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Euler de França Belém
ffeubel@uol.com.br
Demissões em janeiro
Demissões de verdade só a partir de janeiro. O governo Alcides avaliou que era crueldade demitir comissionados no período natalino.
A partir de janeiro vai jogar duro e vai demitir mesmo aqueles que não contribuem com o desenvolvimento do Estado. As demissões vão ser seletivas. Não podem ser a rodo porque o governo teme perder quadros qualitativos.
Raquel Rodrigues apóia Carlos Silva
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Carlos Silva
| A prefeita de Santa Helena e primeira-dama de Goiás, a ex-deputada Raquel Rodrigues, disse ao Jornal Opção que o engenheiro Carlos Silva deve ser o candidato do PP a prefeito do município. Raquel definiu que não vai disputar a reeleição.
Ouvido pelo Jornal Opção, Carlos Silva ficou "lisonjeado" com a indicação de Raquel Rodrigues e desconversou: "A candidata do PP e da população é a prefeita Raquel". Mas admitiu que, se necessário, disputará as eleições.
Raquel, afirmou Carlos Silva, "faz uma administração revolucionária em Santa Helena" e, por isso, é cobrada para disputar a reeleição.
Indicação de Tião de Caroço para TCM pode criar "fogo amigo" em Formosa
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Sebastião Caroço
| O prefeito de Formosa, Sebastião Caroço (PP), foi indicado para o cargo de conselheiro do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), depois de uma grande operação que envolveu diretamente o governador Alcides Rodrigues e o senador Marconi Perillo. Parte do PP, liderada pelo prefeito de Rio Verde, Paulo Roberto Cunha, apoiou Nerivaldo Costa. Parte do PSDB ficou ao lado de Honor Cruvinel e parte, nos bastidores, jogou ao lado de Caroço.
A vitória de Caroço consolida, porém, mudanças mais sólidas na política de Formosa do que na estadual. Com sua renúncia, assume o vice, Clarival Miranda, do PSDB. Clarival não está rompido com Caroço, mas cavou espaço próprio e, ao assumir a prefeitura, vai disputar a reeleição. Ocorre que Caroço, mesmo do TCM, vai patrocinar a candidatura do engenheiro Pedro Ivo, seu aliado no PP. Clarival estaria se sentindo "menosprezado". Há quem recomende que, num gesto de humildade, Caroço retire a candidatura de Pedro Ivo. "Para começar, como conselheiro do TCM, Caroço não pode fazer política", disse ao Jornal Opção um tucano de Formosa.
A oposição comemora a aparente divisão entre os grupos de Clarival e Caroço. Em 1992, Caroço e Clarival disputaram as eleições em Formosa e perderam. O primeiro obteve 33 por cento dos votos e o segundo, 12 por cento. O peemedebista Nenén Araújo ganhou com 34 por cento. Agora, pode se repetir o mesmo fenômeno, com a disputa, na base aliada, entre Clarival e Pedro Ivo. "Se Caroço for mesmo tão esperto quanto alardeia, retiraria Pedro Ivo da disputa", sugere um líder regional do PP.
Apostando no racha, o PMDB vai bancar a candidatura de Mário Filho, possivelmente com Itamar Barreto, do DEM, na vice. É possível também que Itamar Barreto seja o candidato a prefeito, com o apoio do PMDB. Por incrível que pareça, a oposição torceu, aliviada, para Caroço ser indicado para o TCM. "Nós vamos ganhar em Formosa", avalia, otimista, o advogado Ney Moura Teles, um dos líderes do PMDB local.
Barbosa e Raquel abrem conversações
Tendo como intermediário o presidente do PSDB, Leonardo Vilela — o deputado federal não cursou o Instituto Rio Branco, mas é um verdadeiro diplomata —, o ex-deputado Barbosa Neto (PSB) e a deputada Raquel Teixeira (PSDB) vão abrir conversações sobre as eleições para prefeito de Goiânia.
É certo que Barbosa não vai ser vice de Raquel e esta não vai ser vice daquele. Mas vão discutir pontos comuns e, mesmo, possibilidades de aliança real no primeiro turno em 2008. Maduros politicamente, o socialista e a tucana sabem que enfrentar o prefeito Iris Rezende, que faz uma administração bem-sucedida, será o páreo mais duro de suas carreiras políticas. Ao mesmo tempo, sabem que perder para Iris, sobretudo se no segundo turno, não será desastroso. Se no segundo turno, será consagrador.
