perillo?
Definido o posicionamento, de preferência público, porque privadamente Alcides já teria revelado seu rompimento com Marconi, o BNDES, no lugar de sugerir a venda de 41% das ações, pode emprestar o dinheiro para a Celg. O argumento é positivo: se não emprestar, a Celg pode quebrar, de vez, e aí o governo federal nada receberá. Mais: do empréstimo de 1,2 bilhão, praticamente 1 bilhão ficará no caixa do governo federal.
Se Alcides quiser, o dinheiro sai.
A ministra petista Dilma Rousseff pode ter três palanques em Goiás
As eleições de 2010 vão se realizar daqui a um e sete meses, ou seja, um pulinho, como dizem os políticos. Por isso, o presidente Lula da Silva tem estudado, com o apoio de políticos e marqueteiros, as melhores formas de interferir nos Estados. No caso específico de Goiás, a equipe do presidente sugere, mais do que impõe — porque a política nacional não pode tudo nos Estados —, que seja formada uma frente ampla, com o governador Alcides Rodrigues, o deputado Rubens Otoni, o prefeito Iris Rezende, o deputado Sandro Mabel, o sem-partido Henrique Meirelles, contra o senador Marconi Perillo.
Se não der para formatar a frente ampla, o PT nacional trabalha com a possibilidade de Dilma ter três palanques em Goiás: um do PT, com Rubens Otoni, um do PMDB, com Iris Rezende, e um do PP-PR, com Alcides Rodrigues e Sandro Mabel.
Irapuan Costa Junior
O ex-governador Irapuan Costa Junior vai fazer cirurgia de próstata em São Paulo.
Colunista do Jornal Opção, Irapuan será operado por um maiores urologistas brasileiros, Miguel Srougi (formado pela USP e pós-graduado em Harvard).
Na semana passada, preocupado com a coluna Contraponto, Irapuan avisou: “Talvez eu fique sem escrever apenas uma semana”. Além de polêmico, Irapuan é um articulisa brilhante.
DEM planeja eleger três deputados federais em Goiás
O DEM nacional está elaborando seu projeto para 2010. Além do apoio incondicional ao tucano José Serra, que teria prometido apoiar Gilberto Kassab para governador de São Paulo em 2014, o partido quer eleger uma forte bancada de deputados e senadores.
Em Goiás, o DEM de Jorge Bornhausen, José Agripino e José Roberto Arruda trabalha com a possibilidade de eleger três deputados federais — Ronaldo Caiado, Vilmar Rocha (o partido considera que sua derrota, em 2006, foi uma grande perda) e Valdivino de Oliveira.
O economista Valdivino é filiado ao PMDB, mas é secretário da Fazenda do governo do Distrito Federal. O governador Arruda é do DEM e convidou Valdivino para disputar mandato de deputado em Brasília. Valdivino prefere disputar em Goiás, porque pretende candidatar-se a prefeito de Goiânia, em 2012. Só que o DEM enfrenta um problema: o PP também quer levar o passe de Valdivino.
PP não aceita pressão do deputado tucano Leonardo Vilela
Seguindo orientação do governador Alcides Rodrigues, o presidente do PP, Serjão Caiado, e o secretário-geral do partido, Sérgio Lucas, tidos como os mais sanguíneos do grupo, não querem bater de frente com o ex-pepista Leonardo Vilela.
Nos bastidores, os pepistas dizem “não perdoar” Vilela por três motivos. Primeiro, porque trocou o PP pelo PSDB do senador Marconi Perillo . Segundo, tendo o apoio de Marconi, teria forçado a barra para tentar impedir a candidatura de Alcides a governador em 2006. Terceiro, porque, agora, teria se tornado cabo de chicote de Marconi para “pressionar” e “agredir” os pepistas.
