Goiânia, 09 de setembro de 2010 (17:34)
De: 01 a 07 de março de 2009

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  Bastidores

Euler de França Belém
ffeubel@uol.com.br

Ele vem mesmo 1

O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, conversou com uma importante política goiana e disse, com todas as letras, que será candidato a governador de Goiás.

Não vai disputar mandato de senador ou de deputado federal. Chega para disputar o governo. Está tudo firmado, inclusive com o apoio do presidente Lula e do governador Alcides Rodrigues.

Ele vem mesmo 2

O empresário Cesário Lopes é amigo de Henrique Meirelles e, de algum modo, seu porta-voz oficioso, quando o assunto é imprensa.

Lopes garante que Meirelles vai disputar o governo de Goiás. Concordam com ele Serjão Caiado, Sérgio Lucas, Alcides Rodrigues e toda a torcida do Vila Nova e do Goiás.

Ele vem mesmo 3

O grupo de Henrique Meirelles comenta que ele terá o apoio do PP, seu futuro partido, do PR, do PMDB, do PT, do PTN, do PT do B, do PSB, do PDT e do PC do B.

O PC do B está numa encruzilhada, mas terá de defender o “banqueiro” por dois motivos. Primeiro, porque Meirelles deve ser o candidato do presidente Lula. Segundo, porque o chefão do partido, Aldo Arantes, é primo de Meirelles.

O líder do PDT de Anápolis, o histórico Haroldo Duarte, também é primo de Meirelles.

Primeira via

A vários interlocutores, o governador Alcides Rodrigues tem dito, com insistência, que os analistas erram quando falam que vai lançar um candidato da terceira vida.

Alcides diz, a sério, que Meirelles é a primeira via.

Longe de Marconi

Dois prefeitos do PTB informaram a um político ligado ao governador Alcides Rodrigues que não vão apoiar o senador Marconi Perillo para o governo do Estado em 2010.

Vão ficar com o candidato de Alcides. Um deles é o prefeito de Jaraguá, Lineu Olímpio, que, quando ouve o nome de Marconi, fecha a cara.

Nome para a Sudeco

Carlos Silva é cotado para assumir o comando da Superintendência de Desenvolvimento do Centro-Oeste (Sudeco).

Engenheiro e estudante de direito, é tido como um técnico competente e trabalhador. E é tão discreto e sério quanto o governador Alcides Rodrigues.

Serra será cidadão goiano

O governador de São Paulo, José Serra, vai receber título de cidadão goiano da Assembléia Legislativa. Este ano.

O projeto é do deputado Daniel Goulart. “Serra foi um grande ministro da Saúde”, justifica-se Goulart.

Sísifo

O senador Marconi Perillo não desiste de disputar o governo de Goiás nem que a vaca tussa em aramaico. Ele sabe que está jogando a sua sobrevivência política.

Seu aliado José Serra não quer composição de Marconi como Henrique Meirelles.

Razões básicas

Marconi Perillo quer o apoio do DEM, em 2010, por dois motivos. Primeiro, porque o partido tem bom tempo no programa de televisão. Segundo, tem políticos de prestígio, como os deputados Ronaldo Caiado e Helio de Sousa, o senador Demóstenes Torres e o ex-deputado Vilmar Rocha.

Adesão

Dois prefeitos do PMDB querem pular para o barco do senador Marconi Perillo.

A filha pródiga

Sirlene Borba, a rainha do PTN, cotada para assumir a vaga de Deivison Costa na Câmara de Vereadores de Goiânia, voltou para a Caixa Econômica Federal.

Curiosidade

O presidente do PPS, Gilvane Felipe, e o presidente da Agência de Comunicação (Agecom), Marcus Vinicius Felipe, são primos.

Candidatíssimo

O vereador goianiense Djalma Araújo será candidato a deputado estadual em 2010. E avisa: vai disputar a Prefeitura de Goiânia em 2012.

Modernidade

A Prefeitura de Goiânia sai na frente de várias cidades brasileiras e começa a fazer a coleta seletiva do lixo.

O fato prova, mais uma vez, que o prefeito Iris Rezende modernizou-se.

Dizia-se, à boca pequena, que o prefeito iria colocar jovens nos principais cargos, mas os velhinhos do PMDB mandariam por baixo dos panos. Nada disso ocorreu.

Entre outros, brilham os garotos Clarismindo Júnior (sim, tem 50 anos, mas trabalha como um menino de 25 anos), Wagner Siqueiram, Andrey Azeredo e Thiago Camargo. Brilharam, antes de assumir mandato de vereador, Francisco Júnior, na área de planejamento, e Agenor Mariano, o craque da administração.

Malan de Arruda

Ninguém entusiasma mais o governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda, do que o secretário da Fazenda, Valdivino de Oliveira.

Arruda costuma dizer, aos outros auxiliares, que Valdivino sabe tudo de finanças. Na prática e na teoria. “É o meu Malan”, teria dito o governador.

Rompimento 1

De um petista: “O governador Alcides Rodrigues e o secretário da Fazenda, Jorcelino Braga, são inteiramente favoráveis à aliança com o PT de Rubens Otoni”.

Alcides teria rompido, ainda que sem alarde, com o senador Marconi Perillo.

Rompimento 2

Um líder do PP disse ao Jornal Opção que dois deputados tucanos estão forçando a barra para que o governador Alcides Rodrigues anuncie o rompimento público com o senador Marconi Perillo.

O fato é que Alcides e Marconi não querem dar o primeiro passo. Mas a tendência pelo rompimento é mesmo muito forte. Muita gente acreditava que a crise era uma armação, para enganar Lula, mas não é.

Sabe-se que Marconi quer mesmo romper com a criatura, porque já concluiu que a perdeu para Lula e Henrique Meirelles.

Central Park goianiense

O espaço onde hoje funciona o Jardim Zoológico de Goiás e o Lago das Rosas será transformado numa espécie de Central Park de Goiânia, anuncia o presidente da Agência do Meio Ambiente da Prefeitura da capital, Clarismino Júnior (o sujeito que faz mais pelo verde do que todo o Partido Verde).