Brasília insurgente
O PT de Brasília vive um clima de guerra por conta da disputa pelo controle do diretório regional. O presidente Chico Vigilante, que disputa a reeleição, ataca Lenildo Moraes, da corrente Movimento PT.
Vigilante diz que, ancorado no apoio do deputado federal Geraldo Magela, Lenildo Moraes montou uma mega-estrutura, inclusive com apoio dentro do governo Lula, para tentar derrotá-lo. Numa nota dolorida, o presidente petista diz: "Minha honra é minha vida, meu futuro de ambas depende. Serei homem morto se me privarem da honra".
Lenildo Moraes, que conta com maior estrutura do que Vigilante, nega que Geraldo Magela esteja oferecendo empregos no governo Lula aos militantes que o apoiarem.
Guerra dos quibes
Em Catalão não se pode dizer que parente é serpente, pois os dois principais pré-candidatos a prefeito, Jardel Sebba e João Sebba, são parentes. Jardel disputará pelo PSDB. João, do PMDB, conta com o apoio do prefeito Adib Elias, conhecido como "sr. Crac" e "mister Tecnel".
O vice de João deve ser Fernando Safatle, do PT. O ex-prefeito Aguinaldo Mesquita é cotado para ser vice de Jardel. Há quem avalie que Fernando Neto (DEM), por ser mais aguerrido, seria o vice ideal.
Jardel e João dizem, nos bastidores, que, apesar do parentesco, a campanha vai ser uma verdadeira guerra — com ou sem quibes. Os dois são médicos e certamente têm condições de tratar os feridos da "peleja".
Sabe-se que Adib Elias está engolindo João, pois planejava lançar um candidato mais manipulável, como José Moreira. João, dizem alguns aliados do prefeito, significa uma ruptura com Adib.
Dedo de ouro
Não se comenta outra coisa nos meios políticos e empresariais. O prefeito Iris Rezende está naquela fase em que tudo que faz dá certo.
Há indícios que deve sair, das eleições de 2008, mais do que consagrado. Ganhará um passaporte para as eleições de 2010. Tanto para o Senado quanto, se quiser, para o governo do Estado.
Thiago Peixoto pôs fogo na sucessão de Jaraguá
A informação do deputado Thiago Peixoto (PMDB) de que uma pesquisa indica que o prefeito de Jaraguá, Lineu Olímpio, deverá ser reeleito e que Nelson Henrique de Castro, diretor da Agetop, praticamente não é lembrado ("traço") pelo eleitor, provocou polêmica.
Na sexta-feira, 14, Nelson de Castro reagiu: "Marconi Perillo era traço em 1998 e se elegeu governador. Alcides começou bem atrás e se elegeu governador. Pesquisas feitas com tanta antecedência sinalizam apenas que o eleitor está avaliando mais o prefeito do que outros pré-candidatos, que, sem a máquina da prefeitura, não têm como se apresentar. Nós vamos ganhar e vamos colaborar para modernizar a política de Jaraguá".
Nelson alfineta: "O prefeito Lineu Olímpio filiou-se ao PTB, mas não é da base aliada; sua ligação é com o PMDB". Em 2006, Lineu tentou transformar Barbosa Neto em vice de Maguito Vilela. Depois, trocou Barbosa por Jovair Arantes. Nelson diz que o ex-deputado Nédio Leite, principal líder da oposição em Jaraguá, deve apoiá-lo. "Nédio, Alcides e Marconi devem me apoiar", frisa. Ele acredita que o PSDB deve desistir de lançar candidato para apoiá-lo.
O tucano Gilberto Campos também faz uma ressalva: "Por ser muito jovem, Thiago Peixoto não teve tempo de perceber que seu grupo político [o PMDB] perdeu as últimas três eleições para o governo do Estado com candidatos que eram favoritos e tidos como imbativeis".
Gilberto nota, também, que a base de Lineu Olímpio "rachou". O vice-prefeito Fabiano Cassiano Dutra, pastor da Igreja Fonte da Vida, trocou o PMDB pelo PSDB e rompeu com o prefeito.
Transporte coletivo
O bem-sucedido empresário Wilder Pedro de Morais, dono da Orca Construtora, deve participar da licitação do transporte coletivo de Goiânia e Região Metropolitana. Wilder atua nas áreas de shopping (Bougainville), mineração, usina de concreto, agricultura e pecuária e construção civil.
