Estatal contrata sem fazer licitação O Ministério Público junto ao Tribunal de Contas do Estado pediu a suspensão do contrato entre a Indústria Química do Estado de Goiás (Iquego) e a empresa de contabilidade CCM, realizado sem concorrência pública, em maio do ano passado. A investigação do MP indica que o processo de inexibilidade de licitação foi irregular. Entre as denúncuias está a constatação de que o contrato não possui natureza singular nem a empresa detém notória especialização. A assessoria da estatal diz que contratou a CCM em caráter emergencial, depois de constatar a inexis-tência do balanço de 2007. Como o TCE não havia concordado com esse primeiro contrato, a Iquego acabou refazendo-o e, novamente, sem o devido processo licitatório. Diretoria pode ter de devolver montante gasto com a consultoria contábil.
“OAB não pode ser personalista” Presidente da Ordem dos Advogados diz que não tentará uma segunda reeleição e critica oposição por fulanizar disputa interna. Ele também aponta problemas na atuação do Ministério Público.
“Celg já evoluiu muito” O presidente da estatal se diz otimista quanto à solução dos problemas financeiros da Celg. Ele avisa que vai investigar a onda de denúncias enfrentadas pela companhia. “Não há qualquer novidade nessas acusações”, diz ele, farejando uma possível armação.