O Zoológico deve ser transferido para o Jardim Botânico.

Estranho amor

As pílulas nacionais do PP mostraram as realizações de seu único governador, Alcides Rodrigues.

Estranhamente, exibiram como grande obra da gestão de Alcides a Estação de Tratamento de Esgoto de Goiânia, uma obra do ex-governador Marconi Perillo. Claro que é fato que, como secretário do Meio Ambiente do primeiro governo Marconi, Alcides contribuiu para a construção da ETE.

De qualquer modo, para a felicidade da galera pepista, o PP nacional não apresentou imagens do Centro Cultural Oscar Niemeyer.

Ferrovia embargada

A mãe do PAC, Dilma Rousseff, virou carnavalesca, em Recife, e esqueceu que algumas obras do governo Lula estão empacadas.

O Tribunal de Contas da União embargou o trecho da Ferrovia Norte-Sul que estava sendo construído pela Camargo Corrêa, no Tocantins.

Vetos de Pedro Wilson

O PT está dividido. O grupo do deputado Rubens Otoni acredita que o governador Alcides Rodrigues, o PT e Henrique Meirelles estarão no mesmo palanque em 2010.

O grupo do deputado Pedro Wilson não confia na lealdade de Alcides ao presidente Lula, mas quer apoiar a candidatura de Meirelles para governador.

Pedro Wilson só veta dois nomes para o governo: Rubens Otoni, a quem finge tolerar, e o prefeito Iris Rezende. Ele prefere Meirelles, mas, se Lula não fosse contra, apoiaria até mesmo o senador Marconi Perillo.

Norberto no DEM

Norberto Teixeira deve ser candidato a deputado federal pelo DEM de Ronaldo Caiado e Demóstenes Torres.

O ex-prefeito de Aparecida de Goiânia deve se filiar ao DEM brevemente.

Novo desembargador

Se depender de Ronaldo Caiado, a advogada Maria Tereza Alencastro Veiga será a próxima desembargadora do Tribunal de Justiça de Goiás. É uma profissional eficiente e inteligente.

Se depender do PMDB, e mesmo de gente do PP, o advogado Geraldo Gonçalves será o desembargador. Mas é preciso dizer uma coisa: não se pode reduzir Gonçalves, um profissional sério e competente, ao rótulo de peemedebista. Ele tem méritos, e muitos. Tanto que tem recebido elogios do senador Demóstenes Torres. O maçom e ex-vereador Rui Rocha trabalha, em tempo integral, por Gonçalves.

Se depender do presidente da OAB, Miguel Cançado, o novo desembargador será Marisvaldo Cortez. Advogado do primeiro time, Cortez tem apoio em vários setores da sociedade, da maçonaria à Igreja Católica.

Menos mídia e menos política

Eduardo Abdon foi reeleito para comandar a Procuradoria-Geral de Justiça de Goiás.

Por que Abdon é a unanimidade inteligente, agradando desde o seriíssimo Rodnei Silva ao intelectual Marcelo Franco? Porque faz um trabalho sério na chefia do Ministério Público.

O tripé de Abdon é mais ou menos o seguinte: mais trabalho, menos mídia e menos política no MP. Está funcionando.

Vale acrescentar que, finalmente, o procurador-geral conseguiu organizar o planejamento estratégico do MP. Noutras palavras, o MP trabalha com menos improvisação.

Contra a educação e a ciência

O tucano Evandro Magal, com sua emenda cortante, pode ficar na história de Goiás como o deputado que tosou as verbas do setor de educação e ciência. Por sua proposta, o orçamento da UEG vai cair de 14 milhões de reais para 1,75 milhão.

A Fapeg tinha 3 milhões de reais e vai passar a ter 700 mil. A Sectec, de 3,5 milhões de reais, passará a contar com 700 mil reais.

Detalhe: PP e PSDB se uniram para defender os cortes. A UEG era, ou é, a menina dos olhos do Tempo Novo.

Mioranza

Comentário de um tucano, ácido e cortante: “O deputado Evandro Magal gosta mesmo é de governo e de polícia”.

ONG hegemônica

Do senador Demóstenes Torres, do DEM: “A maior ONG do Brasil é a esquerda”.

Cairo de Freitas apanhou

Um médico experimentado, ex-secretário da Saúde, garante: “Um secretário do governo Alcides Rodrigues bateu no ex-secretário Cairo de Freitas e o pôs para correr”.

O mesmo secretário chegou a pensar em bater em Paulo Roberto Cunha. Mas desistiu ao ser lembrado que Paulo Roberto tem deficiência numa perna.

Dilma cobra projetos do governo

Dois deputados, um deles do PT, contam que a ministra Dilma Rousseff tem cobrado, de maneira enfática, projetos do governo Alcides Rodrigues.

Dilma assegura que o governo federal tem as verbas, mas que o governo Alcides precisa apresentar os projetos. Uma assessora de Dilma, de prenome Lillian, chegou a ser arrogante com uma equipe goiana.

Mão Santa ocupa espaço de Marconi

Quem está presidindo o Senado de fato é o piauiense Mão Santa, o terceiro-secretário. Como Marconi Perillo não tem paciência, e fica muito tempo em Goiás, está perdendo a chance de ocupar espaço na política nacional.

Sarney, como se sabe, fica apenas meia hora, ou no máximo uma hora, e sai. Mão Santa agradece e comanda as sessões.

Marconi só tem ficado em Brasília na terça, na quarta e na quinta-feira. Se quiser aparecer na mídia nacional, com destaque, tem de ficar na capital da República cinco dias por semana. Pelo menos.

JBS teve lucro

Ao contrário do que publicou um jornal goiano, a JBS, multinacional dirigida pelo goiano José Batista Júnior, teve lucro em 2008.

O lucro poderia ter sido maior, mas, considerando a crise mundial, foi considerado satisfatório pelo mercado.

Deputado banca trem da alegria

O deputado Fábio Souza (PSDB) entrou numa enrascada ao defender que era possível o Estado “contratar”, sem concurso público, um grupo de pessoas que trabalhou na extinta Caixego.