As filhas do empresário Nenê Constantino, dono da Gol Linhas Aéreas, atuam em Brasília e planejam entrar no mercado goianiense. Elas compraram o edital da CMTC.
Espíndola pode ser a surpresa anapolina e PDSB e PT querem um vice do PMDB
A crise política anapolina gerou um fato: empresários e médicos querem disputar a prefeitura. Só no PR há pelo menos quatro empresários pleiteando a possibilidade de disputar. O mais cotado, no PR, é Wilson de Oliveira. Edson Tavares, do Porto Seco, teria desistido.
A grande surpresa pode ser a candidatura de Geraldo Espíndola, diretor da prestigiosa Uni-Evangélica. O deputado Sandro Mabel e Espíndola se uniram para tentar levar uma faculdade de medicina para Anápolis. Da aproximação, digamos educacional, nasceu uma aliança política. Espíndola pode ser candidato a prefeito, com o aval de Mabel.
Analistas da política de Anápolis avaliam, porém, que os grandes rivais serão mesmo Rubens Otoni (ou Antônio Gomide), do PT, e Ridoval Chiareloto, do PSDB. Se Rubens não disputar, vai ficar com a imagem de "medroso", de que correu da raia quando o PT mais precisava dele. Ao mesmo tempo, comenta-se que, se seu irmão, Antônio Gomide, disputar e perder, mesmo assim terá garantido espaço para uma bem-sucedida candidatura a deputado estadual em 2010.
A despeito de alguns setores dizerem que Ridoval estaria "meio desanimado", o fato é que o tucano é quem mais articula. Ele trabalha, dia e noite, para ter Onaide Santillo, do PMDB, na sua vice, o que retiraria um pé de apoio do PT de Rubens. Este teria recebido garantia, em Brasília, de que o PMDB o apoiaria em Anápolis. A aliança com um setor tradicional pode dar a vitória a Rubens, que sempre começa liderando e, depois, perde, por não ter um pé fincado no eleitorado conservador. Ao mesmo tempo, o PMDB trabalha com a possibilidade de lançar Frederico Jayme a prefeito.
O principal problema de Ridoval não é um adversário, e sim um aliado — o deputado Frei Valdair de Jesus (PTB). Popular, Valdair aparece bem nas pesquisas, quase sempre como segundo colocado, atrás apenas de Rubens e, eventualmente, empatado com Onaide. Entretanto, embora popular, Valdair não tem estrutura e não tem o apoio da cúpula da Igreja Católica. Como vice de Ridoval ou de Frederico, pode ajudar a desequilibrar a disputa. Ridoval é articulado nas cúpulas, mas não tem popularidade. Só ganha se houver um grande entendimento em torno de seu nome, avaliam analistas. Entre os partidos que podem indicar seu vice estão o PR, o PSB do vereador Sírio Miguel (o vice seria o empresário José Leréia) e o PP de Atair Pio. Além, claro, do PMDB de Adhemar e Onaide Santillo.
Goiás, São Paulo e Santa Catarina trocam experiências sobre Telecom
O presidente da Celg, Enio Andrade Branco, recebeu, na semana passada, a visita da presidente da Eletropaulo Telecom, Teresa Cristina Querino Vernaglia, do diretor Comercial e Marketing, Gilberto Cardoso, e da diretora de Governança Eletrônica do governo de Santa Catarina, Simone Keller Fuchter, e apresentou os projetos desenvolvidos pelos Estados, numa troca de experiências de grande utilidade, especialmente para a Celg, que está prestes a entrar no mercado de telecomunicações.
O superintendente de Novos Negócios e Captação da Celg, José Gonçalves Vieira, fez uma explanação dos projetos que estão em andamento, com a apresentação da Rede de Transporte de Multiserviços (RTM), com uma abordagem técnica/estratégica e uma visão de futuro com as novas tecnologias, incluindo o Power Line Comunications (PLC). Os representantes apresentaram suas experiências e projetos. A Eletropaulo Telecom está consolidada no mercado de telecomunicações há 10 anos.
O governo de Santa Catarina pode se inspirar nos programas da Celg, disse Simone Keller.
Participaram da reunião o superintendente de Operação do Sistema Elétrico, Hugo Eustáquio Valeriano Ribeiro, e de técnicos que fazem parte da equipe que desenvolve os projetos relacionados às novas tecnologias em fase de implantação na Celg.