Aliados de Caiado e Lucas disseram ao Jornal Opção que, quanto mais Vilela disser que o PP vai compor com Marconi, em 2010, pelo amor ou pela dor, mais os ânimos ficam exaltados. “A cúpula do PP se sente pressionada e acuada pelas palavras de Leonardo, porta-voz oficial de Marconi. A tendência, cada vez mais, é o partido se afastar do senador e buscar um candidato próprio”, diz um dirigente do partido. Os pepistas argumentam que, se Vilela quer incentivar o rompimento definitivo de Alcides e Marconi, vai acabar conseguindo. “Pressionar Alcides, para definir apoio, é bobagem. Por incrível que pareça, até hoje os tucanos não aprenderam a entender o governador. Ele não age sob pressão.”
Aidar é o nome do PT para o lugar de Rubens Otoni
Uma coisa é certa no PT goiano: o deputado federal Rubens Otoni estará numa chapa majoritária em 2010 — como candidato a governador, vice ou senador. Como se tornou hegemônica, sua tendência, PT Pra Vencer, não deixará de lançar candidato a deputado federal. Aliás, vai lançar possivelmente mais de um. O nome mais cotado é o do deputado estadual Humberto Aidar. Rubens não faz questão de esconder e já revelou a setores da Igreja Católica que Aidar é seu substituto natural. O petista mantém ligações estreitas com a cúpula da Igreja Católica.
Ao Jornal Opção, Aidar admitiu que, se Rubens disputar o governo, será mesmo candidato a deputado federal.
Aidar avalia que o nome de Rubens poderá unir o PP e o PMDB. “Com o apoio do presidente Lula, Rubens intensificou seu trabalho em todo o Estado, ele não para um minuto. Ele está entusiasmado.”
O empresário e político Ridoval Chiareloto (PSDB) abriu conversações com o prefeito de Anápolis, Antônio Gomide (PT).
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A senadora tucana Lúcia Vânia abriu espaço para que o governador Alcides Rodrigues indique o superintendente da Sudeco. Porém, se não agir rápido, Mato Grosso tem um nome à mão.
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Nas mãos da Sudeco, talvez o Fundo?Constitucional de Financiamento do Centro-Oeste (FCO) funcione de modo mais adequado. Como “linha de crédito” do Banco do Brasil se tornou extremamente burocrático.
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Foram dizer a Lula que o deputado Jovair Arantes se recusa a participar da frente contra Marconi Perillo. Lula teria coçado a cabeça e a barba e perguntado se o petebista votava com o governo na Câmara. Ao saber que sim, disse que “tudo bem”.
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O deputado Sandro Mabel anunciou ao presidente Lula da Silva que só numa hipótese apoiará a candidatura de Marconi Perillo a governador. Se o tucano for apoiado pelo petista.
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Juquinha das Neves, do PR, vai ser candidato a senador pelo Estado do Tocantins. Ele trabalha por uma aliança do senador João Ribeiro, presidente do PR, com o governador Marcelo Miranda, do PMDB.
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Quem conversa com o deputado federal Pedro Wilson percebe que anda amargurado e rancoroso. Em Brasília, onde foi mais atuante, é visto como integrante do baixo clero.
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Um deputado diz que o PMDB tem três planos. O “A” é o lançamento da candidatura de Iris Rezende para governador.
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O “B” é o apoio à candidatura de Rubens Otoni a governador, com Iris Araújo para o Senado e Adib Elias na vice.
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O “C” bancaria o nome de Adib Elias para o governo.
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O problema de Adib Elias é que não transcendeu Catalão. “Ele precisa mudar-se para Goiânia e parar de falar deCatalão”, diz um peemedebista.
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Aliados de Iris Rezende dizem, às claras, que o prefeito só disputa o governo se tiver o apoio de 100% do PT goiano.
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O delegado da Polícia Civil Edemundo Dias vai disputar mandato de deputado estadual pelo PSDB.
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Daniel Goulart comunicou ao PSDB e ao senador Marconi Perillo que não vai disputar mandato de deputado estadual. Disputa mandato de deputado federal.