Apesar do parecer negativo da Procuradoria-Geral do Estado, um estudo competente da equipe do procurador-chefe Norival Santomé, Fábio Souza e os ex-servidores da Caixego insistem.

Basta dizer, para provar a ilegalidade da proposta de Fábio de Souza, que funcionário da Caixego não era servidor público. Então, como falar em “voltar” para o governo? Voltar sem nunca ter sido? Impossível.

Fim da lua-de-mel?

O vereador William Ludovico começa a criticar o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, do PMDB.

A lua-de-mel com os aliados está acabando.

Marconi teme mais Iris

O Jornal Opção ouviu dez tucanos e fez a mesma pergunta: “Qual candidato é mais difícil de ser derrotado pelo senador Marconi Perillo na disputa pelo governo do Estado em 2010?”

Todos disseram que o prefeito de Goiânia, Iris Rezende, será o candidato mais difícil de ser derrotado. Porque, além de político experiente, tem história, currículo e é ousado

Ao mesmo tempo, os tucanos dizem que torcem pela disputa contra Iris. Na opinião deles, será o duelo decisivo. O último.

Bittencourt é mais forte do que Adib

Quem é mais forte na disputa pelo governo do Estado: Adib Elias ou Luiz Bittencourt?

Dois oito peemedebistas entrevistados, seis disseram que Bittencourt é mais forte. Por dois motivos: é um político de fato urbano e mantém mais contato com o Estado.

Os peemedebistas, sob o manto do anonimato, dizem que Adib “é tosco” e não sabe lidar com políticos do seu mesmo nível ou superior. “Ele pensa, a todo momento, que está falando com seus comandados de Catalão”, diz um deputado.

Alcides não gostou

Quatro pepistas disseram ao Jornal Opção que a nomeação do jovem Christian Gomes para a equipe do prefeito Iris Rezende vai contribuir, ainda mais, para afastar o governador Alcides Rodrigues do peemedebista.

Christian é o mais contundente crítico da administração de Raquel Rodrigues, mulher de Alcides.

PT quer controlar Ronaldo Caiado

Um petista de Brasília teria consultado um político goiano a respeito do deputado federal Ronaldo Caiado. O petista pensou em sugerir ao governador Alcides Rodrigues que “controlasse” Ronaldo. “Ele está batendo mais no governo Lula do que o senador Marconi.”

O político goiano aconselhou o petista a não procurar o governador Alcides. “Ele não tem controle algum sobre Caiado”, revelou. Não tem mesmo. É fato.

Sahium no PP

O ex-prefeito de Anápolis Pedro Sahium deve ocupar uma diretoria do governo Alcides e, em 2010, vai disputar mandato de deputado estadual ou mesmo federal.

Sahium deve disputar mandato eletivo pelo PP de Alcides. A informação é de um líder do partido.

Cachoeira Dourada

O médico Clodoveu Azevedo diz que não há água suficiente para movimentar a 4ª etapa de Cachoeira Dourada. “O lago só serve para criar peixe.”

“Para piorar as coisas, o lago está sendo aterrado 30 centímetros por ano”, sustenta Azevedo.

Crise na Celg 1

A crise na Celg está tão feia que não há recursos para eletrificação rural. O programa está paralisado, apesar da necessidade de expansão do setor agrícola.

Crise na Celg 2

Há quatro meses que a Celg abre as portas, distribui energia para as casas e empresas, mas está praticamente parada. Não se investe nada.

Crise da Celg 3

Vender as ações da Celg na baixa não é economicamente viável para Goiás. Por isso o governo Alcides insiste na tentativa de obter o empréstimo de 1,2 bilhão.

Com as dívidas pagas, e com a possibilidade de elevar a tarifa, as ações da Celg seriam valorizadas.

Crise da Celg 4

Ao ouvir que o governador Alcides está negociando a questão da Celg diretamente com o presidente Lula, porque envolve também a questão política, um pepista saiu com essa: “E ainda tem gente que acha que o PP tem como apoiar Ronaldo Caiado para governador. Não somos loucos”.

Crise na Celg 5

Segundo um integrante do governo, a Organização Jaime Câmara não quer a venda da Celg. Porque, se o governo vender a empresa, a OJC perde um dos principais anunciantes ao longo de sua história.

A Eletrobrás permite que apenas 1 por cento do orçamento seja torrado com publicidade. A Celg, assim, deixaria de financiar jornais e mesmo pilotos de automobilismo. Só a TV Anhanguera faturava, em tempos idos, mais de 1% do orçamento da Celg.

Reis do fuxico

Qual o político goiano que mais gosta de fuxico? O Jornal Opção ouviu 12 deputados. A maioria disse mais ou menos o seguinte: um é do DEM e o outro é do PSDB. Mas, enigmáticos, evitavam citar o nome.

Nomes do PTN para 2010

O PTN definiu três candidatos para 2010. Francisco Gedda pode disputar tanto mandato de deputado federal quanto estadual. Sirlene Borba e Deivison Costa vão a deputado estadual.

“O nome mais forte é o de Marconi”

O presidente da Associação dos Municípios, Abelardo Vaz (PP), disse ao Jornal Opção que “a base aliada tem entre suas forças principalmente PP e PSDB e, por isso, têm de lançar o nome mais forte para o governo do Estado. No momento, o nome mais sólido é o do senador Marconi Perillo”.

Moderado, com menos de 40 anos, Abelardo disse que “há desavenças entre PP e PSDB. Mas Marconi respeita o PP e o governador Alcides Rodrigues respeita o PSDB”.

Na visão de Abelardo, a base é maior do que as desavenças pessoais. “Não acredito que um racha político será produzido por crises pontuais.”

Ao ser eleito presidente da AGM, na semana passada, Abelardo fez um discurso conciliatório. “Como presidente da AGM, represento todos os prefeitos, não apenas os do PP ou os que me apoiaram. Vamos lutar por todos os municípios.”