Nova derrota de Fernando da Folha
Tido como o prefeito mais incompetente da história de Jataí (as pesquisas registram seu desgaste), Fernando da Folha (PR), desesperado atira para todos os lados, mas está perdendo terreno. É fato que o governador Alcides Rodrigues (PP) liberou 4,5 milhões de reais para tentar salvar a gestão de Fernando, mas o próprio prefeito considera a quantia insuficiente e, nos bastidores, tem criticado o governo do Estado e o PP. Não há dinheiro que possibilite reconstruir a imagem de Fernando. Sabem disto Alcides, o senador Marconi Perillo, o deputado Sandro Mabel e até as crianças de Jataí.
Para piorar a situação do prefeito, mau operador político, o PSDB elegeu presidente da Câmara de Vereadores seu principal desafeto: Ediglan Maia, também conhecido como Guerreiro Maia. Fernando da Folha articulou mal, retirou seus vereadores da Câmara, para impedir que houvesse quórum, mas não contava com a agilidade do deputado Leandro Vilela, do PMDB, que convenceu o vereador Adilson Carvalho, do mesmo partido, a permanecer no plenário. Resultado: houve quórum e Ediglan Maia foi eleito presidente da Câmara.
Depois desta derrota, a próxima derrota deverá ocorrer em 2008, quando Fernando da Folha, se continuar administrando Jataí como se estivesse gerindo uma quitanda de ponta-de-rua, poderá ser derrotado pelo ex-prefeito Humberto Machado (PMDB). As pesquisas indicam que, se as eleições fossem realizadas hoje, Humberto poderia obter entre 60 e 70 por cento dos votos.
Empresários de Jataí estão dispostos a patrocinar a campanha "Saudade de Humberto Machado" e "Adeus, Fernando, que a Folha o leve".
A articulação de Marconi Perillo
O senador Marconi Perillo é um animal político dos mais poderosos. Articula dia e noite. Peca mais por excesso do que por omissão. Por isso, às vezes atropela os que não andam tão rápido quanto ele. Mas está atento as fatos. Por isso, para evitar o isolamento político e quebrar as arestas, está reabrindo o diálogo com setores do PP e do DEM.
Marconi tem conversado longamente com o senador Demóstenes Torres e, para surpresa do democrata, tem ouvido mais do que falado. Os dois sabem que são, talvez, os principais produtos do chamado Tempo Novo e que a união deles pode significar um combustível vital para a revitalização da aliança, que, em 2010, estará há 12 anos no poder, com os naturais desgastes e acomodações.
O tucano tem feito mais. Na sexta-feira, 14, almoçou com Francisco Gedda, presidente do PTN e aliado e, sobretudo, amigo do governador Alcides Rodrigues. Gedda, afável, avalia que a tucana Raquel Teixeira é um fato novo na política de Goiânia e tem simpatia pelo senador. A conversa, no restaurante da Expand (de Armando Vergílio), fluiu bem. No cardápio, duas sucessões, seguidas de um bom vinho: a de 2008 e a de 2010. Tanto Marconi quanto Gedda avaliam que a união da base, em 2008, garante uma aliança positiva para 2010.
O deputado Cláudio Meirelles, conhecido workaholic, ao estilo de Marconi, deve ser o responsável pela reaproximação entre o tucano e o deputado Sandro Mabel. Meirelles admite que não será fácil. "Mas não é impossível", sinaliza. "Há consenso de que Marconi nos levou para o poder e, para nos manter no poder, no governo do Estado, vamos precisar dele. Mas claro que o senador também precisa da base. Nosso objetivo é colocar Marconi e Mabel para conversar frente-a-frente, sem os intrigantes de praxe. Mabel é político e inteligente e sabe que plantar a divisão não é positivo para a base."
Meirelles sugere que Mabel possa até mesmo disputar a Prefeitura de Goiânia com o apoio de toda a base. "Por que não?"
O ex-governador Irapuan Costa Junior deixa o TCM nesta semana e voltar a lecionar.
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Convidado pelo reitor da Uni-Anhanghera, Irapuan deve ser professor de Resistência dos Materiais.
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O presidente da Agetop, José Américo, diz que o deputado Jardel Sebba será eleito prefeito de Catalão. "Jardel vai ganhar. Está escrito nos sonhos dos moradores da cidade e na realidade das ruas."
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"Entre 2011 e 2014, Catalão terá uma das melhores administrações de sua história, e sem escândalos", garante José Américo. "Aliado do governo do Estado, Jardel terá mais condições de atrair empresas para o município."