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Candidato a deputado federal em 2010, o secretário de Segurança Pública, Ernesto Roller, do PP, conquistou o apoio do prefeito de Morrinhos, Cleumar Gomes de Freitas, e do ex-governador Helenês Cândido (candidato a deputado estadual).
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Roller perdeu o apoio político de Sebastião Caroço, conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios. Caroço vai lançar sua mulher para deputado estadual e vai apoiar um deputado federal do PSDB.
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Em tom jocoso, Caroço costuma dizer que, se for encontrado abraçado com Roller, podem separar. Porque é briga mesmo.
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Três integrantes da família Caiado são fortes no governo Alcides: Serjão Caiado, o onipresente, Ronaldo Caiado e Ernesto Roller.
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Pouca gente sabe, mas Roller faz parte da família Caiado. Tanto que trabalhou na campanha de Márcio Caiado (PP), prefeito da Cidade de Goiás.
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Escritores, artistas plásticos e jornalistas ensaiaram fazer um abaixo-assinado sugerindo a indicação de Marcos Caiado para presidente da Agência Goiana de Cultura do governo Alcides.
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Só não levaram a idéia adiante porque foram informados que Marcos Caiado não quer o cargo.
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“Rubens Otoni vai ter a audácia de Marconi Perillo em 1998”, diz um petista.
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“Rubens Otoni une o PT se for candidato a governador”, acrescenta o petista.
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“Lamento a saída do médico Helio de Sousa da Secretaria de Saúde. Ele quis pôr ordem naquele antro mas, infelizmente, não conseguiu”, diz, com todas as letras, o médico Clodoveu Azevedo.
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Secretário de Saúde do governo Ary Valadão, Clodoveu Azevedo diz que não é fácil enfrentar a “roubalheira” na área. “Temo que a secretária Irani Ribeiro de Moura, pessoa de bem, não tenha energia para enfrentar os malfeitores da não-saúde.”
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“Devo admitir que há gente séria na rede hospitalar, mas também há muitos larápios”, denuncia Clodoveu. “Aos 79 anos, conheço as estranhas do setor de saúde de Goiás.”
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Não convidem para a mesma picanha da churrascaria Porcão os neurocirurgiões Carlos Drummond (ex-coordenador de Neurologia do Hospital Geral de Goiânia) e Hamilton Ayres da Silva (coordenador de Neurologia do HGG). Porque pode sair sangue. E não será da picanha.
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O secretário-geral do PP, Sérgio Lucas, apostou no ar, no “Programa Paulo Beringhs”, com o jornalista Luiz Carlos Bordoni que Henrique Meirelles vai disputar o governo de Goiás. Pelo PP.
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Há quem avalie que a grande surpresa do PP (ou de um partido aliado) em 2010 será Jorcelino Braga. Ele é executivo, dos mais eficientes e dedicados, mas é apaixonado por política.
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De um alcidista do primeiro time: “Ganha eleição quem faz a maioria e a maioria depende do governo”.
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Acredita-se que Alcides Rodrigues vai terminar o governo com aprovação. “Não será o mais aprovado, mas não será reprovado”, garante um técnico do governo que entende de marketing e pesquisas.
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Políticos e jornalistas disseram ao Jornal Opção que o carnaval mais animado do Norte goiano foi o de Uruaçu. Superou o de Porangatu, que já foi o melhor da região.
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PMDB e PSB disputam, a ferro e fogo, o passe do vice-governador do Tocantins, Paulo Sidnei (PPS).
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Motivo: Paulo Sidnei assume o governo no final de março de 2010 e, automaticamente, disputará a reeleição. Todos vão precisar de seu apoio.
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O presidente do PPS, Gilvane Felipe, diz que está reorganizando o partido no Estado. “Nós vamos disputar eleições pra valer.” O historiador será candidato a deputado estadual.