Abelardo diz que ficou “contente” com o fato de o prefeito de Aparecida de Goiânia, Maguito Vilela, do PMDB, participar do conselho da AGM. O prefeito Iris Rezende compareceu à Assembléia, onde Abelardo foi eleito por aclamação.

Qual a lição que Abelardo extrai de sua eleição consensual, com o PSDB retirando o seu candidato para apoiá-lo? “A grande lição é que se pode fazer uma eleição sem traumas e sem constrangimentos.”

Suzuki não quer Catalão

Dirigentes da Suzuki, por conta da crise internacional, desistiram do investimento numa montadora em Goiás. Mas a montadora pode ser anunciada para o próximo ano.

Detalhe: a sede deve ficar, se ficar, em Itumbiara. O sindicalismo agressivo dos trabalhadores de Catalão incomodam o grupo que iria implantar a Suzuki.

Sine e Mitsubishi

O secretário do Trabalho de Catalão, Leonel Safatle, curtiu o carnaval em Salvador. Sem a namorada, que ficou em Goiás, pulou quatro dias seguidos. Na maior animação.

Volta com as energias respostas. Um dos seus objetivos é trabalhar para que o Sine funcione integralmente em Catalão. “Estou feliz com a ampliação das ações da Mitsubishi na cidade.”

Con­se­lho de ve­te­ra­no

Re­co­men­da­ção de um lí­der do PP: “An­tes de re­sol­ver pos­sí­veis problemas com o go­ver­na­dor Al­ci­des Ro­dri­gues, o se­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo tem de re­sol­ver as pen­dên­cias com os de­pu­ta­dos Ro­nal­do Cai­a­do e San­dro Ma­bel”.

Mar­co­ni se­guiu o con­se­lho e pro­cu­rou os dois. Mas Ro­nal­do e Ma­bel per­sis­tem não que­ren­do apo­i­ar o se­na­dor.

Lula rejeita dois técnicos na chapa presidencial

O Jor­nal Op­ção ou­viu pe­tis­tas go­i­a­nos e de ou­tros Es­ta­dos a res­pei­to da pos­si­bi­li­da­de de o pre­si­den­te do Ban­co Cen­tral, Hen­ri­que Mei­rel­les, ser in­di­ca­do vi­ce de Dil­ma Rous­seff. As res­pos­tas sugerem, em li­nha ge­ral, que não há mais tem­po pa­ra fir­mar Mei­rel­les na­ci­o­nal­men­te, em ter­mos po­lí­ti­cos, e que o vi­ce da pe­tis­ta de­ve sa­ir da se­a­ra po­lí­ti­ca con­so­li­da­da, so­bre­tu­do do PMDB. Os no­mes mais co­ta­dos são, pe­la or­dem, os de Sér­gio Ca­bral, go­ver­na­dor do Rio de Ja­nei­ro, e Ged­del Vi­ei­ra, de­pu­ta­do fe­de­ral e uma es­pé­cie de vi­ce-rei in­for­mal da Ba­hia.

Lu­la na­da tem con­tra Mei­rel­les. O pro­ble­ma é de ou­tra na­tu­re­za. O pre­si­den­te tem di­to aos in­ter­lo­cu­to­res que se­ria um equí­vo­co lan­çar dois téc­ni­cos na mes­ma cha­pa. Um não com­ple­men­ta­ria o ou­tro. Por­tan­to, Lu­la quer uma téc­ni­ca, Dil­ma, ali­a­da com um po­lí­ti­co, Sér­gio Ca­bral ou Ged­del. A pre­fe­rên­cia re­cai em Ca­bral por­que é me­nos con­tro­ver­ti­do do que Ged­del e é con­si­de­ra­do uma re­ve­la­ção po­lí­ti­ca — tan­to que le­vou seu can­di­da­to a pre­fei­to do Rio de Ja­nei­ro, o in­sos­so Eduar­do Pa­es, a der­ro­tar o in­cen­sa­do Fer­nan­do Ga­bei­ra. Mei­rel­les é óti­mo, ob­ser­va o pre­si­den­te, mas é téc­ni­co, as­sim co­mo Dil­ma.

O ob­je­ti­vo de Lu­la é, tam­bém, amar­rar o PMDB ao PT. Por­que as­sim re­du­zi­rá a ali­an­ça de Jo­sé Ser­ra, que, a par­tir de São Pau­lo, Per­nam­bu­co e Rio Gran­de do Sul, vem tra­ba­lha­dor pa­ra sec­ci­o­nar o PMDB. Com um vi­ce do par­ti­do, so­bre­tu­do um vi­ce res­pei­ta­do por seus com­pa­nhei­ros, Lu­la acre­di­ta que o PMDB ser­ris­ta vai per­der fô­le­go. O petista tem razão.

Negócio da Celg com BNDES só depende de acordo político

Em po­lí­ti­ca não há amo­res pu­ros, ide­a­is. Só amo­res objetivos. Há, cla­ro, o bem-que­rer, mas o que­rer dos in­te­res­ses sem­pre fa­la mais al­to.

O pre­si­den­te Lu­la da Sil­va é, co­mo no ca­so dos pa­is, o “sim”, en­quan­to o BNDES é o “não”. O pri­mei­ro man­da mais e au­to­ri­zou a ne­go­ci­a­ção da Celg com o BNDES. Es­te, que não tem co­mo não acei­tar pres­sões po­lí­ti­cas, por­que não é in­de­pen­den­te, fin­ge que es­tá jo­gan­do du­ro. Mas o jo­go, na ver­da­de, é do PT de Lu­la.

O que quer o PT e Lu­la? Que Al­ci­des de­fi­na, de vez, seu pro­je­to po­lí­ti­co: es­tá com o PT, na dis­pu­ta pe­lo go­ver­no de Go­i­ás, ou es­tá com o se­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo?