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Sete deputados estaduais, entre eles Mauro Rubem (PT), disseram que votaram em Sebastião Caroço para conselheiro do TCM em homenagem ao secretário de Segurança Pública e deputado licenciado Ernesto Roller.
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Roller foi um leão na defesa de Tião Caroço para o TCM.
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Piada contada por tucanos e peemedebistas: "O prefeito Adib Elias só vai aceitar a instalação da Suzuki em Catalão se a empresa mudar o nome para Suzete".
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Suzete é o nome da irmã de Adib Elias. Os japoneses não gostaram da brincadeira, atribuída, por incrível que pareça, ao prefeito.
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Há quem acredite que, no fundo, Adib Elias não quer a instalação da Suzuki em Catalão. Há também quem acredite que ele é lobista da empresa.
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Enquanto Adib Elias vai mal, perdendo, cada vez mais, o controle do PMDB regional, seu secretário do Trabalho, Leonel Safatle, vai muito bem.
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O programa de Bolsa Qualificação "bombou", como dizem os jovens. Quer dizer: não deu pra quem quis. Safatle teve a idéia de qualificar a mão-de-obra de Catalão e teve excelente receptividade na sociedade local e dos dirigentes das empresas. A Mitsubishi, por exemplo, aprovou na hora o programa.
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"Nas reuniões do PMDB, Adib Elias não ganha uma", conta um deputado. "Sua proposta de proibir aliança com o PSDB em todo o Estado tem a ver mais com a disputa paroquial de Catalão do que com a política do real em todo o Estado."
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"Adib Elias é um típico político de província. Sua cabeça é ´menor´ do que Catalão e, por isso, não consegue pensar no Estado", avalia o deputado peemedebista.
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Boa notícia para o prefeito da Cidade de Goiás, Abner Curado (PMDB): o Tribunal Regional Eleitoral rejeitou as contas de 2006 de Boadyr Veloso (PP).
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Abner "Biné" Curado até pode ser o desastre administrativo de que falam seus opositores, mas moralmente não é pior do que Boadyr Veloso. Não há comparação.
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O prefeito de Jataí, Fernando da Folha, festejou a rejeição das contas de campanha de 2006 do vereador Gênio Eurípedes Cabral de Assis.
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Na entrega da comenda Pedro Ludovico ao vice-prefeito de Jaraguá, pastor Fabiano Dutra, Gilberto Campos representou o senador Marconi Perillo.
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Numa pesquisa dos mais influentes políticos de Goiânia só apareceram dois vereadores: Paulo Borges, do PMDB, e Anselmo Pereira, do PSDB.
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Turbinado por um marca-passo, Nion Albernaz pode ser vice de Barbosa Neto ou de Raquel Teixeira. Com dois objetivos: somar e tentar a eleição de Goiânia para o segundo turno.
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Perguntado, Nion prefere dizer que não disputa. Mas não resistiria a um convite sincero de toda a base.
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Alcides defende liberdade de imprensa
No almoço de confraternização com a imprensa na sexta-feira, 14, o governador de Goiás, Alcides Rodrigues, disse algumas coisas que chamaram a atenção dos jornalistas.
Não quis ler o discurso preparado, informou, pelo "professor Jayro Rodrigues", e falou de improviso. Destacou que 2007 não foi um ano ruim e que 2008 deverá ser melhor.
"Não sou de falar muito. Sou mais introspectivo", disse. Mas ressalvou: "Sou bastante observador e sincero".
Agradeceu aos jornalistas presentes e ausentes. Nada insinuou. Mas é provável que a maioria dos ausentes não está satisfeita com a política de comunicação do governo, que cortou as verbas para os veículos de comunicação, provocando demissões.
"Ai daquele que não respeitar a imprensa. Eu sempre respeitei. Nunca pedi para retirar um artigo", frisou Alcides. O governador garante que não persegue aqueles que apontam os pontos negativos de seu governo. E admitiu que faltam recursos para resolver os principais problemas do Estado. A reforma que está empreendendo tem como objetivo gerar recursos para novos investimentos e resolver problemas nas áreas de saúde.
"Fizemos das tripas coração para manter a folha de pagamento dos funcionários em dia", confirmou. E garantiu que o Estado está quitando a dívida com fornecedores e prestadores de serviços.
Detalhe: o secretário de Governo, Fernando Cunha, não apareceu. Roberto Balestra, presente, conversou com parte dos jornalistas, com um sorriso nos lábios e garantindo que 2008 será um excelente ano.
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