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Três pesos pesados da política goiana foram convidados por Gilvane Felipe para se filiarem ao PPS: o senador Demóstenes Torres, o ex-deputado federal Vilmar Rocha, ambos do DEM, e o deputado estadual Daniel Goulart, do PSDB.
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O Jornal Opção revelou que não se fazia licitação para os serviços funerários de Goiânia desde 1993. A Prefeitura de Goiânia agiu rápido e vai licitar os serviços.
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De um deputado goiano: o Palácio do Planalto ainda não desistiu da prorrogação dos mandatos. Até 2012.
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O presidente da Frente Parlamentar Evangélica, João Campos (PSDB-GO), vai organizar audiência pública, na Câmara dos Deputados, para a CNBB divulgar a Campanha da Fraternidade de 2009. O tema é Fraternidade e Segurança.
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A curiosidade é que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil é uma instituição católica.
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O vereador goianiense Virmondes Cruvinel Filho está ficando conhecido por suas idéias.
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Virmondes é o pai da Frente Parlamentar do Trânsito Seguro e vai apresentar projeto para obrigar as ONGs que negociam com a Prefeitura de Goiânia a prestarem contas na internet.
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A volta de Helio de Sousa para a Assembléia Legislativa não agradou o governo do Estado nem a família de Otavinho Lage.
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A família Lage queria a permanência de Frederico Nascimento na Assembléia. Frederico é filho do secretário de Planejamento, Oton Nascimento.
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Eduardo Matias articulou a candidatura de Syd Reis para presidente do time do Goiás, mas, na composição da equipe, foi esquecido.
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O coronel Joneval Gomes e Vicente Emídio também foram preteridos. Syd Reis, competente e sério, foi obrigado a atender ordens superiores.
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Leonardo Veloso disse ao Jornal Opção que não foi convidado a voltar para o governo Alcides. Garante que não está brigado com Paulo Roberto Cunha. “Procurei-o duas vezes, mas ele não me procurou sequer uma vez.”
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Adilson Moraes, de Jataí, é o mais novo assessor do senador Marconi Perillo.
“Unida, oposição pode derrotar candidato de Miguel Cançado”
O principal articulador das oposições ao grupo que dirige a OAB é o competente advogado Ricardo Dias. Sua militância no PT deu-lhe substância na articulação e arregimentação dos oposicionistas. Como ideólogo da “renovação”, Dias tem orientado seus aliados a não se fecharem. “Nós temos de conversar com todo mundo, inclusive com os aliados de Miguel Cançado que não estão satisfeitos com sua gestão. Não podemos subestimar a força do grupo de Cançado.”
Dias avalia que os nomes da oposição colocados até agora, Leon Deniz, Alexandre Abreu e Márcio Messias, “são muito bons”. “Nós precisamos ter consciência de que, para derrotar um grupo que está há muito anos no poder, é preciso manter o nosso grupo unido. Nós temos condições de ganhar do candidato de Cançado.”
O Jornal Opção perguntou se Dias é candidato. “Não sou candidato, principalmente porque não é o momento de definir nomes. Estou à disposição, isto sim, para articular uma forte chapa de oposição.”
“Não é um bom negócio”
O senador Demóstenes Torres (DEM) diz que os aliados do senador Marconi Perillo (PSDB), como o deputado federal Leonardo Vilela (PSDB), não deveriam provocar o governador Alcides Rodrigues (PP) e o deputado federal Ronaldo Caiado (DEM).
“Se pressionarem demasiadamente, vão ferir os brios dos aliados de Alcides e Ronaldo”, diz Demóstenes. “Se querem manter a base unida, é melhor conversarem mais, sem enviar recados por intermédio da imprensa.”
Recém-operado de uma cirurgia experimental, para combater o diabetes, Demóstenes comemora seu novo peso. “Antes da cirurgia, pesava 103 quilos, agora estou com 87,4 quilos.” O senador diz que ganhou ânimo novo. “Vou disputar a reeleição em 2010 como se fosse um garoto”, brinca. O democrata tem 48 anos. É quase um menino.
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