De­fi­ni­do o po­si­cio­na­men­to, de pre­fe­rên­cia pú­bli­co, por­que pri­va­da­men­te Al­ci­des já te­ria re­ve­la­do seu rom­pi­men­to com Mar­co­ni, o BNDES, no lugar de sugerir a ven­da de 41% das ações, pode em­pres­tar o di­nhei­ro pa­ra a Celg. O ar­gu­men­to é po­si­ti­vo: se não em­pres­tar, a Celg po­de que­brar, de vez, e aí o go­ver­no fe­de­ral na­da re­ce­be­rá. Mais: do em­prés­ti­mo de 1,2 bi­lhão, pra­ti­ca­men­te 1 bi­lhão fi­ca­rá no cai­xa do go­ver­no fe­de­ral.

Se Alcides quiser, o dinheiro sai.

A ministra petista Dilma Rousseff pode ter três palanques em Goiás

As eleições de 2010 vão se realizar daqui a um e sete meses, ou seja, um pulinho, como dizem os políticos. Por isso, o presidente Lula da Silva tem estudado, com o apoio de políticos e marqueteiros, as melhores formas de interferir nos Estados. No caso específico de Goiás, a equipe do presidente sugere, mais do que impõe — porque a política nacional não pode tudo nos Estados —, que seja formada uma frente ampla, com o governador Alcides Rodrigues, o deputado Rubens Otoni, o prefeito Iris Rezende, o deputado Sandro Mabel, o sem-partido Henrique Meirelles, contra o senador Marconi Perillo.

Se não der para formatar a frente ampla, o PT nacional trabalha com a possibilidade de Dilma ter três palanques em Goiás: um do PT, com Rubens Otoni, um do PMDB, com Iris Rezende, e um do PP-PR, com Alcides Rodrigues e Sandro Mabel.

I­ra­pu­an Cos­ta Ju­ni­or

O ex-go­ver­na­dor Ira­pu­an Cos­ta Ju­ni­or vai fa­zer ci­rur­gia de prós­ta­ta em São Pau­lo.

Co­lu­nis­ta do Jor­nal Op­ção, Ira­pu­an se­rá ope­ra­do por um mai­o­res uro­lo­gis­tas bra­si­lei­ros, Mi­guel Srou­gi (for­ma­do pe­la USP e pós-gra­du­a­do em Har­vard).

Na se­ma­na pas­sa­da, pre­o­cu­pa­do com a co­lu­na Con­tra­pon­to, Ira­pu­an avi­sou: “Tal­vez eu fi­que sem es­cre­ver ape­nas uma se­ma­na”. Além de polêmico, Irapuan é um articulisa brilhante.

DEM planeja eleger três deputados federais em Goiás

O DEM nacional está elaborando seu projeto para 2010. Além do apoio incondicional ao tucano José Serra, que teria prometido apoiar Gilberto Kassab para governador de São Paulo em 2014, o partido quer eleger uma forte bancada de deputados e senadores.

Em Goiás, o DEM de Jorge Bornhausen, José Agripino e José Roberto Arruda trabalha com a possibilidade de eleger três deputados federais — Ronaldo Caiado, Vilmar Rocha (o partido considera que sua derrota, em 2006, foi uma grande perda) e Valdivino de Oliveira.

O economista Valdivino é filiado ao PMDB, mas é secretário da Fazenda do governo do Distrito Federal. O governador Arruda é do DEM e convidou Valdivino para disputar mandato de deputado em Brasília. Valdivino prefere disputar em Goiás, porque pretende candidatar-se a prefeito de Goiânia, em 2012. Só que o DEM enfrenta um problema: o PP também quer levar o passe de Valdivino.

PP não aceita pressão do deputado tucano Leonardo Vilela

Se­guin­do ori­en­ta­ção do go­ver­na­dor Al­ci­des Ro­dri­gues, o pre­si­den­te do PP, Serjão Cai­a­do, e o se­cre­tá­rio-ge­ral do par­ti­do, Sér­gio Lu­cas, ti­dos co­mo os mais san­guí­ne­os do gru­po, não que­rem ba­ter de fren­te com o ex-pe­pis­ta Le­o­nar­do Vi­le­la.

Nos bas­ti­do­res, os pe­pis­tas di­zem “não per­do­ar” Vi­le­la por três mo­ti­vos. Pri­mei­ro, por­que tro­cou o PP pe­lo PSDB do se­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo . Se­gun­do, ten­do o apoio de Mar­co­ni, te­ria for­ça­do a bar­ra pa­ra tentar im­pe­dir a can­di­da­tu­ra de Al­ci­des a go­ver­na­dor em 2006. Ter­cei­ro, por­que, ago­ra, te­ria se tor­na­do ca­bo de chi­co­te de Mar­co­ni pa­ra “pres­sio­nar” e “agre­dir” os pe­pis­tas.

Ali­a­dos de Cai­a­do e Lu­cas dis­se­ram ao Jor­nal Op­ção que, quan­to mais Vi­le­la disser que o PP vai com­por com Mar­co­ni, em 2010, pe­lo amor ou pe­la dor, mais os âni­mos fi­cam exal­ta­dos. “A cú­pu­la do PP se sen­te pres­sio­na­da e acu­a­da pe­las pa­la­vras de Le­o­nar­do, por­ta-voz ofi­ci­al de Mar­co­ni. A ten­dên­cia, ca­da vez mais, é o par­ti­do se afas­tar do se­na­dor e bus­car um can­di­da­to pró­prio”, diz um di­ri­gen­te do par­ti­do. Os pe­pis­tas ar­gu­men­tam que, se Vi­le­la quer in­cen­ti­var o rom­pi­men­to de­fi­ni­ti­vo de Al­ci­des e Mar­co­ni, vai aca­bar con­se­guin­do. “Pres­sio­nar Al­ci­des, pa­ra de­fi­nir apoio, é bo­ba­gem. Por in­crí­vel que pa­re­ça, até ho­je os tu­ca­nos não apren­de­ram a en­ten­der o go­ver­na­dor. Ele não age sob pres­são.”

