Ministério Público Federal denuncia “loteria ilegal” A procuradora do Ministério Público Federal Mariane Guimarães denuncia uma nova modalidade de loteria ou bingo eletrônico que estaria prejudicando tanto consumidores quanto os cofres da Prefeitura de Goiânia e do governo do Estado de Goiás. O grupo Goiás dá Sorte vende cartelas a 5 reais e movimenta cerca de 2 milhões de reais por mês (24 milhões por ano). Nenhum centavo vai para os cofres públicos. O nome da empresa era Goiás Administração e Intermediação de Negócios, mas o grupo abriu outra empresa, com o nome de Promobem Goiás Administração e Prestação de Serviços. O MPF afirma que o grupo está vendendo, no lugar de seguro contra acidentes, bingo eletrônico. “Na verdade, é uma cartela para [o consumidor] participar de um bingo eletrônico.”
O discurso técnico não cola O peemedebista Henrique Meirelles — tido pela esquerda e pelo setor produtivo como “padroeiro dos juros altos” — construiu carreira brilhante. Mas, se qui-ser engatar um projeto político majoritário em Goiás, o presidente do BC terá de mudar o discurso técnico e falar de forma compreensível ao cidadão comum.
O racismo de sinal invertido O movimento negro, ao defender as cotas raciais, apenas substitui um racismo por outro, em vez de biológico, cultural. A?tese é o fulcro do livro “Uma Gota de Sangue”, do sociólogo Demétrio Magnoli (foto), que perpetrou instigante passeio por várias disciplinas no intuito de desmascarar o movimento negro no mundo e no Brasil. Ele afirma que cotas raciais baseiam-se num passado de ficção. E?revela que a UERJ, que institui as cotas pioneiramente no Brasil, recebeu doação da US$ 1,3 milhão da Fundação Ford ao adotar o sistema.