Aidar é o nome do PT para o lugar de Rubens Otoni

Uma coi­sa é cer­ta no PT go­i­a­no: o de­pu­ta­do fe­de­ral Ru­bens Oto­ni es­ta­rá nu­ma cha­pa ma­jo­ri­tá­ria em 2010 — co­mo can­di­da­to a go­ver­na­dor, vi­ce ou se­na­dor. Co­mo se tor­nou he­ge­mô­ni­ca, sua ten­dên­cia, PT Pra Ven­cer, não dei­xa­rá de lan­çar can­di­da­to a de­pu­ta­do fe­de­ral. Ali­ás, vai lan­çar pos­si­vel­men­te mais de um. O no­me mais co­ta­do é o do de­pu­ta­do es­ta­du­al Hum­ber­to Ai­dar. Ru­bens não faz ques­tão de es­con­der e já re­ve­lou a se­to­res da Igre­ja Ca­tó­li­ca que Ai­dar é seu sub­sti­tu­to na­tu­ral. O pe­tis­ta man­tém li­ga­ções es­trei­tas com a cú­pu­la da Igre­ja Ca­tó­li­ca.

Ao Jor­nal Op­ção, Ai­dar ad­mi­tiu que, se Ru­bens dis­pu­tar o go­ver­no, se­rá mes­mo can­di­da­to a de­pu­ta­do fe­de­ral.

Ai­dar ava­lia que o no­me de Ru­bens po­de­rá unir o PP e o PMDB. “Com o apoio do pre­si­den­te Lu­la, Ru­bens in­ten­si­fi­cou seu tra­ba­lho em to­do o Es­ta­do, ele não pa­ra um mi­nu­to. Ele es­tá en­tu­si­as­mado.”

O em­pre­sá­rio e po­lí­ti­co Ri­do­val Chi­a­re­lo­to (PSDB) abriu con­ver­sa­ções com o pre­fei­to de Aná­po­lis, An­tô­nio Go­mi­de (PT).



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A se­na­do­ra tu­ca­na Lú­cia Vâ­nia abriu es­pa­ço pa­ra que o go­ver­na­dor Al­ci­des Ro­dri­gues in­di­que o su­pe­rin­ten­den­te da Su­de­co. Po­rém, se não agir rá­pi­do, Ma­to Gros­so tem um no­me à mão.



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Nas mãos da Su­de­co, tal­vez o Fun­do?Constitucional de Fi­nan­cia­men­to do Cen­tro-Oes­te (FCO) fun­ci­o­ne de mo­do mais ade­qua­do. Co­mo “li­nha de cré­di­to” do Ban­co do Brasil se tor­nou ex­tre­ma­men­te bu­ro­crá­ti­co.



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Fo­ram di­zer a Lu­la que o de­pu­ta­do Jo­va­ir Aran­tes se re­cu­sa a par­ti­ci­par da fren­te con­tra Mar­co­ni Pe­ril­lo. Lu­la te­ria co­ça­do a ca­be­ça e a bar­ba e per­gun­ta­do se o pe­te­bis­ta vo­ta­va com o go­ver­no na Câ­ma­ra. Ao sa­ber que sim, disse que “tu­do bem”.



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O de­pu­ta­do San­dro Ma­bel anun­ciou ao pre­si­den­te Lu­la da Sil­va que só nu­ma hi­pó­te­se apo­i­a­rá a can­di­da­tu­ra de Mar­co­ni Pe­ril­lo a go­ver­na­dor. Se o tu­ca­no for apoiado pelo petista.



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Ju­qui­nha das Ne­ves, do PR, vai ser can­di­da­to a se­na­dor pe­lo Es­ta­do do To­can­tins. Ele tra­ba­lha por uma ali­an­ça do se­na­dor Jo­ão Ri­bei­ro, pre­si­den­te do PR, com o go­ver­na­dor Mar­ce­lo Mi­ran­da, do PMDB.



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Quem con­ver­sa com o de­pu­ta­do fe­de­ral Pe­dro Wil­son percebe que an­da amar­gu­ra­do e ran­co­ro­so. Em Bra­sí­lia, on­de foi mais atu­an­te, é vis­to co­mo in­te­gran­te do bai­xo cle­ro.



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Um de­pu­ta­do diz que o PMDB tem três pla­nos. O “A” é o lan­ça­men­to da can­di­da­tu­ra de Iris Re­zen­de pa­ra go­ver­na­dor.



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O “B” é o apoio à can­di­da­tu­ra de Ru­bens Oto­ni a go­ver­na­dor, com Iris Araú­jo pa­ra o Se­na­do e Adib Eli­as na vi­ce.



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O “C” ban­ca­ria o no­me de Adib Eli­as pa­ra o go­ver­no.



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O pro­ble­ma de Adib Eli­as é que não tran­scen­deu Ca­ta­lão. “Ele pre­ci­sa mu­dar-se pa­ra Go­i­â­nia e pa­rar de fa­lar deCa­ta­lão”, diz um pe­e­me­de­bis­ta.



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A­li­a­dos de Iris Re­zen­de di­zem, às cla­ras, que o pre­fei­to só dis­pu­ta o go­ver­no se ti­ver o apoio de 100% do PT go­i­a­no.



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O de­le­ga­do da Polícia Civil Ede­mun­do Di­as vai dis­pu­tar man­da­to de de­pu­ta­do es­ta­du­al pe­lo PSDB.



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Da­ni­el Gou­lart co­mu­ni­cou ao PSDB e ao se­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo que não vai dis­pu­tar man­da­to de de­pu­ta­do es­ta­du­al. Dis­pu­ta man­da­to de de­pu­ta­do fe­de­ral.



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Can­di­da­to a de­pu­ta­do fe­de­ral em 2010, o se­cre­tá­rio de Se­gu­ran­ça Pú­bli­ca, Er­nes­to Rol­ler, do PP, con­quis­tou o apoio do pre­fei­to de Mor­ri­nhos, Cleu­mar Go­mes de Frei­tas, e do ex-go­ver­na­dor He­le­nês Cân­di­do (can­di­da­to a de­pu­ta­do es­ta­du­al).



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Rol­ler per­deu o apoio po­lí­ti­co de Se­bas­ti­ão Ca­ro­ço, con­se­lhei­ro do Tri­bu­nal de Con­tas dos Mu­ni­cí­pios. Ca­ro­ço vai lan­çar sua mu­lher pa­ra de­pu­ta­do es­ta­du­al e vai apo­i­ar um de­pu­ta­do fe­de­ral do PSDB.



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Em tom jo­co­so, Ca­ro­ço cos­tu­ma di­zer que, se for en­con­tra­do abra­ça­do com Rol­ler, po­dem se­pa­rar. Por­que é bri­ga mes­mo.



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Três in­te­gran­tes da fa­mí­lia Cai­a­do são for­tes no go­ver­no Al­ci­des: Ser­jão Cai­a­do, o oni­pre­sen­te, Ro­nal­do Cai­a­do e Er­nes­to Rol­ler.



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Pou­ca gen­te sa­be, mas Rol­ler faz par­te da fa­mí­lia Cai­a­do. Tan­to que tra­ba­lhou na campanha de Már­cio Cai­a­do (PP), pre­fei­to da Ci­da­de de Go­i­ás.



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Es­cri­to­res, ar­tis­tas plás­ti­cos e jor­na­lis­tas en­sai­a­ram fa­zer um abai­xo-as­si­na­do su­ge­rin­do a in­di­ca­ção de Mar­cos Cai­a­do pa­ra pre­si­den­te da Agên­cia Go­i­a­na de Cul­tu­ra do go­ver­no Al­ci­des.



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Só não le­va­ram a idéia adi­an­te por­que fo­ram in­for­ma­dos que Mar­cos Cai­a­do não quer o car­go.



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“Ru­bens Oto­ni vai ter a au­dá­cia de Mar­co­ni Pe­ril­lo em 1998”, diz um pe­tis­ta.



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“Ru­bens Oto­ni une o PT se for can­di­da­to a go­ver­na­dor”, acres­cen­ta o pe­tis­ta.



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“La­men­to a sa­í­da do mé­di­co He­lio de Sou­sa da Se­cre­ta­ria de Sa­ú­de. Ele quis pôr or­dem na­que­le an­tro mas, in­fe­liz­men­te, não con­se­guiu”, diz, com to­das as le­tras, o mé­di­co Clo­do­veu Aze­ve­do.



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Se­cre­tá­rio de Sa­ú­de do go­ver­no Ary Va­la­dão, Clo­do­veu Aze­ve­do diz que não é fá­cil en­fren­tar a “rou­ba­lhei­ra” na área. “Te­mo que a se­cre­tá­ria Ira­ni Ribeiro de Moura, pes­soa de bem, não tenha ener­gia pa­ra en­fren­tar os mal­fei­to­res da não-sa­ú­de.”



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“De­vo ad­mi­tir que há gen­te sé­ria na re­de hos­pi­ta­lar, mas tam­bém há mui­tos la­rá­pios”, de­nun­cia Clo­do­veu. “Aos 79 anos, co­nhe­ço as es­tra­nhas do se­tor de sa­ú­de de Go­i­ás.”



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Não con­vi­dem pa­ra a mes­ma pi­ca­nha da chur­ras­ca­ria Por­cão os neu­ro­ci­rur­gi­ões Car­los Drum­mond (ex-co­or­de­na­dor de Neu­ro­lo­gia do Hos­pi­tal Ge­ral de Go­i­â­nia) e Ha­mil­ton Ayres da Sil­va (co­or­de­na­dor de Neu­ro­lo­gia do HGG). Por­que po­de sa­ir san­gue. E não se­rá da pi­ca­nha.



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O se­cre­tá­rio-ge­ral do PP, Sér­gio Lu­cas, apos­tou no ar, no “Pro­gra­ma Pau­lo Be­ringhs”, com o jor­na­lis­ta Lu­iz Car­los Bor­do­ni que Hen­ri­que Mei­rel­les vai dis­pu­tar o go­ver­no de Go­i­ás. Pe­lo PP.



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Há quem ava­lie que a gran­de sur­pre­sa do PP (ou de um par­ti­do ali­a­do) em 2010 se­rá Jor­ce­li­no Bra­ga. Ele é exe­cu­ti­vo, dos mais efi­ci­en­tes e de­di­ca­dos, mas é apai­xo­na­do por po­lí­ti­ca.



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De um al­ci­dis­ta do pri­mei­ro ti­me: “Ga­nha elei­ção quem faz a mai­o­ria e a mai­o­ria de­pen­de do go­ver­no”.



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A­cre­di­ta-se que Al­ci­des Ro­dri­gues vai ter­mi­nar o go­ver­no com apro­va­ção. “Não se­rá o mais apro­va­do, mas não se­rá re­pro­va­do”, ga­ran­te um téc­ni­co do go­ver­no que en­ten­de de marke­ting e pes­qui­sas.



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Po­lí­ti­cos e jor­na­lis­tas dis­se­ram ao Jor­nal Op­ção que o car­na­val mais ani­ma­do do Nor­te go­i­a­no foi o de Uru­a­çu. Su­pe­rou o de Po­ran­ga­tu, que já foi o me­lhor da re­gi­ão.



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PMDB e PSB dis­pu­tam, a fer­ro e fo­go, o pas­se do vi­ce-go­ver­na­dor do To­can­tins, Pau­lo Sid­nei (PPS).



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Mo­ti­vo: Pau­lo Sid­nei as­su­me o go­ver­no no fi­nal de mar­ço de 2010 e, au­to­ma­ti­ca­men­te, dis­pu­ta­rá a re­e­lei­ção. To­dos vão pre­ci­sar de seu apoio.



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O pre­si­den­te do PPS, Gil­va­ne Fe­li­pe, diz que es­tá re­or­ga­ni­zan­do o par­ti­do no Es­ta­do. “Nós va­mos dis­pu­tar elei­ções pra va­ler.” O his­to­ri­a­dor se­rá can­di­da­to a de­pu­ta­do es­ta­du­al.



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Três pe­sos pe­sa­dos da po­lí­ti­ca go­i­a­na fo­ram con­vi­da­dos por Gil­va­ne Fe­li­pe pa­ra se fi­li­a­rem ao PPS: o se­na­dor De­mós­te­nes Tor­res, o ex-de­pu­ta­do fe­de­ral Vil­mar Ro­cha, am­bos do DEM, e o de­pu­ta­do es­ta­du­al Da­ni­el Gou­lart, do PSDB.



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O Jor­nal Op­ção re­ve­lou que não se fa­zia li­ci­ta­ção pa­ra os ser­vi­ços fu­ne­rá­rios de Go­i­â­nia des­de 1993. A Pre­fei­tu­ra de Go­i­â­nia agiu rá­pi­do e vai li­ci­tar os ser­vi­ços.



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De um de­pu­ta­do go­i­a­no: o Pa­lá­cio do Pla­nal­to ain­da não de­sis­tiu da pror­ro­ga­ção dos man­da­tos. Até 2012.



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O pre­si­den­te da Fren­te Par­la­men­tar Evan­gé­li­ca, Jo­ão Cam­pos (PSDB-GO), vai or­ga­ni­zar au­diên­cia pú­bli­ca, na Câ­ma­ra dos De­pu­ta­dos, pa­ra a CNBB di­vul­gar a Cam­pa­nha da Fra­ter­ni­da­de de 2009. O te­ma é Fra­ter­ni­da­de e Se­gu­ran­ça.



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A cu­ri­o­si­da­de é que a Con­fe­rên­cia Na­ci­o­nal dos Bis­pos do Bra­sil é uma ins­ti­tu­i­ção ca­tó­li­ca.



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O ve­re­a­dor go­i­a­ni­en­se Vir­mon­des Cru­vi­nel Fi­lho es­tá fi­can­do co­nhe­ci­do por su­as idéi­as.



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Vir­mon­des é o pai da Fren­te Par­la­men­tar do Trân­si­to Se­gu­ro e vai apre­sen­tar pro­je­to pa­ra obri­gar as ONGs que ne­go­ci­am com a Pre­fei­tu­ra de Go­i­â­nia a pres­ta­rem con­tas na in­ter­net.



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A vol­ta de He­lio de Sou­sa pa­ra a As­sem­bléia Le­gis­la­ti­va não agra­dou o go­ver­no do Es­ta­do nem a fa­mí­lia de Ota­vi­nho La­ge.



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A fa­mí­lia La­ge que­ria a per­ma­nên­cia de Fre­de­ri­co Nas­ci­men­to na As­sem­bléia. Fre­de­ri­co é fi­lho do se­cre­tá­rio de Pla­ne­ja­men­to, Oton Nas­ci­men­to.



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E­duar­do Ma­ti­as ar­ti­cu­lou a can­di­da­tu­ra de Syd Reis pa­ra pre­si­den­te do ti­me do Go­i­ás, mas, na com­po­si­ção da equi­pe, foi es­que­ci­do.



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O co­ro­nel Jo­ne­val Go­mes e Vi­cen­te Emí­dio tam­bém fo­ram pre­te­ri­dos. Syd Reis, com­pe­ten­te e sé­rio, foi obri­ga­do a aten­der or­dens su­pe­ri­o­res.



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Le­o­nar­do Ve­lo­so dis­se ao Jor­nal Op­ção que não foi con­vi­da­do a vol­tar pa­ra o go­ver­no Al­ci­des. Garante que não es­tá bri­ga­do com Pau­lo Ro­ber­to Cu­nha. “Pro­cu­rei-o du­as ve­zes, mas ele não me pro­cu­rou sequer u­ma vez.”



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A­dil­son Mo­ra­es, de Ja­taí, é o mais no­vo as­ses­sor do se­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo.

“Unida, oposição pode derrotar candidato de Miguel Cançado”

O principal articulador das oposições ao grupo que dirige a OAB é o competente advogado Ricardo Dias. Sua militância no PT deu-lhe substância na articulação e arregimentação dos oposicionistas. Como ideólogo da “renovação”, Dias tem orientado seus aliados a não se fecharem. “Nós temos de conversar com todo mundo, inclusive com os aliados de Miguel Cançado que não estão satisfeitos com sua gestão. Não podemos subestimar a força do grupo de Cançado.”

Dias avalia que os nomes da oposição colocados até agora, Leon Deniz, Alexandre Abreu e Márcio Messias, “são muito bons”. “Nós precisamos ter consciência de que, para derrotar um grupo que está há muito anos no poder, é preciso manter o nosso grupo unido. Nós temos condições de ganhar do candidato de Cançado.”

O Jornal Opção perguntou se Dias é candidato. “Não sou candidato, principalmente porque não é o momento de definir nomes. Estou à disposição, isto sim, para articular uma forte chapa de oposição.”

“Não é um bom negócio”

O se­na­dor De­mós­te­nes Tor­res (DEM) diz que os ali­a­dos do se­na­dor Mar­co­ni Pe­ril­lo (PSDB), co­mo o de­pu­ta­do fe­de­ral Le­o­nar­do Vi­le­la (PSDB), não de­ve­ri­am pro­vo­car o go­ver­na­dor Al­ci­des Ro­dri­gues (PP) e o de­pu­ta­do fe­de­ral Ro­nal­do Cai­a­do (DEM).

“Se pres­sio­na­rem de­ma­si­a­da­men­te, vão fe­rir os bri­os dos ali­a­dos de Al­ci­des e Ro­nal­do”, diz De­mós­te­nes. “Se que­rem man­ter a ba­se uni­da, é me­lhor con­ver­sa­rem mais, sem en­vi­ar re­ca­dos por in­ter­mé­dio da im­pren­sa.”

Recém-operado de uma cirurgia experimental, para combater o diabetes, Demóstenes comemora seu novo peso. “Antes da cirurgia, pesava 103 quilos, agora estou com 87,4 quilos.” O senador diz que ganhou ânimo novo. “Vou disputar a reeleição em 2010 como se fosse um garoto”, brinca. O democrata tem 48 anos. É quase um menino.



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